See you, guys! kiss :*
quinta-feira, 15 de abril de 2010
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Mariana Fagundes
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Mais mágico que o Mágico de Oz!

Os balões de ar quente não exigem muita tecnologia. Afinal, eles foram as primeiras máquinas de voar que o homem produziu e, para tanto, foi preciso, essencialmente, muito empenho em princípios científicos básicos. Primeiro, retomando as lições de física e de química, consideremos que o ar mais quente sobe mais que o ar frio. Logo, o ar quente é mais leve que o ar frio. Mas isso é algo simplesmente lógico. Agora lembremos que densidade é massa sobre volume (e eu não sei como lembrei disso!) e que, portanto, o ar quente tem menos massa por volume do que o ar frio. É justamente por isso que os balões de ar quente são tão grandes. Para suspender pessoas e objetos ele necessita de muuuito ar quente por metro cúbico (já que cada pé cúbico de ar contido no balão de ar quente pode segurar, em média, sete gramas – o que é bem pouquinho).
Mas essa parte é um tanto quanto complexa para a minha cabeça. Por isso nem procurarei me aprofundar. Vamos aos componentes do balão. Ele possui três partes básicas. A primeira é o queimador, porque, obviamente, faz-se necessário o reaquecimento do ar (que, como o nome indica, tem de ser quente). Portanto, quando o ar no balão esfriar, o piloto vai lá e aciona o queimador. A lona grandona, por sua vez, chama-se envelope. Ela está ali para segurar o ar. Finalmente, temos o cesto de vime, o qual carrega os passageiros e demais itens que se quiser levar na viagem.
O propano é o gás, atualmente, usado na queima pelos balões de ar. Ele é armazenado em forma líquida comprimida nos cilindros leves posicionados na cesta do balão. Uma curiosidade interessante sobre esses balões é que o material utilizado para fabricar os envelopes, normalmente, é o náilon. Os tecidos de náilon foram escolhidos por serem bastante resistentes e leves, além de terem uma alta temperatura de derretimento.
Para fazer o balão cair, basta dar vazão ao ar. Mas manter o balão no ar e fazê-lo descer são os únicos controles estáveis que o piloto pode fazer. Fora isso, depende-se do vento e de suas diferentes direções e altitudes para descobrir-se qual caminho o balão vai tomar. Por isso, quem se aventura a andar de balão não pode esperar velocidade e precisão. O bom mesmo deve ser curtir a expectativa de não se saber como vai ser. É puro improviso!
Ah! E um balão consegue voar a mais de oito mil metros de altitude. Só que, geralmente, sua altura varia entre centímetros do chão até dois mil metros. Pilotá-los exige, a cima de qualquer coisa, paciência, já que eles não são aeronaves dirigíveis. Mas é um jeito lúdico e livre de chegar aos céus.
Pode ter parecido, todavia, que foi fácil dar vida a um invento tão brilhante. Não, não caiam nessa besteira! A vontade de voar, como se sabe, é antiga. Os primeiros indícios de equipamentos que permitissem isso ao homem também o são. Existem documentos da dinastia Yin, lá da mais arcaica China, que indicam a existência de balões, movidos possivelmente a fumaça, que levavam pessoas e eram, supostamente, usados em guerras.
As primeiras civilizações da América do Sul, como sempre, não ficam para trás. Os índios Nazca também fizeram as suas tentativas de voar por meio de balões, de acordo com o que se observa nos famosos desenhos dos planaltos de Nazca e também em um trabalho de barro deixado por eles onde há a representação de um balão.
Todavia, foi aqui no Brasil que se fez a primeira confirmação de uma experiência com balão de ar quente. Bartolomeu de Gusmão, o jesuíta, também conhecido como “padre voador”, foi o pioneiro. (Nós e os nossos padres voadores, não é?). O coitado iniciou suas pesquisas em 1708. Pena que elas não foram bem sucedidas! Ele demonstrou seu trabalho à família real portuguesa e o desfecho foi trágico: o seu balão, provavelmente feito de papel unido a algum material inflamável na parte inferior, só subiu mais ou menos um metro do nível do solo e, para completar, ainda incendiou. Dom João V, que esperava um invento capaz de servir para viagens, transporte, correção de mapas, apoio em guerras e mais outras tantas utilidades, decepcionou-se. Já o padre acabou desmoralizado.
Setenta ou oitenta anos depois, na França, os irmãos Jacques e Joseph Montgolfier fizeram um balão de ar quente realmente eficaz no transporte de pessoas. Desde então a tecnologia deslanchou e fez fama pelo mundo. O balonismo espalhou-se por livros, filmes e pelo imaginário de gente sonhadora. Em 1970 foi montada a primeira fábrica dessas aeronaves, três anos mais tarde realizou-se o Primeiro Campeonato Mundial de Balonismo. Com isso, o crescimento da técnica foi gigantesco.
No Brasil mesmo a quantidade de eventos para quem pilota balões é grande. Há campeonatos de norte a sul, nas capitais (como em São Paulo, Curitiba, Brasília, Rio de Janeiro) e também nas cidades menores (descobri que existe até um bastante tradicional em Torres – RS). Inclusive, a Associação Brasileira de Balonismo costuma escolher cidades interioranas dos estados de São Paulo e de Minas Gerais para sedear o Campeonato Brasileiro. Enfim, voar no estilo Mágico de Oz não é tão raro assim, né? Só é caro. Os passeios de balão disponibilizados por agências de viagem e turismo não cabem no meu bolso de estudante universitária.
Pelo menos já sabemos um pouquinho mais sobre como funciona a arte de voar em balões e ficamos com o gostinho (mais uma vez!) através das imagens. Invejem! =) E até a próxima postagem.


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bal%C3%A3o
http://360graus.terra.com.br/balonismo
http://ciencia.hsw.uol.com.br/baloes-de-ar-quente.htm
http://www.balonismo.org.br/
http://www.balonismobrasil.com.br
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Mariana Fagundes
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domingo, 11 de abril de 2010
Apenas vá. E ninguém precisa saber (nem sentir)
"Você fica. Ocê vai. Cê não volta nunca mais."
A frase foi citada por um professor de português no terceiro ano. Achava que era do Saramago, mas não consegui encontrar referências na internet (confesso, também não me empenhei tanto assim na procura). O importante é que ela se encaixa ao texto desinteressado que eu fiz, misturando histórias clichês do cotidiano, com alguns fatos reais da minha vida e também da vida alheia. É para mostrar um pouquinho do romantismo quase inexistente nos últimos postes e nos últimos meses. Mas não nas últimas atitudes! Aproveito para dar parabéns ao senhor excelentíssimo Altair Meirelles, mesmo sabendo que ele nunca vai ler isso. hahaha. O aniversário dele foi ontem, dia 11, o texto também foi escrito ontem, por falar nisso (no domingo, como ele mesmo se entrega no decorrer das linhas). Tatázinho, ainda que com muito rancor no coração, Je te kiffe. Pelo menos por hoje e neste momento. Aos demais, uma boa noite e divirtam-se.
beijinhos e queijinhos =)
Vá! Mas deixe que eu caminhe em paz na sexta-feira à noite, rua à fora, mundo à dentro, só para fingir que não estou sozinha. Tome distância. Mas permita que eu me aproxime da nossa velha esquina e que eu olhe para o banco da praça como se fosse um velho conhecido. Releve a minha indiscreta audácia de passar pelo bar com os olhos a te procurar e o coração firme, seguro nas duas mãos. Também não se importe se eu entrar em casa já sentindo o vazio dos restos da tua presença. Não se assuste se eu me deparar com o espelho e enxergar no fundo de meus próprios olhos a escuridão das palavras finais. Siga
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Mariana Fagundes
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Doentes de amor - literalmente!
Eu devia ter uns sete ou oito anos, estava sentada no chão da sala com as pernas cruzadas analisando a capa de um CD, o mesmo que eu e minha mãe escutávamos naquele momento. Todas as letras abordavam, inevitavelmente, ainda que com variações de acordo com o estado de espírito do compositor ou do protagonista da história, um elemento essencial: o amor. Minha curiosidade, típica da faixa etária, provocou o questionamento que poderia ter sido embaraçoso, se não tivesse sido respondido com tanta espontaneidade.
- Mãe, por que todas as letras de música falam sobre o amor?
- Porque o amor é um sentimento presente em todos os momentos da vida das pessoas.
Eu ouvi a explicação, atenta. Mas isso não me fez acreditar no amor. Principalmente no amor entre duas criaturas que se dispõe a formar um casal. Ainda diante de sua sabedoria, minha mãe me disse, anos mais tarde, que as pessoas não procuram alguém que as complete. Elas procuram um companheiro. Interpretei isso como a tão famosa fórmula que mistura o amigo e o amante. Não sei se ela acredita nesse tipo de amor. Sei, porém, que eu não fui muito estimulada a crer nele desde a infância, diante do trágico (e digno de um belo romance com tudo para virar best-seller) casamento de meus avós maternos. Em contrapartida, os avós paternos parecem, até hoje, saídos diretamente de um comercial de margarina (ou algo perto disso).
Todavia, tenho um grande amigo que acredita no amor. Mais do que isso, ele acredita no romance. Sempre cética e crítica quando se trata de sentimentos, venho tentando convencê-lo de que “estar amando” não passa de um conjunto de reações químicas que causam distúrbios hormonais e provocam em nós uma espécie de obsessão. Sim! O pobre ser apaixonado torna-se comparável a um louco. E não é maneira de dizer. É o que ocorre, de fato, quando se faz uma análise científica do amor.
A curiosidade sobre o assunto me fez buscar a ajuda de especialistas sobre o amor em universidades do mundo inteiro (pela Internet, é claro. haha). Afinal, meu primeiro namorado me disse, certa vez, algo que me chamou bastante a atenção, ele afirmou que se sentia doente de amor e que a comparação daquela confusão de sensações com uma doença era perfeitamente cabível. Certo estava ele, pois alguns estudiosos acreditam que o amor resume-se a um distúrbio obsessivo-compulsivo.Não é para menos. A Dra. Donatella Marazziti vem para comprovar a gravidade do caso, a psiquiatra da Universidade de Pisa aponta para indícios de que a psicose obsessiva-compulsiva e a paixão dividem vários aspectos em comum. Um exemplo disso é que ambas associam-se a baixos níveis cerebrais de serotonina, substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações de estresse.
Acalmem-se! Essa loucura toda, porém, não passa da fase do flerte, que é quando substâncias como a dopamina, a feniletinamina e a ocitocina, todas comuns no corpo humano separadamente, se encontram e causam a conhecida (mas inexplicável) série de explosões. A dopamina, como bem sabemos, produz a sensação de felicidade. Outros vários hormônios vêm para complementar esse momento que leva o organismo (principalmente o coração!) hora ao céu e hora ao inferno: como a adrenalina (responsável pela aceleração do coração e pela excitação), a noradrenalina (que cuida do lado sexual da relação) e as endorfinas.
Viciante do jeito que é, é natural que todas as melodias tratam do amor, não? Por sorte, apesar de não ser assim rápido como um resfriado, a doença tem prazo para acabar. Não estou tratando, nesse caso, necessariamente do amor, mas sim da paixão. É fato já bastante batido que ela tem prazo de validade: cerca de dois anos ou de 18 a 30 meses.
Pois é, já dizia o sábio Luís Fernando Veríssimo, “o amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas”. Mais uma vez, não é uma poética comparação, mas, sim, um apontamento científico. Pois, com o tempo, o corpo se habitua a disfunção hormonal e passa a precisar de maiores doses dos hormônios em questão para se sentir como no comecinho do relacionamento.
Nesse momento, a ocitocina entra em ação para desempenhar o mesmo papel que ela provoca em uma relação entre mãe e filho: o estreitamente dos laços. Ela acaba por anular o efeito de outros hormônios e causa o (também mais do que conhecido) esfriamento da paixão. Então, toda aquela obsessão diminui e, se os indivíduos permitirem, a atração evolui para uma relação estável, calma e segura (isso só com a ajuda da ocitocina e da vasopressina, como não poderia deixar de ser). Chegando, finalmente, ao que minha mãe chamou de “procurar um companheiro”, no caso, seria encontrar o tal companheiro.A procura pelo parceiro ideal, por sinal, é mais uma de nossas idealizações. Acreditamos piamente que somos nós que escolhemos o ser amado em mais de seis bilhões de pessoas. Outra vez, pura ilusão. Como bons animais que somos (ou não. Hahuauha), uma vez inseridos em determinado ambiente e expostos a convivência durante algum tempo, está pronta a fórmula: vamos, certamente, nos interessar por alguém. Não é dessa maneira que tudo acontece em ambientes como trabalho, escola, grupos de amigos e outros semelhantes?
Quem tiver maiores interesses sobre o assunto pode procurar os trabalhos da Dra. Helen Fisher, antropologista da Universidade Rutgers (ela escreveu o livro The Anatomy of Love, do qual eu não consegui achar nenhuma tradução para o português). Fora todas as minhas (des)considerações referentes ao tão nobre e adorado amor, acho justo concluir com elogios. Porque, no fim das contas, a injeção de hormônios nos faz sentir de bem com a vida. Quanto à loucura, já dizia a bem elaborada filosofia do avô da minha prima: “metade da população é louca e a outra metade é tarada!” (escolha de que lado você está =P).
Fazendo alusão a um dos tantos textos que li para escrever a matéria, posso resumir o amor em três aspectos básicos: euforia, paixão e, obviamente, vício. Agora chega de críticas, pois até mesmo Nietzsche, diante de todo o seu ceticismo e pessimismo, admitiu que “existe muita loucura no amor, mas também existe muita razão na loucura”. Então, apaixonem-se! Caso não faça bem para o corpo, ao menos para a alma é garantido =)
Bibliografia:
http://www.quimicalizando.com
http://www.brasilescola.com
http://boasaude.uol.com.br
http://www.be2.com.br
E outros que perdi no meio do caminho :X
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Mariana Fagundes
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
Finalmente um dia de sol
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Mariana Fagundes
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terça-feira, 6 de abril de 2010
50 anos de Brasília em: as 50 provas do caos!
Em abril de 2009, há exatamente um ano, os brasilienses estavam em polvorosa com os preparativos para o aniversário de meio século da capital. Contadores eletrônicos espalhados pelos principais pontos da cidade calculavam regressivamente os dias como uma ampulheta que deixa o tempo transcorrer lentamente por um minúsculo buraco. Mas hoje, passado um ano, a conclusão é de que o tempo não se esvaiu assim tão devagar. Esperava-se uma Brasília de cara nova, a proposta do Governo do Distrito Federal de engajar-se em cinqüenta obras para comemorar os 50 anos da cidade criou a expectativa de que a capital federal estaria mocinha para fazer anos em 2010.
Só que não foi dessa forma que tudo caminhou. Infelizes trapalhadas do destino, do clima e, claro, dos governantes, resultaram em um quadro completamente diferente do desejado faltando apenas duas semanas para a tão aguardada festa. Tudo se agravou de maneira irremediável ontem, quando a Controladoria Geral da União (CGU) apontou publicamente indícios de grandes desvios de dinheiro pelo GDF (acredita-se que foram desviados cerca de 100 milhões de reais). Além de irregularidades no setor responsável pelas obras, foram descobertas irregularidades também na área da saúde e da educação. Resultado: a verba para as reformas foi cortada (justo agora!).
Contudo, excetuando-se os contratempos e as sem-vergonhices, a proposta inicial era merecedora de admiração e tinha potencial para ser bem sucedida. O arquiteto Jaime Lerner e sua equipe levaram ao Palácio do Buriti, ainda em 2007, os Projetos Urbanos Estratégicos: Brasília 50 anos, devidamente aprovados pelo então governador José Roberto Arruda e em seguida postos
Do enorme leque de cinqüenta obras, pode-se listar algumas que ganharam maior visibilidade, como as reformas na Torre de TV, no Planetário, no trecho de ligação da L4 e da W4 Sul, na Catedral ou a construção da Fonte Luminosa, da Torre de TV Digital no Colorado, do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), da Calçada Athos Bulcão no Bosque das Constituintes e também a pintura da fachada do Congresso Nacional. No final do mês de janeiro, Jaime Alarcão, Secretário de obras do Distrito Federal, afirmou em entrevista para o jornal Correio Braziliense que as obras para a comemoração do aniversário da cidade já andavam para o processo de encerramento, estando de
Nem mesmo as programações culturais conseguiram escapar da onda de azar do GDF. Grandes nomes da música internacional, como Madonna e Paul McCartney, viriam prestigiar a festa da capital e fazer apresentações na Esplanada dos Ministérios. Mas após serem informados dos escândalos de corrupção abriram mão do trabalho, a fim de evitar envolvimento com um governo corrupto. Restou ao público contentar-se com os tradicionais shows de bandas nacionais. Vão marcar presença no palco principal os grupos NX Zero e Paralamas do Sucesso, assim como os artistas Luan Santana e Daniela Mercury e a dupla de cantores sertanejos Bruno e Marrone.
Como disse o Secretário de Cultura do Distrito Federal, Silvestre Gorgulho, na reunião no Museu da República para a divulgação da programação oficial do cinqüentenário da capital, “quis o destino que a festa dos 50 anos desta cidade, símbolo de vitória, da interiorização da economia, da magnitude de receber brasileiros dos quatro cantos, fosse num momento difícil para a cidade”. Nós, moradores da tão difamada capital do país, esperamos, sinceramente, que nenhuma outra desgraça recaia sobre as tão aguardadas festividades. Por falar nisso, será que até dia 21 de abril as chuvas catastróficas que estão fazendo o planalto central virar um mar já vão ter parado?
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Mariana Fagundes
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sábado, 3 de abril de 2010
a terra dos Pequenos MC`s
Papel de jornalista cumprido por enquanto =) mantenho vocês informados. Se quiserem ver o vídeo deles no youtube aqui está o link: http://www.youtube.com/watch?v=rLnEKG0CV1w. Porque nem consegui baixar pelo querido aTube Catcher.
bises :*
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Mariana Fagundes
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