segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Da janela lateral do quarto de dormir



Vejo uma igreja, um sinal de glória



Vejo um muro branco e um vôo, pássaro



Vejo uma grade, um velho sinal



Mensageiro natural de coisas naturais



Quando eu falava dessas cores mórbidas



Quando eu falava desse homens sórdidos



Quando eu falava desse temporal



Você não escutou



Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal



Conhecia as torres e os cemitérios



Conhecia os homens e os seus velórios



Quando olhava da janela lateral



Do quarto de dormir

Quase abandonei meu pobre blog, não foi?! Coisas da vida, estamos nos encaminhando para o fim de outubro e já existem Papais Noéis na rua. Hoje andei fazendo as contas e, se tudo der certo (tudo vai dar certo!), faltam apenas nove aulas do Martino até o dia 23/11 (acho que é esse o dia da entrega do último fichamento). Estava na aula de Planejamento Gráfico e a professora falou, por algum motivo que já nem me lembro mais, de sequências. Observação importante: está sem trema não porque já me adequei às novas regras gramaticais mas sim pela falta de habilidade pra descobrir como se digita o símbolo em questão neste teclado. Pois é, parei um momento para refletir, é tudo uma questão de sequências. Questão, como diria um experiente e abstracionista professor meu. As sequências de dias, as sequências de horários, as sequências de matérias na faculdade ou as sequências de afazeres do indivíduo. A sequência que nos leva ao resultado que queríamos obter. Mas, como li no livro da resenha de Criatividade (i-nerd level 2), o pensamento é ramificado, ele se divide entre pensamento vertical e pensamento lateral. O pensamento vertical diz respeito a tudo que baseia-se na lógica e nas estratégias pré-estipuladas para serem resolvidas. Opostamente, o pensamento lateral é o estalo, a idéia que vem por acaso, desapercebida, fruto da criatividade e semente da criação. Isso só é relevante porque, fazendo um paralelo, as sequências podem seguir as mesmas vertentes. Quero dizer que a sequência não tem de ser precisa, não tem de ser óbvia e não tem de ter regras. Essa coisa de vida regrada demais desanima. É muito mais excitante conviver constantemente com o inesperado, não? Não que as coisas precisem ser bagunçadas. Não mesmo, gosto de organização, afinal, por mais que o Thiago não acredite na força do nosso signo, a chatice dos virginianos é bem poderosa. Minha irmã tem dois anos, ela tem uma sequência de atividades diárias. Ela acorda cedo, toma o leite dela, brinca na casinha de bonecas, vai para o parquinho, volta pra almoçar, dorme depois do almoça, acorda para brincar de novo, espera minha mãe chegar de tardezinha e depois jogo os joguinhos que ela adora ou assiste os DVDs dela. É fixo demais e poderia ser monótono. Só que não é. Ela tem dois anos, inventa uma coisinha aqui e outra ali pra mudar a rotina. Gosta de perseguir o cachorro, esses dias ela inventou de começar a virar cambalhota. Ah, agora, há pouco tempo, ela resolveu pegar várias toalhas no armário dos meus pais e arrumá-las todas no chão da sala para pular sobre elas e então ela soltava uma daquelas gargalhadas impagáveis que só os bebês sabem fazer. Crianças criam. É uma sequência de sensações. Um amigo me disse que quanto mais fazemos, mais fazemos. Seria válido fazermos um esforço pra sequencializsar todo dia de forma diferente. Quando escolhi fazer jornalismo, pensei na possibilidade de viver novas experiências e entrar em contato com idéias e concepções diferentes. Devia ser por isso que eu queria ser atriz quando era criança. Ser várias pessoas, incorporar diversas personalidades, vivenciar as mais variadas almas. Pode parecer insatisfação, mas acho que não é bem isso, é uma necessidade de mudar, de experimentar. Dizem que respirar novos ares faz bem. Tá, meu texto tá ficando super chato e confuso, daqui a pouco vai parecer um McLuhan no fichamento final do Martino. Bom, tem uma música do Skank que diz assim: "na confusão do dia-a-dia, no sufoco de uma dúvida, na dor de qualquer coisa é só tocar essa balada de swing inabalável que é o oásis do amor. Eu vou dizendo na sequência bem clichê, eu preciso de você...". Se, na sequência, as coisas tivessem seguido o rumo previsto, qual seria o final da história? Aliás, não se a história já acabou. Os finais nunca são previsíveis, nem necessariamente infelizes. No final de Grande Menina, Pequena Mulher, Ray fala que toda história tem um fim, mas na vida cada final é um novo começo. Então, reflitam...

terça-feira, 13 de outubro de 2009


Oi, bróthers =) Terça-feira 13. A viagem pra Pirenópolis foi muito boa! No próximo feriado, partiu?! Essa foto eu tirei com meu "bff" mais chato de todos, Thiago, ele ajustou o iso e os detalhes do tipo e eu fiz o trabalho mecânico, ou pelo menos foi assim que ele definiu. Ficou boa, né? Na próxima vez acho que eu não volto, vou ficar por lá pra virar hippie de vez. É brinks mas é verdade =x huahuauhahua. Acabei não escrevendo nada pra colocar aqui, a última coisa que escrevi foi "paranoá" brincando de forca no ônibus. Acho que foi. Vários textos estão na fila, mas nada de postar pq eles precisam ser digitados por completo. ah, enfim, aula do Martino cedinho e muito o que ler sobre Classificação Indicativa ainda.



p.s.: se alguém for visitar Pirenópolis, não deixe de passar no PiriPub pra escutar um bom Rebolation e ver os manos dançando loucamente. Nenhuma Blue supera. Sérião!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Por que não roubar fotos do flickr? É que eu me lembro todos os dias que é primavera e isso me deixa feliz. Achei que seria legal mostrar um pedacinho dela pra todos lembrarem também. Sensação super Érico Veríssimo em Clarissa e companhia essa da primavera, né? risos. É que esses tapetes de flores que surgem nas ruas fazem bem. Hoje até choveu desvairadamente. Tá que a chuva gerou alguns contratempos no meu dia, mas nada demais, foi até divertido. O ruim de hoje é que fui excluída da aula de TECA e ainda nem sei comoproceder. Daremos um jeito, sempre se dá um jeito. Ah, o aniversário do Worms foi hoje e rimos litros pq, né, rapadura feelings e 8-8-8,5 diz tudo! Fora essas coisinhas, partiu Piri =D

Só mais uma coisa, como eu quase não sou apaixonada pelo Mário Quintana e hoje, enquanto estava à toa, resolvi reler poemas dele e lembrei que este é dele, fiquei super animada. huahuahuahua. Olhem, eu adoro!

DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?

É o que eu digo, os desfechos da vida são os mais surpreendentes!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Strawberry. Why not?




Morangos são uma delícia, né? Eu tava aqui sem muito o que fazer e resolvi comer morangos, depois resolvi tirar fotos deles. Observem, a quantidade vai diminuindo. risos. Fora isso não há muito o que dizer. Aula de tecom, aula de o.i., aula de francês, prova de francês. E inúmeros planos pro feriado. Estamos partindo Piri =D e hoje, finalmente, fiquei em casa numa quarta-feira de tarde sem fazer nada e sem dormir também. Foi bom. Ah, tá, hoje no francês, por causa do Je suis desolé, eu lembrei de uma poesia meiga que eu adoro. Vou postar à toa.

Desalento!
[...]
Sim, vai e diz
Diz assim
Que eu rodei
Que eu bebi
Que eu caí
Que eu não sei
Que eu só sei
Que cansei, enfim
Dos meus desencontros
Corre e diz a ela
Que eu entrego os pontos.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Rato.

Os dias de Paola são sempre iguais. Acorda as 5:30, ou pelo menos programa o despertador para acordar as 5:30, mas ela sempre acaba por abrir os olhos dois ou três minutos antes da hora. Então fica olhando para o relógio e esperando os ponteiros se mexerem até o momento em que o barulho repetitivo e irritante começa a soar exaustivamente, arriscando acordar a irmã que dorme no quarto ao lado. Nesse ponto, Paola levanta da cama, abre o armário, pensa por um instante na roupa que vai colocar, querendo inovar, querendo inventar moda, querendo ousar, só que Paola, no final das contas, sempre abre a gaveta da direita, bem embaixo do espelho e pega uma camiseta larga, vai até a porta esquerda do armário e apanha uma calça jeans e amarra o cabelo com um prendedor preto. Tudo cotidianamente da mesma maneira desleixada que no dia anterior. Ela serve café numa xícara amarela, sempre 2/3 da xícara com café e o restante com leite. Paola não gosta de assistir televisão na hora do café. Está sozinha sempre e adora sua própria companhia, ainda preguiçosa tão cedo da manhã. Ela acaricia seu gato, ouve os passarinhos cantarem e vê pela janela o poste aceso e o vizinho da casa azul com uma estradinha de terra passando em seu caminhar desengonçado (digo da casa azul com uma estradinha de terra porque há também a casa azul sem nenhuma estrada). Logo em seguida, Paola sai, procurando pisar dentro dos quadradinhos da calçada e não nas linhas. Seu ônibus passa as 6:15, ou pelo menos era pra passar, mas, na verdade, ele costuma aparecer só uns oito ou dez minutos depois do previsto. Enquanto isso, Paola, rói as unhas, rói as unhas compulsivamente, e quando não há mais unhas para se roer ela rói os dedos. Não gosta de unhas compridas, também não gosta daquelas pelezinhas chatas que estão sempre incomodando, soltas, próximas às unhas. É claro que quanto mais ela rói, mais surgem as tais pelezinhas. Só que Paola não se importa. O ônibus passa, o seu ônibus é um da linha verde, as cadeiras não são confortáveis, mas pelo menos ela consegue ir sentada. A garota dos cílios postiços está sempre lá, sentada bem na frente, encarando o restante dos passageiros com seus olhos pintados e seu meio sorriso. Assim como o menino tímido do segundo ano, ele está sempre lá, só que ele nunca encara as pessoas, contenta-se em baixar os olhos e fixá-los no livro que, por vezes é um livro de cálculo e, por outras vezes, é uma apostila de geografia. A escola está quase vazia quando Paola chega. Aos poucos ela vai enchendo, chegam alunos, pais, professores, coordenadores, empregados, estagiários e quem mais se quisesse ver naquele circo. Sim, Paola costumava pensar, lá com seus botões, que a escola era um circo. Os alunos eram os palhaços; os professores, os animais em exposição, mostrando sua inteligência "quase-humana", sua obediência inegável e seu adestramento exemplar. Depois vinham os pais, eles eram os malabaristas, a mulher barbada, o faquir, o adestrador, o equilibrista, tudo em um só, dependendo do contexto, do humor, da vocação e da boa vontade. O mágico e o ilusionista ganhavam destaque no circo de Paola, porque eram identidades únicas e personalíssimas. O mágico era o professor Rodrigo, de história. Inteligente, divertido, sabe ensinar como ninguém e ainda por cima é super bonito. Um pitel! Era mágica ele fazer Paola aprender história. O ilusionista, por sua vez, era o carinha da sala do fim do corredor. Sobre esse ela preferia não entrar em detalhes. Afinal, precisa falar mais? As aulas eram, da mesma maneira que todo o restante, invariavelmente iguais. Caneta, lápis, quadro, carteira, sono, olhares, desesperos, o dia lá fora, a exponencial, a ditadura, o teatro grego, os bacanais, please, try it again. Até que, exatamente às 12 horas e 50 minutos, soava o sinal e Paola retornava para a parada de ônibus. Pegava dessa vez, um veículo da linha vermelha. Lotado, era preciso ir em pé, ou então se descabelar na luta por um banco. As tardes resumiam-se aos livros de português e história, aos exercícios de química e matemática e aos romances que Paola assistia dia sim, dia não. Ah, e havia as aulas de violão, nesses dias ela gastava um bom tempo das tardes afinando as cordas e tentando tocar Blink 182. Ela suspirava com saudades da voz do Tom e das palhaçadas do Mark. Foi, inclusive, um suspiro daqueles que fez com que o dia de Paola, naquele dia, fosse diferente. O suspiro não foi, exatamente, por causa do Tom e do Mark e nem mesmo por causa do Travis. O suspiro foi por causa do rato. Vamos esclarecer as coisas. O fato é que as noites de Paola também eram monótonas e repetitivas, pouco emocionantes. Ela colocava sua calça rosa de ginástica (isso quando a laranja estava para lavar, porque ela preferia a laranja) e saia correr. Corria sempre o resto de quadra que faltava correr na sua rua e depois ia para as duas ruas de baixo. Corria, sentia o vento bater, suave, em seu rosto. Era bom. Mas era sempre igual. Naquele dia, porém, não foi igual. Naquele dia não, naquela noite. Tudo começou com a calça rosa e a calça laranja, nenhuma das duas estava limpa para a corrida. Paola teve que procurar, durante dezesseis longos minutos, a calça preta. A calça preta era a mais desconfortável, só que era o único jeito. Então ela saiu, abriu a porta, evitou olhar para o chão (não pisar nas linhas é um exercício que vicia) e observou, admirada, que a lua estava cheia. Cheia e alaranjada. Cheia, enorme e alaranjada. Paola calçava 35. Olhar para seus próprios pés, tão pequenos e delicados, a fez pensar na imensidão de todo o mundo. Aqueles pés correndo em um compasso singular, tentando vencer seu objetivo de quatro quadras e mais duas meias quadras, sempre simultâneos e sempre obedientes. Podia ser efeito da lua assim tão cheia ou então dos seus pés assim tão pequenos, mas, naquele instante, Paola decidiu que precisava fazer o caminho inverso, o caminho contrário, o caminho diferente. E não podia ser como a vontade de mudar de roupa, de mudar de estilo; tinha que ser uma vontade realizada, já que era mais que vontade, era um desejo incontrolável de mudar de ares. Por isso ela correu, correu até o cais, correu na beira do rio, correu e viu o rato. O rato era mais ou menos do tamanho de um de seus pés e ele também corria na beira do rio. O rato e Paola eram parecidos, acordavam e dormiam todos os dias de maneiras religiosamente iguais. Cada um tinha sua maneira particular, é claro. O que quero dizer é que Paola percebeu que o rato acordava, que o rato buscava comida, que o rato fugia do que tinha medo, que o rato respirava, caminhava, corria, tropeçava, olhava, observava, temia, sentia, queria. E ela achou que o rato podia querer mais que ela, ou que, quem sabe, ele quisesse com mais força que ela. Naquele momento, por exemplo, ela achava que o rato queria ser indiferente, e ele estava sendo indiferente a ela. O contraste marcante entre ela e o rato era que o rato, além de fugir do que tinha medo, também era capaz de ir atrás do que queria e tinha vontade. E por que Paola não abria os olhos depois do despertador tocar? Por que Paola não vestia uma blusa justa com uma saia ao invés da camiseta e da calça jeans? Por que Paola não deixava de pensar tanto na história pra pensar no presente? Por que Paola queria mudar o mundo e não mudava? Por que Paola não tinha coragem de levantar a voz? Por que não tinha coragem de levantar as mãos, as pernas, os braços, o corpo inteiro? Por que não ia? Por que não fazia? Por que não agia? Por que não vivia? Quero dizer, viver intensamente, viver porque a vida está aí para ser vivida e não para escapar por entre nossos dedos e desfilar em frente aos nossos olhos, exibida, descarada, dizendo sarcasticamente que está fugindo de nós. Suspiro. Outro suspiro, ainda mais alto, mais forte. Mais um terceiro suspiro. Aí ela viu o menino da sala do fim do corredor, sentado em um banquinho, bem perto dali. E Paola correu, corajosa, ousada, atrevida. O menino a encarava, perplexo, mas isso foi só durante um ou dois segundos, porque no próximo segundo ela, sem hesitar, ordenou para si mesma que seus pés número 35 dessem um passo à frente, para que sua cabeça mediana e de longos cabelos encaracolados pudesse se abaixar perto da mesa do menino da sala do fim do corredor e para que sua boca grande e de lábios bastante rosados pudesse beijar, apaixonadamente, a boca dele. Suspiro. Ela ficou olhando para o menino da sala do fim do corredor, desiludida. O ilusionista. Ilusão era, na verdade, querer e não ter ânimo para fazer. Dando meia volta e mais um suspiro, ela retornou para casa, para a vida. A lua iluminava o caminho para que seus pés não se sentissem tão insignificantes. O rato, por sua vez, ficou para trás, pensando em que buraco podia se enfiar para dormir. Já Paola pensava em que buraco podia se enfiar para sobreviver.



E ao invés de ficar dizendo todos os seus adeus, deixe que eles saibam que a vida passa rápido.

p.s.: Esse clipe é uma graça. hahauhahua. Mas a música é perfeita!

O mundo bem diante do nariz (=


Laura mandando um beijinho, galera. Hoje eu acordei cedo pra ir pra aula, mas acabei ficando em casa e lendo A Máquina. Por que as pessoas precisam ser previsíveis, né?! Tantas coisas melhores do que a correção de uma prova. Agora estou tomando coragem pra voltar a fazer o fichamento, tô escutando strokes e refletindo. Um pouco sobre o que já foi e outro pouco sobre o que será. É claro que só o que importa agora é o futuro imediato: o fichamento.


"Se fosse pessoa organizada, teria ido logo pra casa começar seu trabalho, mas sua teimosia obrigou-o a passar antes na rua de baixo, só pra dar um beijo em Karina. Nem bem dobrou a esquina e já viu logo que ela tinha estado todos esses dias no portão, esperando por ele, com os olhos apertados até menos que a metade, pra poder enxergar mais longe. Fingiu que acreditou que ela só foi lá fora refrescar um pouco e fez que não reparou que seu coração estava batendo muito apressado. E quem disse que ela queria deixar ele ir embora mais nunca?"

domingo, 4 de outubro de 2009

Tão simples!


Dia seguinte ao show da Elza Soares (que por sinal foi ótimo, claro! quem sabe cantar todas as músicas sempre se diverte) e eu tenho um fichamento gigante do Martino pra fazer. Por que as pessoas não escutam seus primos?! A notícia boa é que choveu. Choveu bastante. É, estamos agora no começo de outubro. O tempo é inacreditável, acho que não é nem porque ele passa voando, mas porque ele nos despista, nos engana. Lembro que nessa época do ano passado tudo era completamente incerto, quer dizer, não dava pra saber se eu estaria na faculdade, se estaria em Brasília, o que seria de mim (e da Luana, que compartilhava da mesma angústia =p). Em compensação, no mesmo período de 2007 eu tinha certeza de que estaria na UnB. E fim. Vamos fazendo com que tudo se complique conforme envelhecemos. Que tal tentar simplificar?



Desculpa Worms e coleguinhas que não gostam de músicas, mas essa é especial. huahuauhahua.


Pretinha

Faço tudo pelo nosso amor

Faço tudo pelo bem de nosso bem (meu bem)


A saudade é minha dor


Que anda arrasando com meu coração


Não Duvide que um dia


Eu te darei o céu


Meu amor junto com um anel


Pra gente se casar


No cartório ou na igreja


Se você quiser


Se não quiser, tudo bem (meu bem)


Mas tente compreender


Morando em São Gonçalo você sabe como é


Hoje a tarde a ponte engarrafou


E eu fiquei a pé


Tentei ligar pra você


O orelhão da minha rua


Estava escangalhado


Meu cartão tava zerado


Mas você crê se quiser...



Momento nostalgia. Saudades de dez anos atrás, de cinco, de três, do ano passado, do começo do ano, das últimas férias, de ontem. Continuo achando que deveríamos simplificar as coisas =)