"Você fica. Ocê vai. Cê não volta nunca mais."
A frase foi citada por um professor de português no terceiro ano. Achava que era do Saramago, mas não consegui encontrar referências na internet (confesso, também não me empenhei tanto assim na procura). O importante é que ela se encaixa ao texto desinteressado que eu fiz, misturando histórias clichês do cotidiano, com alguns fatos reais da minha vida e também da vida alheia. É para mostrar um pouquinho do romantismo quase inexistente nos últimos postes e nos últimos meses. Mas não nas últimas atitudes! Aproveito para dar parabéns ao senhor excelentíssimo Altair Meirelles, mesmo sabendo que ele nunca vai ler isso. hahaha. O aniversário dele foi ontem, dia 11, o texto também foi escrito ontem, por falar nisso (no domingo, como ele mesmo se entrega no decorrer das linhas). Tatázinho, ainda que com muito rancor no coração, Je te kiffe. Pelo menos por hoje e neste momento. Aos demais, uma boa noite e divirtam-se.
beijinhos e queijinhos =)
Vá! Mas deixe que eu caminhe em paz na sexta-feira à noite, rua à fora, mundo à dentro, só para fingir que não estou sozinha. Tome distância. Mas permita que eu me aproxime da nossa velha esquina e que eu olhe para o banco da praça como se fosse um velho conhecido. Releve a minha indiscreta audácia de passar pelo bar com os olhos a te procurar e o coração firme, seguro nas duas mãos. Também não se importe se eu entrar em casa já sentindo o vazio dos restos da tua presença. Não se assuste se eu me deparar com o espelho e enxergar no fundo de meus próprios olhos a escuridão das palavras finais. Siga
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