<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800</id><updated>2011-07-07T15:50:50.959-07:00</updated><title type='text'>àtoanavida</title><subtitle type='html'>"E a gente olhava sem nenhuma pressa. Porque o destino daquelas nossas primeiras viagens era sempre o horizonte."</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>46</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-7734765315545427376</id><published>2010-04-15T08:01:00.000-07:00</published><updated>2010-04-15T08:49:16.213-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Agenda Capricho 2007 (não me tirem. eu era uma criança! hahaha. por sorte as pessoas crescem) - 15/04: "A vida necessita de pausas" - Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8crH1tPBKI/AAAAAAAAAIk/5M7rCCJUXvU/s1600/DSC05098.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8crH1tPBKI/AAAAAAAAAIk/5M7rCCJUXvU/s400/DSC05098.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460380486885901474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A vida realmente deve necessitar de pausas. Mas eu, atualmente, me sinto parada demais com essa greve que não acaba! Não que eu não esteja produzindo nada nem rendendo nada, até que estou. Só que já deu pra sentir saudade da UnB a essas alturas. Pois bem, sem matérias extraordinárias hoje, apenas comentários, observações e um diálogo simplório, sem maiores compromissos. Primeira, vamos à foto. Ela foi tirada ontem, umas 21 horas e 30 minutos, horário de Brasília. haha.  Nada como uma bela noite de outono na capital federal. O clima estava agradável (só de manhã cedo que faz aquele frio que nos remete ao Sul), as pessoas alegremente espalhadas aqui e ali, tudo parecia tão simples (sim, igual ao dia em que Getúlio morreu!). Como decidi voltar a andar agarrada na minha câmera tive a oportunidade de registrar esse sereno instante ontem. O aniversário de Brasília se aproxima, tudo são arquibancadas, festa e preparativas na Esplanada. Evitei registrar isso na foto. Acho que preciso de um tripé. Mas não vem ao caso. Talvez vocês estejam se perguntando o que eu fazia lá num horário tão aleatório, não? Sim, eu fui para a apresentação do documentário "Uma mudança no mar", o qual trata da acidificação dos oceanos. Ele foi apresentado no FICA (Festival Internacional de Cinema Ambiental - que foi em Planaltina e sua realização teve o apoio do Museu, vejam que coincidência!). Depois do filme, ainda rolou um debate com complementações com o produtor, Daniel de La Calle, ele é um espanhol super pitel que ficou responsável pelo trabalho artístico do longa-metragem. É brilhante a proposta deles, eles tentaram não tocar em pontos sobre os quais já existem documentários (como o aquecimento global) e abordaram algo que nos parece, de primeira, absurda: um mundo sem peixes! Pena que, à medida que o filme vai acontecendo, o professor aposentado e avô super preocupado com o futuro do netinho Elias, Sven Huseby, nos mostra o contrário. Ao viajar para os belíssimos lugares onde ele viveu com seus pais e também onde seus avós moraram, todos à beira mar, ele procura pesquisadores e estudiosos que realizam trabalhos avançados sobre as condições atuais dos oceanos. Ele conversa com muitos especialistas e descobre, desapontado, que a situação da vida marinha corre riscos maiores a cada minuto que passa. Paralelamente ao seu quadro de desbravador, ele também exerce a posição de avô, escrevendo cartas para Elias (que por sinal é um garotinho muito inteligente de apenas 5 anos e que adora os oceanos) para conscientizá-lo sobre a questão e na esperança de que sua geração possa fazer alguma diferença. Em determinado momento, uma das entrevistadas cita a consideração de Einstein relativa ao fato de que o criador de um problema não será a mesma pessoa que conseguirá solucioná-lo. O peso dos erros de nossos pais fica, portanto, para nós. Tentemos resolvê-los. Até porque, não há outra saída. Foi com esse intuito que a equipe achou cabível sair pelo mundo apresentando o seu projeto e disseminando para o meio acadêmico o desesperador caminho que estamos dando aos peixes. O Daniel disse, inclusive, que o propósito de visitar o Brasil foi porque o país está crescendo, será a quinta maior economia mundial em pouco tempo, logo, será também o quinto maior emissor de CO2. E isso é bastante ruim para a nossa costa! Farei estudos mais avançados sobre o tema e depois repasso para vocês. Por enquanto, maiores interessados podem entrar no site www.aseachange.net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See you, guys! kiss :*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-7734765315545427376?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/7734765315545427376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=7734765315545427376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/7734765315545427376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/7734765315545427376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/04/agenda-capricho-2007-nao-me-tirem.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8crH1tPBKI/AAAAAAAAAIk/5M7rCCJUXvU/s72-c/DSC05098.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-6916006865831201575</id><published>2010-04-12T21:42:00.000-07:00</published><updated>2010-04-12T21:50:49.667-07:00</updated><title type='text'>Mais mágico que o Mágico de Oz!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No desenho do Mágico de Oz que eu assistia quando criança, assim como no original, o grande mágico oferece à Dorothy um balão de ar quente para que ela possa voltar para casa. Ela, infelizmente, perde a carona, por causa de uma imprevista fuga do Totó. Então ficamos todos, nós, espectadores, e ela, a personagem, apenas na vontade de subir naquele balão e voar, voar, simplesmente voar e ver o mundo de uma nova perspectiva. Até hoje ainda não subi em um balão de ar quente. Já vi um bem de pertinho, na ocasião em que o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) fazia uma exposição e levou ao público um deles. Era enorme, bem colorido e provocava imensas filas, tudo para experimentar a sensação de subir um pouquinho no objeto de histórias encantadas. Claro que ele não saia para dar voltas por Brasília. Não! Seria muita pretensão. Havia uma corda, acredito que de uns quatro ou cinco metros de altura, que segurava o meio de transporte e também os seus passageiros. Eu não me aventurei por um simples erro de desinformação misturado com falta de organização: fui até lá no último dia da instalação do balão e quase na hora do encerramento da atividade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Permanece, contudo, o desejo de voar em um deles, para o sul, no inverno, assim como os pássaros (ó! Que poética. Haha). Segundo nossa grande parceira de dúvidas e pesquisas, Wikipédia, balões são invenções cujo princípio se baseia em transportar pessoas e utensílios a partir de uma lona que protege uma determinada quantidade de ar (através de uma chama controlada) ou outra substância ainda mais leve que o ar. Lembro, ainda, que uma cesta acompanha a lona, com a intenção de acomodar as devidas cargas. O balão de ar quente flutua por meio da técnica de aquecimento do ar em temperatura ambiente. Eles são, atualmente, os tipos mais comuns de balões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8P2szUS1WI/AAAAAAAAAIM/zu8eWwWbi9E/s1600/bal%C3%A3o+de+ar+quente.gif"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 290px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8P2szUS1WI/AAAAAAAAAIM/zu8eWwWbi9E/s400/bal%C3%A3o+de+ar+quente.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459478422853178722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Os balões de ar quente não exigem muita tecnologia. Afinal, eles foram as primeiras máquinas de voar que o homem produziu e, para tanto, foi preciso, essencialmente, muito empenho em princípios científicos básicos. Primeiro, retomando as lições de física e de química, consideremos que o ar mais quente sobe mais que o ar frio. Logo, o ar quente é mais leve que o ar frio. Mas isso é algo simplesmente lógico. Agora lembremos que densidade é massa sobre volume (e eu não sei como lembrei disso!) e que, portanto, o ar quente tem menos massa por volume do que o ar frio. É justamente por isso que os balões de ar quente são tão grandes. Para suspender pessoas e objetos ele necessita de muuuito ar quente por metro cúbico (já que cada pé cúbico de ar contido no balão de ar quente pode segurar, em média, sete gramas – o que é bem pouquinho).&lt;br /&gt;Mas essa parte é um tanto quanto complexa para a minha cabeça. Por isso nem procurarei me aprofundar. Vamos aos componentes do balão. Ele possui três partes básicas. A primeira é o queimador, porque, obviamente, faz-se necessário o reaquecimento do ar (que, como o nome indica, tem de ser quente). Portanto, quando o ar no balão esfriar, o piloto vai lá e aciona o queimador. A lona grandona, por sua vez, chama-se envelope. Ela está ali para segurar o ar. Finalmente, temos o cesto de vime, o qual carrega os passageiros e demais itens que se quiser levar na viagem.&lt;br /&gt;O propano é o gás, atualmente, usado na queima pelos balões de ar. Ele é armazenado em forma líquida comprimida nos cilindros leves posicionados na cesta do balão. Uma curiosidade interessante sobre esses balões é que o material utilizado para fabricar os envelopes, normalmente, é o náilon. Os tecidos de náilon foram escolhidos por serem bastante resistentes e leves, além de terem uma alta temperatura de derretimento.&lt;br /&gt;Para fazer o balão cair, basta dar vazão ao ar. Mas manter o balão no ar e fazê-lo descer são os únicos controles estáveis que o piloto pode fazer. Fora isso, depende-se do vento e de suas diferentes direções e altitudes para descobrir-se qual caminho o balão vai tomar. Por isso, quem se aventura a andar de balão não pode esperar velocidade e precisão. O bom mesmo deve ser curtir a expectativa de não se saber como vai ser. É puro improviso!&lt;br /&gt;Ah! E um balão consegue voar a mais de oito mil metros de altitude. Só que, geralmente, sua altura varia entre centímetros do chão até dois mil metros. Pilotá-los exige, a cima de qualquer coisa, paciência, já que eles não são aeronaves dirigíveis. Mas é um jeito lúdico e livre de chegar aos céus.&lt;br /&gt;Pode ter parecido, todavia, que foi fácil dar vida a um invento tão brilhante. Não, não caiam nessa besteira! A vontade de voar, como se sabe, é antiga. Os primeiros indícios de equipamentos que permitissem isso ao homem também o são. Existem documentos da dinastia Yin, lá da mais arcaica China, que indicam a existência de balões, movidos possivelmente a fumaça, que levavam pessoas e eram, supostamente, usados em guerras.&lt;br /&gt;As primeiras civilizações da América do Sul, como sempre, não ficam para trás. Os índios Nazca também fizeram as suas tentativas de voar por meio de balões, de acordo com o que se observa nos famosos desenhos dos planaltos de Nazca e também em um trabalho de barro deixado por eles onde há a representação de um balão.&lt;br /&gt;Todavia, foi aqui no Brasil que se fez a primeira confirmação de uma experiência com balão de ar quente. Bartolomeu de Gusmão, o jesuíta, também conhecido como “padre voador”, foi o pioneiro. (Nós e os nossos padres voadores, não é?). O coitado iniciou suas pesquisas em 1708. Pena que elas não foram bem sucedidas! Ele demonstrou seu trabalho à família real portuguesa e o desfecho foi trágico: o seu balão, provavelmente feito de papel unido a algum material inflamável na parte inferior, só subiu mais ou menos um metro do nível do solo e, para completar, ainda incendiou. Dom João V, que esperava um invento capaz de servir para viagens, transporte, correção de mapas, apoio em guerras e mais outras tantas utilidades, decepcionou-se. Já o padre acabou desmoralizado.&lt;br /&gt;Setenta ou oitenta anos depois, na França, os irmãos Jacques e Joseph Montgolfier fizeram um balão de ar quente realmente eficaz no transporte de pessoas. Desde então a tecnologia deslanchou e fez fama pelo mundo. O balonismo espalhou-se por livros, filmes e pelo imaginário de gente sonhadora. Em 1970 foi montada a primeira fábrica dessas aeronaves, três anos mais tarde realizou-se o Primeiro Campeonato Mundial de Balonismo. Com isso, o crescimento da técnica foi gigantesco.&lt;br /&gt;No Brasil mesmo a quantidade de eventos para quem pilota balões é grande. Há campeonatos de norte a sul, nas capitais (como em São Paulo, Curitiba, Brasília, Rio de Janeiro) e também nas cidades menores (descobri que existe até um bastante tradicional em Torres – RS). Inclusive, a Associação Brasileira de Balonismo costuma escolher cidades interioranas dos estados de São Paulo e de Minas Gerais para sedear o Campeonato Brasileiro. Enfim, voar no estilo Mágico de Oz não é tão raro assim, né? Só é caro. Os passeios de balão disponibilizados por agências de viagem e turismo não cabem no meu bolso de estudante universitária.&lt;br /&gt;Pelo menos já sabemos um pouquinho mais sobre como funciona a arte de voar em balões e ficamos com o gostinho (mais uma vez!) através das imagens. Invejem! =) E até a próxima postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8P3W1FN2nI/AAAAAAAAAIU/Cq45CZn8Opc/s1600/bal%C3%B5es.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 259px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8P3W1FN2nI/AAAAAAAAAIU/Cq45CZn8Opc/s400/bal%C3%B5es.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459479144881314418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8P3t1J7ZoI/AAAAAAAAAIc/ha-Bs9HOPSQ/s1600/bal%C3%A3o+ccbb.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 365px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8P3t1J7ZoI/AAAAAAAAAIc/ha-Bs9HOPSQ/s400/bal%C3%A3o+ccbb.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459479540038067842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Bal%C3%A3o&lt;br /&gt;http://360graus.terra.com.br/balonismo&lt;br /&gt;http://ciencia.hsw.uol.com.br/baloes-de-ar-quente.htm&lt;br /&gt;http://www.balonismo.org.br/&lt;br /&gt;http://www.balonismobrasil.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-6916006865831201575?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/6916006865831201575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=6916006865831201575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6916006865831201575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6916006865831201575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/04/no-desenho-do-magico-de-oz-que-eu.html' title='Mais mágico que o Mágico de Oz!'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8P2szUS1WI/AAAAAAAAAIM/zu8eWwWbi9E/s72-c/bal%C3%A3o+de+ar+quente.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-786711269067743465</id><published>2010-04-11T20:29:00.000-07:00</published><updated>2010-04-11T21:46:57.271-07:00</updated><title type='text'>Apenas vá. E ninguém precisa saber (nem sentir)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;"Você fica. Ocê vai. Cê não volta nunca mais."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8KkV3LjrqI/AAAAAAAAAIE/h829hqvsoIo/s1600/balan%C3%A7ando.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8KkV3LjrqI/AAAAAAAAAIE/h829hqvsoIo/s400/balan%C3%A7ando.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459106393823096482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A frase foi citada por um professor de português no terceiro ano. Achava que era do Saramago, mas não consegui encontrar referências na internet (confesso, também não me empenhei tanto assim na procura). O importante é que ela se encaixa ao texto desinteressado que eu fiz, misturando histórias clichês do cotidiano, com alguns fatos reais da minha vida e também da vida alheia. É para mostrar um pouquinho do romantismo quase inexistente nos últimos postes e nos últimos meses. Mas não nas últimas atitudes! Aproveito para dar parabéns ao senhor excelentíssimo Altair Meirelles, mesmo sabendo que ele nunca vai ler isso. hahaha. O aniversário dele foi ontem, dia 11, o texto também foi escrito ontem, por falar nisso (no domingo, como ele mesmo se entrega no decorrer das linhas). Tatázinho, ainda que com muito rancor no coração, &lt;i&gt;Je te kiffe&lt;/i&gt;. Pelo menos por hoje e neste momento. Aos demais, uma boa noite e divirtam-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;beijinhos e queijinhos =)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Vá! Mas deixe que eu caminhe em paz na sexta-feira à noite, rua à fora, mundo à dentro, só para fingir que não estou sozinha. Tome distância. Mas permita que eu me aproxime da nossa velha esquina e que eu olhe para o banco da praça como se fosse um velho conhecido. Releve a minha indiscreta audácia de passar pelo bar com os olhos a te procurar e o coração firme, seguro nas duas mãos. Também não se importe se eu entrar em casa já sentindo o vazio dos restos da tua presença. Não se assuste se eu me deparar com o espelho e enxergar no fundo de meus próprios olhos a escuridão das palavras finais. Siga &lt;st1:personname productid="em frente. Permita" st="on"&gt;em  frente. Permita&lt;/st1:personname&gt; que as mãos se espalmem, que os pés se virem, que os corações se partam e que as vivências morram, tudo &lt;st1:personname productid="em vão. Faça" st="on"&gt;em vão. Faça&lt;/st1:personname&gt; com que a nossa foto, com que os nossos sonhos e todos os planos se debulhem no vale de lágrimas que você deixou. Depressa! Carregue na mala a calça rasgada, a carta não lida, o esquecimento. Finja que aquela música já não serve mais, que o sorriso não é mais o mesmo e que o amor, enfim, desfaleceu. Quando der, sinta o frio batendo à porta e lembre, bem casualmente, de buscar o cobertor. Então venha. Volte para falar do tempo, para descontrair. Mostre uma ponta de interesse contra outras dez de muita indiferença. Fique. Para lembrar da noite, para comentar do dia, para me fazer sorrir. Depois, prolongue-se. Demonstre a sua empolgação, simule estar me escutando. Cale. Levante. Caminhe. Me abrace. Está frio. Atente-se para a chance de mudar a história. O pijama, o livro, a garrafa, o filme. Vá. Vá, mas deixe a porta aberta para que eu respire, deixe seus passos marcados para que os siga, deixe que eu apague a luz quando quiser ir embora. Deixe também um gesto amigo, mesmo que distante. Vá pelo elevador, eu desço pela escada. Deixe que eu caminhe em paz também no domingo, noite à fora, mundo à dentro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-786711269067743465?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/786711269067743465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=786711269067743465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/786711269067743465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/786711269067743465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/04/apenas-va-e-ninguem-precisa-saber-nem.html' title='Apenas vá. E ninguém precisa saber (nem sentir)'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S8KkV3LjrqI/AAAAAAAAAIE/h829hqvsoIo/s72-c/balan%C3%A7ando.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-347496865203619126</id><published>2010-04-08T13:36:00.000-07:00</published><updated>2010-04-08T13:57:31.113-07:00</updated><title type='text'>Doentes de amor - literalmente!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-ead4326a9db9c8e6" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dead4326a9db9c8e6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331187037%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3A261CDAC24187CE2496D3F914DF0536009AD18D.78DDA1500D5BECDCED2D6B3913C5BB6B26E08208%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dead4326a9db9c8e6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DcdB33XNPGNzomnDFWiBc4hGFyaM&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dead4326a9db9c8e6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331187037%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3A261CDAC24187CE2496D3F914DF0536009AD18D.78DDA1500D5BECDCED2D6B3913C5BB6B26E08208%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dead4326a9db9c8e6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DcdB33XNPGNzomnDFWiBc4hGFyaM&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu devia ter uns sete ou oito anos, estava sentada no chão da sala com as pernas cruzadas analisando a capa de um CD, o mesmo que eu e minha mãe escutávamos naquele momento. Todas as letras abordavam, inevitavelmente, ainda que com variações de acordo com o estado de espírito do compositor ou do protagonista da história, um elemento essencial: o amor. Minha curiosidade, típica da faixa etária, provocou o questionamento que poderia ter sido embaraçoso, se não tivesse sido respondido com tanta espontaneidade.&lt;br /&gt;- Mãe, por que todas as letras de música falam sobre o amor?&lt;br /&gt;- Porque o amor é um sentimento presente em todos os momentos da vida das pessoas.&lt;br /&gt;Eu ouvi a explicação, atenta. Mas isso não me fez acreditar no amor. Principalmente no amor entre duas criaturas que se dispõe a formar um casal. Ainda diante de sua sabedoria, minha mãe me disse, anos mais tarde, que as pessoas não procuram alguém que as complete. Elas procuram um companheiro. Interpretei isso como a tão famosa fórmula que mistura o amigo e o amante. Não sei se ela acredita nesse tipo de amor. Sei, porém, que eu não fui muito estimulada a crer nele desde a infância, diante do trágico (e digno de um belo romance com tudo para virar best-seller) casamento de meus avós maternos. Em contrapartida, os avós paternos parecem, até hoje, saídos diretamente de um comercial de margarina (ou algo perto disso).&lt;br /&gt;Todavia, tenho um grande amigo que acredita no amor. Mais do que isso, ele acredita no romance. Sempre cética e crítica quando se trata de sentimentos, venho tentando convencê-lo de que “estar amando” não passa de um conjunto de reações químicas que causam distúrbios hormonais e provocam em nós uma espécie de obsessão. Sim! O pobre ser apaixonado torna-se comparável a um louco. E não é maneira de dizer. É o que ocorre, de fato, quando se faz uma análise científica do amor.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S75BlC158vI/AAAAAAAAAHs/Inmxs3wkxfE/s1600/a+lot+like+love.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 248px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S75BlC158vI/AAAAAAAAAHs/Inmxs3wkxfE/s400/a+lot+like+love.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457871903093551858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;A curiosidade sobre o assunto me fez buscar a ajuda de especialistas sobre o amor em universidades do mundo inteiro (pela Internet, é claro. haha). Afinal, meu primeiro namorado me disse, certa vez, algo que me chamou bastante a atenção, ele afirmou que se sentia doente de amor e que a comparação daquela confusão de sensações com uma doença era perfeitamente cabível. Certo estava ele, pois alguns estudiosos acreditam que o amor resume-se a um distúrbio obsessivo-compulsivo.&lt;br /&gt;Não é para menos. A Dra. Donatella Marazziti vem para comprovar a gravidade do caso, a psiquiatra da Universidade de Pisa aponta para indícios de que a psicose obsessiva-compulsiva e a paixão dividem vários aspectos em comum. Um exemplo disso é que ambas associam-se a baixos níveis cerebrais de serotonina, substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações de estresse.&lt;br /&gt;Acalmem-se! Essa loucura toda, porém, não passa da fase do flerte, que é quando substâncias como a dopamina, a feniletinamina e a ocitocina, todas comuns no corpo humano separadamente, se encontram e causam a conhecida (mas inexplicável) série de explosões. A dopamina, como bem sabemos, produz a sensação de felicidade. Outros vários hormônios vêm para complementar esse momento que leva o organismo (principalmente o coração!) hora ao céu e hora ao inferno: como a adrenalina (responsável pela aceleração do coração e pela excitação), a noradrenalina (que cuida do lado sexual da relação) e as endorfinas.&lt;br /&gt;Viciante do jeito que é, é natural que todas as melodias tratam do amor, não? Por sorte, apesar de não ser assim rápido como um resfriado, a doença tem prazo para acabar. Não estou tratando, nesse caso, necessariamente do amor, mas sim da paixão. É fato já bastante batido que ela tem prazo de validade: cerca de dois anos ou de 18 a 30 meses.&lt;br /&gt;Pois é, já dizia o sábio Luís Fernando Veríssimo, “o amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas”. Mais uma vez, não é uma poética comparação, mas, sim, um apontamento científico. Pois, com o tempo, o corpo se habitua a disfunção hormonal e passa a precisar de maiores doses dos hormônios em questão para se sentir como no comecinho do relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S75CZoaTEmI/AAAAAAAAAH0/PblYRekBwVE/s1600/meuprimeiroamordois.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 400px; height: 294px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S75CZoaTEmI/AAAAAAAAAH0/PblYRekBwVE/s400/meuprimeiroamordois.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457872806531502690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nesse momento, a ocitocina entra em ação para desempenhar o mesmo papel que ela provoca em uma relação entre mãe e filho: o estreitamente dos laços. Ela acaba por anular o efeito de outros hormônios e causa o (também mais do que conhecido) esfriamento da paixão. Então, toda aquela obsessão diminui e, se os indivíduos permitirem, a atração evolui para uma relação estável, calma e segura (isso só com a ajuda da ocitocina e da vasopressina, como não poderia deixar de ser). Chegando, finalmente, ao que minha mãe chamou de “procurar um companheiro”, no caso, seria encontrar o tal companheiro.&lt;br /&gt;A procura pelo parceiro ideal, por sinal, é mais uma de nossas idealizações. Acreditamos piamente que somos nós que escolhemos o ser amado em mais de seis bilhões de pessoas. Outra vez, pura ilusão. Como bons animais que somos (ou não. Hahuauha), uma vez inseridos em determinado ambiente e expostos a convivência durante algum tempo, está pronta a fórmula: vamos, certamente, nos interessar por alguém. Não é dessa maneira que tudo acontece em ambientes como trabalho, escola, grupos de amigos e outros semelhantes?&lt;br /&gt;Quem tiver maiores interesses sobre o assunto pode procurar os trabalhos da Dra. Helen Fisher, antropologista da Universidade Rutgers (ela escreveu o livro The Anatomy of Love, do qual eu não consegui achar nenhuma tradução para o português). Fora todas as minhas (des)considerações referentes ao tão nobre e adorado amor, acho justo concluir com elogios. Porque, no fim das contas, a injeção de hormônios nos faz sentir de bem com a vida. Quanto à loucura, já dizia a bem elaborada filosofia do avô da minha prima: “metade da população é louca e a outra metade é tarada!” (escolha de que lado você está =P).&lt;br /&gt;Fazendo alusão a um dos tantos textos que li para escrever a matéria, posso resumir o amor em três aspectos básicos: euforia, paixão e, obviamente, vício. Agora chega de críticas, pois até mesmo Nietzsche, diante de todo o seu ceticismo e pessimismo, admitiu que “existe muita loucura no amor, mas também existe muita razão na loucura”. Então, apaixonem-se! Caso não faça bem para o corpo, ao menos para a alma é garantido =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;http://www.quimicalizando.com&lt;br /&gt;http://www.brasilescola.com&lt;br /&gt;http://boasaude.uol.com.br&lt;br /&gt;http://www.be2.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outros que perdi no meio do caminho :X&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-347496865203619126?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/347496865203619126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=347496865203619126' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/347496865203619126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/347496865203619126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/04/eu-devia-ter-uns-sete-ou-oito-anos.html' title='Doentes de amor - literalmente!'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S75BlC158vI/AAAAAAAAAHs/Inmxs3wkxfE/s72-c/a+lot+like+love.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-8128995277250576934</id><published>2010-04-07T12:35:00.001-07:00</published><updated>2010-04-12T09:54:24.361-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S7znUzB_E6I/AAAAAAAAAHk/TxH08LHU_Eo/s1600/agua.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S7znUzB_E6I/AAAAAAAAAHk/TxH08LHU_Eo/s400/agua.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457491192948134818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt; 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Mais" st="on"&gt;em Brasília. Mais&lt;/st1:personname&gt; que isso! É um daqueles belíssimos dias de sol que inflam o corpo, dos pés à cabeça, de uma quase incomoda, porém, satisfatória sensação de nostalgia. Ora, vejam só, a tarde ensolarada de hoje trouxe à tona o vazio querendo ser preenchido das antigas tardes de outrora no gramado verde e extenso do Sigma, dos brigadeiros gelados no sofá preto e confortável da casa do Lucas, do banco de ônibus compartilhado com a Luana seguido de cliques aleatórios na câmera digital, das fugas indiscretas do cursinho em dias iguais a esse, em que estudar parecia ser para os cegos ou para os loucos (o verde das árvores da Asa Sul indo de encontro com o bem falado céu da capital era muito mais irresistível). Não sou a pessoa mais indicada para elogiar Brasília, até porque é algo que eu pouco faço. Mas na próxima vez em que meu amigo Saco me perguntar o que há de bom por aqui, excluindo, é claro, as tão exaltadas obras arquitetônicas, acredito que vou responder: um dia de sol com o céu azul bebê e algumas poucas nuvens dispersas aqui e ali. E ele vai retrucar mais uma vez, "mas aqui eu tenho o mar, eu tenho o Corcovado!". Enquanto eu vou me calar e apenas aguardar mais um dia desses, pois não há como explicar, há apenas como sentir. Deve ser a magia do mês de abril, com seu ar outonal e sua lua capaz de fazer qualquer ser já loucamente apaixonado se apaixonar mais ainda. Sim, a lua de abril é a mesma em todos os lugares. Mas este ar que precede o inverno brasiliense e nos faz querer aproveitar não só o dia, mas a vida, esse sim é raro. Aaah, que saudade de correr por entre as enormes palmeiras postas atrás do Congresso Nacional e depois me atirar no gramado na companhia da Moema e do Alexandre! Deixando de lado todo e qualquer passado, um dia que seria facilmente enquadrado por Renoir em sua teoria de que já há muitas coisas ruins no mundo, por isso o trabalho do artista é pintar o belo, me espera bem ali, da porta para fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-8128995277250576934?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/8128995277250576934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=8128995277250576934' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8128995277250576934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8128995277250576934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/04/finalmente-um-dia-de-sol-em-brasilia.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S7znUzB_E6I/AAAAAAAAAHk/TxH08LHU_Eo/s72-c/agua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-2400652675202797042</id><published>2010-04-06T21:52:00.000-07:00</published><updated>2010-04-06T22:09:43.626-07:00</updated><title type='text'>50 anos de Brasília em: as 50 provas do caos!</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em abril de 2009, há exatamente um ano, os brasilienses estavam em polvorosa com os preparativos para o aniversário de meio século da capital. Contadores eletrônicos espalhados pelos principais pontos da cidade calculavam regressivamente os dias como uma ampulheta que deixa o tempo transcorrer lentamente por um minúsculo buraco. Mas hoje, passado um ano, a conclusão é de que o tempo não se esvaiu assim tão devagar. Esperava-se uma Brasília de cara nova, a proposta do Governo do Distrito Federal de engajar-se em cinqüenta obras para comemorar os 50 anos da cidade criou a expectativa de que a capital federal estaria mocinha para fazer anos em 2010. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Só que não foi dessa forma que tudo caminhou. Infelizes trapalhadas do destino, do clima e, claro, dos governantes, resultaram em um quadro completamente diferente do desejado faltando apenas duas semanas para a tão aguardada festa. Tudo se agravou de maneira irremediável ontem, quando a Controladoria Geral da União (CGU) apontou publicamente indícios de grandes desvios de dinheiro pelo GDF (acredita-se que foram desviados cerca de 100 milhões de reais). Além de irregularidades no setor responsável pelas obras, foram descobertas irregularidades também na área da saúde e da educação. Resultado: a verba para as reformas foi cortada (justo agora!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Contudo, excetuando-se os contratempos e as sem-vergonhices, a proposta inicial era merecedora de admiração e tinha potencial para ser bem sucedida. O arquiteto Jaime Lerner e sua equipe levaram ao Palácio do Buriti, ainda em 2007, os Projetos Urbanos Estratégicos: Brasília 50 anos, devidamente aprovados pelo então governador José Roberto Arruda e em seguida postos &lt;st1:personname productid="em prática. Baseada" st="on"&gt;em prática. Baseada&lt;/st1:personname&gt; na idéia de criação de um Interbairros em Brasília, concepção anteriormente instaurada em Curitiba e com resultados positivos, a estratégia de Lerner era criar ligações entre os centros urbanos da região (o plano piloto, Taguatinga, Ceilândia, Guará, Candangolândia, etc.). Dessa forma, haveria espécies de anéis urbanos, os quais conversariam entre si, atingindo um equilíbrio e causando na população a sensação de unificação da cidade. Em outras palavras, Brasília e todo o seu entorno seriam uma só cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Do enorme leque de cinqüenta obras, pode-se listar algumas que ganharam maior visibilidade, como as reformas na Torre de TV, no Planetário, no trecho de ligação da L4 e da W4 Sul, na Catedral ou a construção da Fonte Luminosa, da Torre de TV Digital no Colorado, do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), da Calçada Athos Bulcão no Bosque das Constituintes e também a pintura da fachada do Congresso Nacional. No final do mês de janeiro, Jaime Alarcão, Secretário de obras do Distrito Federal, afirmou em entrevista para o jornal Correio Braziliense que as obras para a comemoração do aniversário da cidade já andavam para o processo de encerramento, estando de &lt;st1:metricconverter productid="60 a" st="on"&gt;60 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 80% prontas e que no dia 21 de abril elas seriam inauguradas em sua totalidade e com sucesso. Em março, porém, ele mostrava sua frustração ao declarar que a Catedral não estaria pronta, mas que os brasilienses podiam comemorar a entrega de cinqüenta obras em andamento pela cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nem mesmo as programações culturais conseguiram escapar da onda de azar do GDF. Grandes nomes da música internacional, como Madonna e Paul McCartney, viriam prestigiar a festa da capital e fazer apresentações na Esplanada dos Ministérios. Mas após serem informados dos escândalos de corrupção abriram mão do trabalho, a fim de evitar envolvimento com um governo corrupto. Restou ao público contentar-se com os tradicionais shows de bandas nacionais. Vão marcar presença no palco principal os grupos NX Zero e Paralamas do Sucesso, assim como os artistas Luan Santana e Daniela Mercury e a dupla de cantores sertanejos Bruno e Marrone.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Como disse o Secretário de Cultura do Distrito Federal, Silvestre Gorgulho, na reunião no Museu da República para a divulgação da programação oficial do cinqüentenário da capital, “quis o destino que a festa dos 50 anos desta cidade, símbolo de vitória, da interiorização da economia, da magnitude de receber brasileiros dos quatro cantos, fosse num momento difícil para a cidade”. Nós, moradores da tão difamada capital do país, esperamos, sinceramente, que nenhuma outra desgraça recaia sobre as tão aguardadas festividades. Por falar nisso, será que até dia 21 de abril as chuvas catastróficas que estão fazendo o planalto central virar um mar já vão ter parado?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-2400652675202797042?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/2400652675202797042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=2400652675202797042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2400652675202797042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2400652675202797042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/04/50-anos-de-brasilia-em-as-50-provas-do.html' title='50 anos de Brasília em: as 50 provas do caos!'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-5696763176992922509</id><published>2010-04-03T16:26:00.000-07:00</published><updated>2010-04-04T14:29:42.053-07:00</updated><title type='text'>a terra dos Pequenos MC`s</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S7j-ubbr2XI/AAAAAAAAAHc/mi578-s_iKU/s1600/barraco.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S7j-ubbr2XI/AAAAAAAAAHc/mi578-s_iKU/s400/barraco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456391022150670706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tem chovido todos os dias. As vezes estamos protegidos dentro de casa, outras vezes temos sorte e estamos no ônibus, no carro ou em lugares sob os quais possamos nos proteger. Porém, há também as situações em que a chuva nos pega de surpresa (ainda mais em Brasília!), vem de leve, mas rapidamente e, sem maiores constrangimentos, desaba em nossas cabeças (igualzinho a uma descrição da novela mexicana =P). Uma das sensações mais desagradáveis, ao menos ao meu ver, que se tem debaixo de chuva é sentir a água entrando no sapato. Molhada, gelada, fingindo-se de desintencionada, fazendo aquele barulhinho chato e também fazendo a meia fria grudar no pé.  Voltar ao Varjão depois de seis ou cinco anos me causou um sentimento bem próximo disso. O Varjão é uma das tantas regiões administrativas aqui do DF, calcula-se que sua população gira em torno de nove mil habitantes atualmente. Ele fica ao ladinho do Lago Norte. Contudo, seus moradores não tem a mesma sorte dos vizinhos, eles não podem morar em grandes mansões com piscina no quintal, chuveiro com água quentinha, banheiro limpinho e uma mesa farta com direito a reclamação por parte das crianças que alegam não ter nada para comer  na casa enquanto o armário está farto de alimentos que muitos cidadãozinhos da antiga favela logo ao lado jamais vão ter a oportunidade de experimentar em toda a sua vida. Até porque, pasmem, a média de renda de quem mora no Varjão (R$ 730 segundo informações da Administração Regional do Varjão) não paga nem a escola de um único filho do cidadão de classe média alta que mora no Lago. Não que a miséria tome conta de todas as moradias do lugar. O fato é que em ambas as vezes que eu fui lá achei bastante gritante a pobreza, principalmente diante do constraste "bairro nobre X favela de migrantes nordestinos marginalizados". Fomos eu, a Elis e o Thiago, os atuais responsáveis por dar suporte ao projeto Pequenos MC`s, coordenado por Martineli Fonseca. Depois de voltas e voltas em busca do paradeiro de Martineli, um moço simpático da Administração Regional ofereceu ajuda e nos levou até a casa do dito cujo que havia esquecido que tinha hora marcada conosco (haha. acontece!). O portão improvisado de uma madeira desgastada e judiada pela chuva nos convidou a entrar em um universo desconhecido, uma vida completamente diferente do que já tínhamos visto de perto até então (o mais próximo fora nos filmes da Rede Globo muito em voga que adoram mostrar a vida na favela). Após atravessarmos o quintal semi abandonado feito de terra batida e dos lixos e dejetos mais diversos, abriu-se uma pequena porta, de material semelhante ao do portão, que nos jogava direto para a realidade do Martineli e dos Pequenos MC`s. Era um cubílo, um ambiente realmente muito pequeno, passei os olhos impressionada mas tentando ser discreta. O computador velho, a televisão do começo dos anos 90, os armários quebrados e a cama que quase encostava o chão (feito da mesma terra do quintal), entretiam as duas crianças e o jovem, então abrigados no barraco. Eles estavam se mudando, por isso tudo estava uma bagunça, desculpou-se o dono da casa. Não descobrimos até agora se os menininhos moram com ele, mesmo já tendo tido muito contato com o coordenador do grupo de Hip Hop nos últimos dias. A proposta é que a gente dê apoio estrutural para ele e para os meninos tocarem o projeto. Temos tentado ajudar. Eles gravam clipes, compõem músicas, fazem apresentações para ONGs e escolas. É bastante interessante. Acho que vamos aprender muito com esses futuros grandes cidadãos. E que venham as próximas visitas ao Varjão, os próximos vídeos para se editar e os próximos editais para se responder (u.u)! Quanto ao quadro de desigualdade Varjão X Lago Norte, são também os Pequenos MC`s que deixam o exemplo, através da proposta de quebrar os preconceitos dos próprios moradores da Região Administrativa com sua cidade. O primeiro passo é eles não se sentirem inferiorizados, para que, em seguida, possam ir a luta para buscar uma situação mais favorável e justa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papel de jornalista cumprido por enquanto =) mantenho vocês informados. Se quiserem ver o vídeo deles no youtube aqui está o link: http://www.youtube.com/watch?v=rLnEKG0CV1w. Porque nem consegui baixar pelo querido aTube Catcher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bises :*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-5696763176992922509?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/5696763176992922509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=5696763176992922509' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5696763176992922509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5696763176992922509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/04/terra-dos-pequenos-mcs.html' title='a terra dos Pequenos MC`s'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S7j-ubbr2XI/AAAAAAAAAHc/mi578-s_iKU/s72-c/barraco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-2687843866211938388</id><published>2010-03-28T21:06:00.000-07:00</published><updated>2010-03-28T21:28:12.074-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-732ff0189d56ff68" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D732ff0189d56ff68%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331187037%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D648DBFB29719690AA9B943A75AD029F0A8D37756.2FE6A9D967140D5E3F215FE8DEFD765A397179D7%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D732ff0189d56ff68%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dbbc5XrQxuU7-KMvrMg0hM-fqiC8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D732ff0189d56ff68%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331187037%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D648DBFB29719690AA9B943A75AD029F0A8D37756.2FE6A9D967140D5E3F215FE8DEFD765A397179D7%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D732ff0189d56ff68%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dbbc5XrQxuU7-KMvrMg0hM-fqiC8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O pessoal do Greenpeace jamais mandou o e-mail com o cadastro para ser  voluntário, mas como eu ainda tento tomar coragem para o web ativismo resolvi postar esse vídeo aqui. Porque sério, ele é brilhante e repercutiu bem mundo à fora. Tirem suas próprias conclusões e pesquisem, vale a pena. Não pesquisarei porque estou com muito sono, doente e ressabiada de festas ruins (Calourada foi completamente fail). Voltarei ao meu romance inglês (acredito eu) A Mulher do Tenente Francês. Amanhã rolará a festa na casa da minha prima - edição "UhuL! Casa vazia. Partiu aproveitar". E também um provável encontro com o moço do Varjão que vai fazer uma espécie de associação com Comunicação Comunitária) pela segunda vez, vamos ajudá-lo a gravar e editar vídeos para que a galera de lá possa contar um pouquinho da realidade do lugar. Deve ser interessante. Só que antes de tudo vocês merecem um relato das desventuras de sábado a noite. Portanto, aguardem... haha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-2687843866211938388?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/2687843866211938388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=2687843866211938388' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2687843866211938388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2687843866211938388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/03/o-pessoal-do-greenpeace-jamais-mandou-o.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-8517908077868351647</id><published>2010-03-24T21:47:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T22:40:24.434-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="State"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="place"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;"Eu me contradigo? Pois bem, eu me contradigo. Sou amplo, contenho multidões" - Walt Whitman&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem uma cena do filme "How to Deal" em que a personagem principal está saindo do velório do namorado da melhor amiga e a chuva desaba para representar uma daquelas tradicionais lavagens da alma. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;" lang="EN-US"&gt;Para completar, a trilha &lt;st1:state st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;sonora&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:state&gt; é "Do you realize?". Do you realize that you have the most beautiful face? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Pois é. A moça está no meio de uma multidão, deslocada, e, de repente, tudo parece fazer sentido. Hoje não choveu aqui. Não muito. As coisas também não pareceram fazer sentido, não externamente. Apenas pesquei, sem o menor propósito, a frase a cima na minha memória e notei que ela se encaixa como uma luva no meu momento. Talvez em mim como um todo, sempre. Pode ser que não seja bem uma multidão também, quem sabe sejam somente duas. Se bem que eu, sendo uma só, já dou trabalho, quanto mais multiplicada por dois. Porque se uma quer, a outra, que já havia querido, resolve desquerer. Se uma gosta a outra insiste em desgostar. É como uma balança, dois pesos e duas medidas. Só que uma balança que nunca encontra o equilíbrio. Não possuo equilíbrio. Aliás, sou a fórmula do desequilíbrio total. Balanço, ora com o vento, ora com a estagnação. Vivo caindo, de tão irregular. Ou até mesmo de tão regular. O fato é que caio, sem dó nem dor. Me esborracho, pequena e indiferente, em um chão bem duro. Aí vem a outra versão de mim, estende a mão, piedosa, e eu levanto mais uma vez para repetir o ciclo completamente viciado. É um vício dividir-me em duas. É um vício ainda maior me perder e, lá pelas tantas, voltar atrás, não saber o que fazer e acabar por desfazer o que já se tinha feito. É um erro insistir. O certo é que, hora sim, hora não, vou me arrepender. Nesse momento vou precisar da ajuda de mim mesma para trazer de volta um eu desarrependido. Eu me contradigo? Pois bem, eu me contradigo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: 'Trebuchet MS';" lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-8517908077868351647?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/8517908077868351647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=8517908077868351647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8517908077868351647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8517908077868351647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/03/normal-0-21-false-false-false.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-4936985077327500238</id><published>2010-03-23T16:22:00.000-07:00</published><updated>2010-04-06T22:17:50.501-07:00</updated><title type='text'>As cartas que eu não mando.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S6lVuBbhaaI/AAAAAAAAAGc/snKhVVZG0Nc/s1600-h/selos.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S6lVuBbhaaI/AAAAAAAAAGc/snKhVVZG0Nc/s400/selos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451983073054910882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Que dia esperado para um paralelo com a música. Pois é, não é Rio de Janeiro. Mas é Brasília, e é 23 do 3. Março se esvai por entre os poros de nossas vidas cansadas despreocupadamente. No começo do ano nunca lembramos do quanto o tempo passa rápido. Os dias são lentos, os anos voam. Paralelamente, mil fatos vão se passando com o mundo: a quantidade de gente que morre por causa de água poluída é maior do que o número de pessoas que morrem por causa da violência, a aids em Moçambique continua deixando milhares de crianças orfãs, as taxas de juros caem no Brasil, Obama continua as voltas com a tão desejada reforma no sistema de saúde americano, os temporais assustam gente na Austrália e gente em Jaguari e Santiago, a UnB mantém a greve, o DCE se revolta com um professor americano que ainda está dando aula de cálculo na universidade e as aulas de Comunicação Comunitária permanecem fazendo plantão aos sábados de manhã. Apesar da sua imensidão, hoje o mundo parece suficientemente pequeno a ponto de eu me identificar com cada notícia no jornal. O Jornal Nacional, por exemplo, mostra agora uma matéria que trata da mal que o colesterol ruim (LDL) faz ao organismos. Ele está em carnes gordurosas, doces e... Doces! Tcharãn. Então surge o Obama anunciando a "nova era" por ter sancionado a reforma da saúde. O som toca Beatles, animadamente. Mesmo sendo 23 do 3, não faz muito tempo que eu me perdi de alguém, não tempo o bastante ou com a intensidade necessária para eu querer escrever cartas contando meus feitos e meus defeitos todos os meses. Somente me arrependo de estar em casa lendo Eclipse ou perdendo meu tempo com saudosismos, enquanto a vida passa aqui do lado. Passa na UnB, passa na Esplanada, passa no trânsito, passa nas escolas. E essa greve parece não acabar. Olha, é ano de eleição. De repente começa "I`m a loser", em seu ritmo ironicamente alegre. Eu me lembro da feição indignada do Matheus criticando a música e ao mesmo tempo me pergunto, desanimada, acompanhando a letra da canção: what have I done to deserve such a fate? Esperamos a greve acabar, esperamos as tormentas passarem, esperamos os juros caírem mais, esperamos não só que a saúde nos EUA melhora, mas que a saúde em todo o planeta melhore, esperamos que o tempo passe, esperamos. Esperamos. Esperamos parados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: agora ao som de Pedra Letícia xD&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-4936985077327500238?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/4936985077327500238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=4936985077327500238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4936985077327500238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4936985077327500238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/03/as-cartas-que-eu-nao-mando.html' title='As cartas que eu não mando.'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S6lVuBbhaaI/AAAAAAAAAGc/snKhVVZG0Nc/s72-c/selos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1223166990108296428</id><published>2010-03-19T15:26:00.000-07:00</published><updated>2010-03-19T15:52:39.489-07:00</updated><title type='text'>PIMENTA ROSA - O drama mexicano [7]</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;SÉTIMO EPISÓDIO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago Theodoro debruçou-se sobre os livros, já com água na boca. Queria estar a par de toda a lista pré-disponibilizada pela universidade, ousava pretender ser o melhor e chegar sabendo antecipadamente, de cabo a rabo, tudo que o material do semestre tinha para lhe oferecer. Ele adorava ser o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois, quando a Revolução foi consolidando-se, e pudemos então estabelecer as novas tarefas que se vêem no horizonte, o companheiro Fidel sugeriu a mudança de nome desta organização. Uma mudança de nome que é toda uma expressão de princípios. A União de Jovens Comunistas está diretamente orientada para o futuro. Está articulada com vistas ao futuro luminoso da sociedade socialista, depois de percorrer o caminho difícil em que estamos agora, que é a construção de uma nova sociedade no caminho da consolidação total da ditadura de classe, expressa através da sociedade socialista, para alcançar finalmente a sociedade sem classes, a sociedade perfeita, sociedade que vocês serão os encarregados de construir, de orientar e de dirigir no futuro!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Thiago suspirou, admirado, aquela era sua maior paixão: o desejo por mudar o mundo, por tirar a humanidade da escuridão e levar todos a um mundo diferente, um mundo melhor. Ele queria clarear a mente de seus companheiros. Estava compenetrado demais nas obras que tratavam da vida e dos feitos de comunistas famosos e nem se quer se deu por conta de que alguém batia a porta. Levantou-se em um sobressalto ao escutar passos dentro de seu quarto.&lt;br /&gt;	Era Maria Mariana, ela entrara e falava animadamente, quando, de repente, se tocou de que havia invadido a casa do amigo sem nem avisá-lo. Ele a observava, atrapalhado. Ela sentiu-se constrangida.&lt;br /&gt;- Estava passando aqui e pensei em te convidar para ir até a cachoeira. – disse, tentando encontrar uma explicativa plausível para a invasão – Desculpe-me.&lt;br /&gt;- Cachoeira? Claro. Eu adoraria – respondeu Theodoro, conciliador.&lt;br /&gt;- Vista-se rápido então. Vamos esperar você lá no térreo. Depressa.&lt;br /&gt;	Dez minutos depois, Maria Mariana, Thiago Theodoro e um grupo de amigos, também pensionistas, dirigiam-se alegremente para a trilha da cachoeira. Miranda era uma moça de cabelos vermelhos, estatura mediana, aparentemente, calada e recatada. Mas suas vestimentas entregavam de imediato o quanto as aparências enganam. Quando se punha a falar mostrava seu enorme potencial, era conhecedora de tudo, pelo menos um pouco, e aquilo que conhecia totalmente, não se enganem, ela não deixava de saber e de informar um milímetro se quer sobre o tal assunto.&lt;br /&gt;	Cassimiro era jovial, Penélope era sutilmente perspicaz, Santinha era espontânea e espevitada, Romeno era crítico, audacioso e, como todo bom crítico e absoluto de si mesmo que se preze, era também muito cabeça dura. Andavam conversando, animadamente, despreocupados com tudo mais que não viesse ao caso ali, em seu tão diversificado diálogo de verão.&lt;br /&gt;	Nesse ritmo distraído, Maria Mariana, já conhecida por ser estabanada, deixou cair o lenço de seda que delicadamente acomodara no braço esquerdo, servindo de enfeite, alguns passos atrás e só dera-se por conta naquele instante.&lt;br /&gt;- Ora essa! Deixei cair o lenço de seda, foi presente de minha avó. Não vou me demorar em reencontrá-lo, deve estar logo ali atrás. – Dizia isso já dando meia volta.&lt;br /&gt;	Seu jeito de correr era desengonçado, balançava as mãos levemente na altura entre os seis e o ventre e punha os pés um a frente do outro ruidosamente. Não demorou muito até que o avistasse lá longe, amarelo como o sol. Suspirou aliviada e correu mais depressa. O lenço estava estendido sob uma sombra amena, Mariana até sentiu-se tentada a parar um instante. Pegou o lenço com pressa e tentou reorganizá-lo em sua antiga posição para que pudesse descansar um instante debaixo da convidativa árvore. Não pode fazê-lo, porém, pois, escondida por entre as dobras do lenço, lá estava ela: uma peçonhenta aranha marrom.&lt;br /&gt;	As aranhas marrons, em sua natureza, são animais inofensivos, até que os incomodem. Maria Mariana, no caso, incomodou a aranha que se acomodara de maneira tão aconchegante no lenço amarelo, já que apertou o bichinho contra seu próprio braço. A aranha, como era de se esperar, não pensou duas vezes e soltou todo o seu veneno. Isso, porém, não foi problema para a moça. Ela encarou o animal com desprezo e detectou que fora picada, mas a picada era minúscula e nem sequer doía. Deu um tapa tão forte que a pobre aranha voou para bem longe. E depois completou a volta inteira, dando a segunda meia volta, desta vez para retornar a companhia dos amigos.&lt;br /&gt;	Os amigos já estavam na cachoeira. Maria Mariana chegou apressada e tirou a blusa e o jeans surrado na ânsia de pular na água. Lá de dentro, Thiago Theodoro viu a cena e despertou para a beleza da amiga. Quer dizer, ele havia reparado antes no seu rosto angelical e no seu sorriso docemente sedutor. Mas não tivera até então a oportunidade de deparar-se com as curvas que pareciam distraidamente bem determinadas do seu corpo e com seu jeito de tirar a blusa e o jeans surrado tão direta e espantosamente atraente.&lt;br /&gt;	Ele teve de se recompor ao ouvir os gritos espevitadamente alegres de Santinha:&lt;br /&gt;- Ei, ei! Vocês viram o que saiu no jornal? Sabem quem está na cidade? Marie Moraes: a cantora de música romântica!&lt;br /&gt;- Ah, fiquei sabendo. – Expressou-se Maria Mariana, desanimada com o assunto e preocupada em procurar pedras no chão para não entrar de vez na água gelada.&lt;br /&gt;- Sou fã do trabalho dela! Acho suas músicas incríveis, a composição é tão simples mas tão tocante. – Era Cassimiro, defendendo o gosto de Santinha.&lt;br /&gt;- Acho simplesmente medíocre. – Acrescentou Romeno, erguendo uma das sobrancelhas para certificar aos demais que desprezava o assunto e a própria Marie Moraes.&lt;br /&gt;- O fato é que, para quem gosta, haverá uma apresentação dela hoje, as 19 horas, na praça central. Quem vai comigo?&lt;br /&gt;- Não gosto tanto, mas também não desgosto totalmente, Santinha. Posso te acompanhar. Aliás, acho que podíamos ir todos, não? Podemos apresentar a cidade devidamente para Thiago Theodoro.&lt;br /&gt;- Quem sabe?! – Disse Romeno, mudando de assunto imediatamente, para não correr o risco de cair no tédio com maiores observações sobre o trabalho de Marie Moraes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults ext="edit" spidmax="1026"&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap ext="edit" data="1"&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Naquela tarde, brincaram e se divertiram na cachoeira como velhos amigos de infância, todos eles. Aquele clima de cidade pequena fazia com que Thiago Theodoro se sentisse em casa, era como se ele já conhecesse, previamente, não só Maria Mariana, mas também cada cantinho de San Diego. Ele sabia onde virar para chegar à padaria e quantas ruas descer para ir até o clube. Maria Mariana ainda pensava em sua própria existência e esperava, sem saber que estava esperando, aqueles segundos que viriam para mudar sua vida. Os demais idealizavam a noite, o show, os dias de aula, a universidade e tempos surpreendentemente melhores. O que será que os aguardava ainda naquele entardecer? Thiago Theodoro e Maria Mariana descobririam que sua relação poderia ir além da amizade? E Elis Regina, o que estaria fazendo? Quem seria aquela misteriosa cantora? Acompanhem tudo isso e mais no próximo episódio de Pimenta Rosa – O drama mexicano!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1223166990108296428?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1223166990108296428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1223166990108296428' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1223166990108296428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1223166990108296428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/03/pimenta-rosa-o-drama-mexicano-7.html' title='PIMENTA ROSA - O drama mexicano [7]'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-6027336852711410659</id><published>2010-03-17T20:54:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T21:10:55.244-07:00</updated><title type='text'>Sobre as eleições 2010</title><content type='html'>Fonte: www.tudoemfoco.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} h2 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	mso-outline-level:2; 	font-size:18.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	font-weight:bold;} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: center; font-family: georgia;" align="center"&gt;Ainda faltam alguns meses para as eleições 2010 e para os brasileiros definirem quais serão os novos Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Governadores e Presidente da República. Mesmo assim, o debate sobre as &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eleições 2010&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; estão a todo o vapor, principalmente no que diz respeito à sucessão presidencial.&lt;br /&gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-family: georgia;" id="more-4308"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;h2 style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Oposição&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Para o atual Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, a oposição só está pensando nas &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eleições&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style=""&gt;.&lt;/b&gt; Segundo ele, a sede de voltar ao poder é tanta que há muito tempo os opositores já arquitetam a retomada do cargo majoritário do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Várias discussões já começaram sobre o novo processo eleitoral, entre elas sobre como será a regulamentação das eleições 2010 pela internet, sobre quais serão os candidatos e as pesquisas de opinião pululam por todos os lugares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Sobre a regulamentação da campanha na internet, ficou liberado para que os internautas possam expressar suas opiniões livremente em blogs, sites de relacionamento e de mensagens instantâneas. Para os candidatos, a internet fica liberada para divulgação de projetos. Já os sites que são mantidos por empresas de comunicação precisam obedecer às regras das eleições da TV e do rádio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Candidata do PT&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Está quase certo que o PT colocará Dilma Roussef como candidata para substituir Lula na presidência. Apesar de essa não ser a versão oficial do partido, isso está sendo avaliado há meses pelos analistas políticos e Lula, que, apesar de tentar, não consegue convencer ninguém de que isso não acontecerá. A Ministra-chefe da Casa Cívil pode se tornar a primeira mulher a governar o Brasil. Mas a disputa não vai ser fácil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Candidatos da oposição&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;A oposição, representada por PSDB e DEM, ainda não tem candidato fixo para as &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eleições&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Espera-se que o PSDB lance candidato à presidência e que o DEM siga como vice. Essa atitude aumenta a força dos partidos e da própria oposição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Dentre os possíveis candidatos do PSDB à presidência nas &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eleições 2010&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, estão José Serra (SP) e Aécio Neves (MG). O candidato mineiro tem força naquele estado e é figura consistente dentro do partido. O problema é que o Brasil de uma maneira geral ainda não o conhece. Nesse ponto, sai na frente José Serra. Ele já disputou campanha presidencial, perdendo para Lula. Mas isso ajudou e fez com que ele fosse conhecido por todo o país. E nas pesquisas de opinião, Serra sai bem na frente de Aécio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Outros partidos menores prometem lançar candidatos. O Partido Verde contou, recentemente, com uma nova integrante para reforçar a sua base política. Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, saiu do PT e foi para o PV. E este partido está prometendo lançá-la como candidata à presidência.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Ois =) [01:01, só pra registrar],&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Pois é, vamos começar a falar de eleições então. Porque já está uma confusão e ainda estamos no mês de março. A proposta é apresentar os possíveis candidatos e pré-candidatos, um por um. Isso foi uma prévia, o post é do primeiro semestre de 2009 ainda e a Dilma e a Marina já são pré-candidatas de verdade. Ainda está rolando a confusão entre o Serra e o Aécio. Segundo a Fátima no Jornal Nacional (edição de ontem - 17/03), o Ciro Gomes quer se candidatar mas ainda não conseguiu um apoio forte por parte do partido. A confusão rola solta sim. Ainda mais que saiu a última pesquisa do Ibope, em que a Dima subiu em intenções de voto de 17% para 30%. Agora ela está distante apenas 5% de Serra. Porém, dizem as más línguas que o Serra afirma que abrirá mão da candidatura. Já pensou? O Lula falou em uma entrevista na semana passada que independente de seu sucessor, o país não voltará a ser a bagunça econômica que era antes. Somos, atualmente, um país estável. Mas acho que pelo menos essas eleições vão sacudir (e muito!) o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;beijos e queijos, bonitos :*&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-6027336852711410659?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/6027336852711410659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=6027336852711410659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6027336852711410659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6027336852711410659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/03/sobre-as-eleicoes-2010.html' title='Sobre as eleições 2010'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1652205134257095023</id><published>2010-03-09T18:02:00.000-08:00</published><updated>2010-03-09T18:45:49.514-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S5cG1v6jY_I/AAAAAAAAAGU/YIvbitoTigc/s1600-h/DSC03461.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S5cG1v6jY_I/AAAAAAAAAGU/YIvbitoTigc/s400/DSC03461.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446829794792793074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Segundo dia de aula e a UnB, enfim, entra na tão falada greve "de verdade". Dizem por aí que ficaremos dessa vez um bom tempo sem aula. Pelo menos nem deu tempo de sair do embalo das férias, não é? Tomara que os professores finalmente consigam organizar a URP, a adesão a greve está sendo altíssima, inclusive por parte dos alunos. Fora a UnB, os dias continuam todos iguais. Falando nisso, essa era minha sorte do orkut hoje [haha]: "os dias são longos, mas os anos são curtos". Ain, gente, é a mais pura verdade. Continuo procurando estágio, a auto escola vai aos trancos e barrancos (meu monitor é o que existe de enrolado), as aulas estavam ótimas (obrigada!), os ônibus não deixaram de ser lotados, muito pelo contrário, o campus volta a ficar cheio pois ninguém teve a oportunidade de desistir ainda, Brasília permanece com seu desesperador clima desértico. E quando o ano estiver acabando eu vou fazer aquela típica recapitulação só para não deixar morrer meu espírito saudosista e vou pensar "Nossa! Passou voando :O". É que o monótono voa mesmo. Por isso vale muito a pena inventar. Inventar graça, inventar dúvidas, inventar obstáculos, inventar amores e amizades, inventar maneiras. Meu interessantíssimo professor uruguaio trouxe a nós hoje uma sabia frase de Kafka que refere-se a livros, mas pode-se aplicar também aos demais momentos da vida. É assim: "... se o livro que lemos não nos acorda com um murro no crânio, para quê lê-lo?". Então, se a vida que vivemos nos permite adormecer, sem socos no estômago, sem nem mesmo fazer cócegas, qual é o sentido dela?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;P.S.: A foto do esquilo foi sim completamente aleatória, mas só pela descontração. Hahuahuauaahua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Alguém para andar de bicicleta? :)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1652205134257095023?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1652205134257095023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1652205134257095023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1652205134257095023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1652205134257095023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/03/segundo-dia-de-aula-e-unb-enfim-entra.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S5cG1v6jY_I/AAAAAAAAAGU/YIvbitoTigc/s72-c/DSC03461.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-9059907446337180654</id><published>2010-03-07T14:56:00.000-08:00</published><updated>2010-03-07T15:29:47.164-08:00</updated><title type='text'>Vizinhança</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S5Q2BVEjEmI/AAAAAAAAAGM/3oc1xxFwJ3o/s1600-h/janela.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S5Q2BVEjEmI/AAAAAAAAAGM/3oc1xxFwJ3o/s400/janela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446037245861761634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;Y.E.onDOMReady(show_notes_initially);&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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Acho que há momentos na vida de todas as pessoas em que a única saída é mesmo acabar. E, como se fosse uma passagem, como se fosse a maneira mais eficaz de aliviar, ele quis cair. Podia mergulhar. Seria, provavelmente, a maior e mais bem sucedida estrada percorrida por ele até então no mais curto prazo de tempo. Seria possível penetrar naquelas vidas, sem exceção, uma por uma, acompanhar suas ascensões e suas depressões.  Era a forma mais pura de desvendar as pessoas. Era também o meio menos doloroso de chocar-se com elas. Chocando-se com o chão. Mas ele tinha apenas oito anos de idade. Eu, no lugar dele, preferi desde sempre cortar o mal pela raiz. Eu acharia mais justo e menos incomodo minha mãe ter acatado as ordens de minha tia ainda no início da gravidez e porto log&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;o um fim na história. Acredito que ele não teve essa opção. Nem eu. O fato é que ele olhou e já estava certo de que a queda o levaria se não ao céu, ao menos a paz. Lembrando que ele tinha apenas oito anos de idade. Décimo sétimo andar: a família que fingia que tudo estava bem do jeito que estava. Cientes de que o mundo é injusto mesmo e iludindo-se com a afirmação de que isso não tem conserto. Décimo quarto andar: um casal; o emprego pagava bem, mas se trabalhar fosse bom ninguém se aposentava. Ser feliz era o de menos. Décimo segundo andar; o pai dizia sempre que a família vinha em primeiro lugar. Faltava apenas rever o conceito de família. Décimo andar: a velha senhora, viúva, desolada, farta da vida, sem coragem para nada. Ela nunca tivera coragem para nada mesmo. Agora, além disso, faltava-lhe, igualmente, a força. Não que ela tenha sido muito forte alguma vez, só que a fraqueza física havia, finalmente, se equiparado a fraqueza de espírito. Sexo andar: a farsa! A mãe ideal, o pai liberal, o filho perfeito, a filha exemplar e o cachorro mais esperto do mundo. Estampavam suas imagens na vitrine para todos, exceto para suas respectivas consciências. Devia doer ter que segurar aquela máscara. Segundo andar: eu. Eu sabia que ele precisava de mim, mas seu egoísmo me sufocava. Afinal, como ele mesmo observou (e ele não foi o único), eu também preciso de ajuda, talvez mais do que ele. Como eu queria estar em seu lugar, com apenas oito anos de idade e a convicção de que pular... Simplesmente pular. Se eu fosse ele, ou então se eu fosse a moça do segundo andar no momento da queda que não aconteceu. Eu não sou ela. E ele não tem mais apenas oito anos de idade. Nossos caminhos já se esbarraram em saltos distintos que, por segundos, coincidiram. Os segundos equivalentes aos da ação de cair. Ele, assim como a senhora viúva, teve medo. Ou então, teve azar. Conclusão similar a que a velhinha do décimo andar tirou de sua própria existência. E eu? Eu vou uma, duas, três, décadas além daquela que lhe inspirou confiança no impacto. Não sei onde ficou meu medo nem minha coragem. Deve ter ficado parado no tempo, no instante em que minha mãe disse para minha tia “Não vou!” e eu para sempre me arrependi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Considerações: Gostei desse ursinho perdido, acho que ele representa um pouco as personagens, presas, deparando-se com a tempestade através de um vidro. As vezes eu me sinto tão desamparada quanto eles (não hoje, que se observe =P), por isso escrevi o texto. Sim, houve inspiração, mas nós sempre lemos as pessoas da forma que melhor nos convém e, no final de tudo, nos decepcionamos com nossa própria criação. Sem perder as esperanças =) há também quem supere as expectativas e nos surpreenda. Não foi dessa vez.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-9059907446337180654?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/9059907446337180654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=9059907446337180654' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/9059907446337180654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/9059907446337180654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/03/vizinhanca.html' title='Vizinhança'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S5Q2BVEjEmI/AAAAAAAAAGM/3oc1xxFwJ3o/s72-c/janela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1543984659882022572</id><published>2010-02-27T20:13:00.000-08:00</published><updated>2010-02-27T20:24:58.164-08:00</updated><title type='text'>Sexo na mídia e violência contra a mulher - BBC</title><content type='html'>&lt;h1 style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fonte: BBC Brasil, Comportamento - 26/02/10&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="font-family: georgia;"&gt;Estudo diz que sexo na mídia estimula violência contra mulher&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um estudo divulgado nesta sexta-feira afirma que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdo sexual na mídia vem reforçando a ideia da mulher como objeto de desejo e alvo de violência doméstica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório Sexualização dos Jovens, da psicóloga Linda Papadopoulos, encomendado pelo Ministério do Interior britânico, diz que os jovens estão cada vez mais expostos a conteúdo relacionado à sexualidade por meio de revistas, televisão, internet e aparelhos de celular, sem que os pais consigam controlar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, esse conteúdo está “legitimando a ideia de que as mulheres existem para serem usadas e de que os homens existem para usá-las”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, a pesquisadora entende que a posição da mulher como alvo de violência doméstica acaba virando comum e até aceitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Da sexualidade à violência&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O estudo diz que as crianças estão sendo cada  vez mais retratadas como adultos, enquanto adultos são infantilizados, o  que confunde as noções de maturidade e imaturidade sexual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Além disso, tanto mulheres quanto homens são  levados pela mídia a buscar um ideal de aparência física "fora da  realidade”, o que resulta em “insatisfação com o próprio corpo, um  reconhecido fator de risco para a autoestima, para depressão e  distúrbios alimentares”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                                            &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Um tema dominante em revistas parece ser a  necessidade das garotas de se apresentarem como sexualmente desejáveis  para atrair a atenção masculina”, diz o estudo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Seguindo esse mesmo raciocínio de subserviência  feminina, a violência contra as mulheres acaba sendo banalizada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                                            &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O relatório aponta que, desde 2004, a exibição  na TV de cenas de violência contra a mulher cresceu 120%, enquanto as de  agressão contra adolescentes aumentou 400% no período. Além disso, no  cinema, 75% dos personagens e 83% dos narradores são homens.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Papel dos pais e da escola&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Papadopoulos entende que essa lógica explica os  resultados de uma pesquisa do Ministério do Interior britânico divulgada  neste mês.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A análise revelou que 36% dos britânicos  acreditam que, em caso de estupro, a mulher deve ser parcialmente  responsabilizada se estiver bêbada, e 26% pensam assim no caso de a  vítima estar usando roupas sensuais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A psicóloga cita ainda o dado de que uma em cada  três garotas britânicas entre 13 e 17 anos já teve de fazer sexo contra  a sua vontade, enquanto 25% delas já sofreram algum tipo de violência  física.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para reverter esse quadro, o relatório defende  que os pais acompanhem mais de perto como seus filhos usam a internet e  seus celulares e que o Estado tome medidas para coibir a banalização da  sexualidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A pesquisadora também recomenda que as escolas  tragam essa discussão sobre a igualdade de gênero para as salas de aula.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-size:130%;" &gt;Achei interessante. Mais grave do que eu imaginava e, é claro, deprimente. Como diz um grande amigo meu, tudo culpa da mídia burguesa. O que mais me impressionou na verdade foram as estatísticas na Inglaterra. Fiquei com medo. Reflitão. E reflitão muito u.u&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1543984659882022572?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1543984659882022572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1543984659882022572' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1543984659882022572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1543984659882022572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/02/sexo-na-midia-e-violencia-contra-mulher.html' title='Sexo na mídia e violência contra a mulher - BBC'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-5883592758245170478</id><published>2010-02-25T22:17:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T22:51:23.538-08:00</updated><title type='text'>PIMENTA ROSA - O drama mexicano [6]</title><content type='html'>&lt;div face="georgia" style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;SEXTO EPISÓDIO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seu Antônio José calçou suas pantufas herdadas do pai e foi, preguiçosamente, abrir os portões de ferro da padaria. Dona Benedita ainda estava com os olhos entreabertos, foi com um bocejo que levantou as persianas das janelas de sua casa e deixou entrar na sala de estar o colorido das flores de seu belo jardim. Seu Alfredino, o leiteiro, já estava montado na carroça, a caminho do centro da cidade, pronto para completar a rotina de mais um dia de entregas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Eram cinco e meia da manhã e os galos cantavam, atiçando o instinto de caça dos vinte e um gatos do pensionato. Maria Mariana, ainda sob o toldo do Supermercado Sampaio, com a cabeça suavemente acomodada no colo de Thiago Theodoro, ia retomando a consciência, sem pressa. Trocou a imensidão branca pela iluminação do clarear do dia. Estava tonta e desorientada. Levantou a cabeça e o tronco com leveza e tentou colocar-se em pé, mas não conseguiu, caiu novamente, dessa vez sentada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Ao cair deu-se por conta, sem saber bem o que fazer, de que estivera ali, deitada com um estranho. Não se recordava de como fora parar lá, mas tinha a mais absoluta certeza de que precisava sair depressa. Seu primeiro impulso foi o de colocar-se a gritar. Não tinha forças, entretanto. Foi aí que respirou fundo e cerrou os olhos com força, só para procurar mentalmente a solução mais óbvia para aquela cena distinta e desvinculada de seu cotidiano. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Ao abrir os olhos levou um susto ainda maior que o anterior. Pois percebeu, apavorada, que conhecia o suposto desconhecido. Não o conhecia de San Diego, nem das viagens para fora do estado, nem da excursão para Cuba, nem de qualquer lugar habitável ou desabitado no atual contexto do mundo. Não o conhecia de outro lugar senão de sua imaginação, de seus sonhos tão inconscientes que ela até então não saberia dizer que os havia sonhado. Não até aquele momento. Ela o conhecia simplesmente porque conhecia a ela mesma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Thiago Theodoro acordou, espreguiçando-se, e viu, imediatamente, o rosto confuso de Maria Mariana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Bom dia! – disse ele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Oi... O que aconteceu comigo? Aliás, o que aconteceu conosco? De onde nos conhecemos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Ele apenas sorriu, tentando responder de forma amigável o que ela já entendera, eles não haviam se conhecido fisicamente, descobriram-se somente pelos múltiplos paralelos imaginários pelos quais suas mentes andavam quando estavam cansadas demais de suportar a realidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Você estava caída no chão, em plena tempestade. Acredito que desmaiada. Não consegui acordá-la. Então a trouxe para cá. Em seguida peguei no sono. Sou novo na cidade, meu nome é Thiago Theodoro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Maria Mariana – disse ela, desconfiada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- E eu não mereço nem uma exclamação de agradecimento, Mariana?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Desculpe – ela, finalmente, sorri – Ainda estou zonza com tudo o que ocorreu. Novo na cidade? Você já tem lugar para ficar? Porque eu moro em um pensionato, a Pimenta Rosa, não sei se...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Pimenta Rosa? – ele não se conteve e a interrompeu – Eu estou hospedado lá. Que coincidência. Conheci uma moça ontem que me levou até lá. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ela fez mais uma vez a cara de desconfiada. Em seguida sorriu animada, mas não deixou de esconder uma pitada de ironia:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Você não pára de conhecer as moças da cidade por um minuto, não? Vamos juntos para lá. Estou cansada, com fome.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Também estou com fome! E você deve estar fraca. Vamos, segure meu braço, eu te ajudo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Os dois seguiram pela estrada desgastada por tantas histórias cruzadas e mal resolvidas, correndo o risco de se misturar a todas essas histórias. O diálogo transcorria e eles se empolgavam contando suas vidas, seus feitos, seus desfeitos e suas desgraças. Maria Mariana não tinha exatamente o que chamavam de profissão &lt;st1:personname productid="em San Diego. Ela" st="on"&gt;em San Diego. Ela&lt;/st1:personname&gt; escrevia. Escrevia pela simples razão de que aquilo a fazia viajar. E nada era mais prazeroso para ela do que viajar. Talvez chocolate. Mas as viagens ganhavam vantagem diante do chocolate porque eram capazes de prolongar o prazer por um tempo maior. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Ela escrevia livros, fabricava vidas, compreendia histórias antes não compreendidas por ninguém. Criava contos, crônicas e às vezes até se arriscava pelo mundo enigmático da poesia. Era com pesar, porém, que constatara, já há alguns anos, que todos aqueles trabalhos não eram suficientes para sobreviver. Não ali. Seu plano B fora, então, procurar outro trabalho. Conversou com o diretor chefe do jornal semanal da cidade, que por um acaso era também o dono do açougue, e arranjou emprego como responsável pelos obituários e pela sessão agrícola do jornal. Seu ordenado não era grande e ela sonhava com muito mais. Não de salário, mas de conquistas. Estava, entretanto, conseguindo sobreviver, temporariamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-5883592758245170478?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/5883592758245170478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=5883592758245170478' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5883592758245170478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5883592758245170478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/02/pimenta-rosa-o-drama-mexicano-6.html' title='PIMENTA ROSA - O drama mexicano [6]'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-2671832128138677500</id><published>2010-02-24T21:35:00.000-08:00</published><updated>2010-02-24T22:22:47.560-08:00</updated><title type='text'>PIMENTA ROSA - O drama mexicano [5]</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link style="font-family: georgia;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-size:100%;" &gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-size:100%;" &gt;QUINTO EPISÓDIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A chuva caia descompassada, desesperada, apressada em derramar-se sobre todas aquelas casas, sobre todas aquelas cabeças, pretendendo lavar uma por uma, todas aquelas almas. E eu não sei quanto a cabeça, os braços ou o corpo inteiro dos demais moradores de San Diego, mas no que se refere a Maria Mariana, com certeza a tempestade conseguira, sem maiores dificuldades, atingir seus presunçosos anseios. Ela estava estendida no chão, desmaiada, na transição do branco infinito que mais se parece com o meio termo entre o viver e o morrer no qual os desmaios nos fazem desembocar, completamente ensopada pela água ácida e que, entretanto, passava-se por límpida, da chuva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Thiago Theodoro, a alguns passos dali, levantava os braços para o céu e pensava em declarar, como em uma prece, seus mais íntimos desejos que agora, como se a vida pudesse ser como um conto com final feliz, vinham se realizando um a um. Ele queria agradecer, ele acreditava sem dúvidas no cosmos e no universo conspirando a seu favor, como dissera Paulo Coelho em um livro que Thiago se dedicara a ler em um tranqüilo dia da sua remota pré-adolescência. Ele andava aos pulos, girando e ziguezagueando, apenas para exibir sem pudor o ápice de sua alegria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foi quando, de repente, em meio a sua desatenção, ele deparou-se, surpreso, com Maria Mariana caída ali, no chão, sozinha, entregue aos ratos e à ousadia daquela tormenta que inquietava a cidade. Ele arregalou os olhos deixando transparecer o susto, ajoelhou-se rapidamente e chamava-a “Moça, moça acorde! Por favor, moça, responda!”, sem saber como agir, sem ter uma reação cabível para uma situação incomum daquelas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Decidiu levá-la para baixo do toldo do antigo cinema de San Diego, hoje um prédio quase abandonado, alugado por um casal que pretendia tornar o local um aspirante a supermercado. O plano não fora, porém, muito bem sucedido. O pequeno supermercado estava fechado, provisoriamente, conforme informava a placa escrita a mão na porta de entrada, por motivos de força maior. A força maior, diziam as más línguas, era o controle sanitário que reprovará o estabelecimento no quesito higiene.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Era, contudo, uma maneira eficaz de se proteger da chuva, caso Thiago Theodoro ficasse encolhido contra a parede (o vento era forte, fazia com que a água se espalhasse e jorrasse para todos os cantos). Ele ergueu a desconhecida com cautela e levou-a para perto da parede repleta de rachaduras do Supermercado Sampaio. Debaixo da luz fraca da lâmpada prestes a queimar do&lt;i style=""&gt; hall&lt;/i&gt; de entrada do outrora cinema de San Diego, Thiago pode ver os traços da moça. Teve a estranha sensação de que já a conhecia de tempos remotos. Como se tivesse convivido com ela em outra dimensão, em outra vida, mas fora uma convivência tão intensa que poderia reconhecê-la sem hesitar em qualquer outro tempo ou lugar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Enquanto o jovem estudante perdia-se em seus devaneios, tentando propor teses para si mesmo a fim de se auto-explicar como identificara o rosto desacordado deitado em seu colo, tentando entender como sabia que já tinha visto aquelas feições antes, o temporal foi passando, calmamente. Tão calmo quanto a noite, que se despediu dos sonos ansiosos dos san-dieguenses e foi, levando consigo a chuva, despertar o medo dos cidadãos do outro lado do mundo. &lt;st1:personname productid="Em San Diego" st="on"&gt;Em San  Diego&lt;/st1:personname&gt;, por sua vez, quem despertava eram os habitantes do povoado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-2671832128138677500?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/2671832128138677500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=2671832128138677500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2671832128138677500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2671832128138677500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/02/pimenta-rosa-o-drama-mexicano-5.html' title='PIMENTA ROSA - O drama mexicano [5]'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-6566977192140046766</id><published>2010-02-08T13:13:00.001-08:00</published><updated>2010-02-08T14:43:11.752-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S3CP5jpxKVI/AAAAAAAAAFs/kAC59Y-uYBA/s1600-h/DSC05027.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S3CP5jpxKVI/AAAAAAAAAFs/kAC59Y-uYBA/s400/DSC05027.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436002969221933394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Último dia da Elis em Jaguari e, finalmente, eles pegaram um pseudo frio no Rio Grande do Sul. Foi legal. Pretendemos tomar vinho na despedida. Afinal, ela não pode sair daqui sem o vinho Jaguari, não é? Os dias tem sido legais, alguns não rendem tanto, mas outros... E todos acabam ou pretendem acabar em uma boa e velha partida de Uno para uns ou em uma daquelas "madrugadas picantes" para outros, o que também é válido (né coleguinhas que nesse momento estão sacudindo a cama e eu tenho medo de olhar para trás?! =P). Haha. Brincadeiras a parte (ou não, estamos tendo uma crise de riso agora porque eles acabaram de vir espiar o que eu estava escrevendo e tchãaaaan... a cama quebrou!!!), mas foco, vamos ao que interessa, ontem de madrugada fomos até a ponte do trem ver o céu. Foi um daqueles momentos que na hora nós tentamos guardar para nunca mais esquecer. O céu estava limpo e as estrelas estavam muito brilhantes. Estávamos eu, o Thiago, a Elis e o Kalel, ao som de Nando Reis, quando o Kalel solta a exclamação meio indignada irresistível, uma daquelas afirmações meio duvidosas tiradas das questões que nascem (e provavelmente morrem) conosco: "É uma prepotência achar que não existe nada além daqui, olhem para isso, é enorme...". As reticências abrem espaço para complementar o pensamento inacabado dele, assim como para explicar a pergunta que ficou no ar, quicando. A Elis respondeu algo, não lembro exatamente o que foi. Eu também falei qualquer coisa, concordando com o Kalel. Mas ninguém deu pano para a manga, a observação ultrapassou a ponte, caiu no rio e foi embora com a correnteza. Até porque, minutos depois, espertamente sacana, como uma típica criança mimada, o Kalel forjou a aparição de um trem e fez todos saírem correndo loucamente, naquela emoção entre "Será que me atiro no rio? Será que vou conseguir correr? Será que morrerei atropelado por um trem?". Na verdade isso aconteceu outro dia, quando eu e ele fomos sozinhos até a ponte. Surgiu uma caminhote adaptada para andar nos trilhos para fazer a manutenção e nós tivemos que sair correndo. Foi emocionante! Hoje assistimos um filme interessante, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;The Final Cut&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; ??!, sei lá, algo do tipo. Só que eu dormi no meio do caminho, então não vou comentar sobre a história. O fato é que, conforme a Elis me contou, no final, o personagem principal descobre que a lembrança que o perseguia durante toda a vida não era real. Fiquei matutando sobre isso e acabei relacionando com o comentário do Kalel ontem. A vida dá medo as vezes. Ou melhor, no meu caso pelo menos, o que dá medo é deixar algo para trás. Algo como esses momentos vendo as estrelas na ponte, algo como a cama quebrando ou mergulhar no rio com medo das sujeiras e dos possíveis peixes. Nada disso era para ser perdido. O assustador é tudo estar fugindo e sei lá em que lugar nossas lembranças vão parar. Será que elas ficam em nós mesmos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);" id="cabecalho" class="cor_2"&gt;&lt;div  style="font-size:127.7%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S3COmxOPJDI/AAAAAAAAAFk/bgjW78gnuZU/s1600-h/DSC05025.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1 id="identificador_musica"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O tempo e o rio&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 id="identificador_musica"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Capinan / Edu Lobo&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O tempo é como o rio&lt;br /&gt;Onde banhei o cabelo&lt;br /&gt;Da minha amada&lt;br /&gt;Água limpa&lt;br /&gt;Que não volta&lt;br /&gt;Como não volta aquela antiga madrugada&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mas o tempo é como um rio&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S3COmxOPJDI/AAAAAAAAAFk/bgjW78gnuZU/s1600-h/DSC05025.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S3COmxOPJDI/AAAAAAAAAFk/bgjW78gnuZU/s400/DSC05025.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436001546935411762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Que caminha para o mar&lt;br /&gt;Passa, como passa o passarinho&lt;br /&gt;Passa o vento e o desespero&lt;br /&gt;Passa como passa a agonia&lt;br /&gt;Passa a noite, passa o dia&lt;br /&gt;Mesmo o dia derradeiro&lt;br /&gt;Ah, todo o tempo há de passar&lt;br /&gt;Como passa a mão e o rio&lt;br /&gt;Que lavaram teu cabelo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:130%;" &gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-6566977192140046766?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/6566977192140046766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=6566977192140046766' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6566977192140046766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6566977192140046766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/02/ultimo-dia-da-elis-em-jaguari-e.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S3CP5jpxKVI/AAAAAAAAAFs/kAC59Y-uYBA/s72-c/DSC05027.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-5352121860325572861</id><published>2010-02-06T09:59:00.000-08:00</published><updated>2010-02-06T11:25:55.529-08:00</updated><title type='text'>Qualquer outro lugar ao sol, outro lugar ao sul =)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S23AmvSM07I/AAAAAAAAAFc/azeo01mjQGc/s1600-h/DSC04645.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S23AmvSM07I/AAAAAAAAAFc/azeo01mjQGc/s400/DSC04645.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435212097066423218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S22_HN1XyDI/AAAAAAAAAFU/R1pMVoXEw7o/s1600-h/DSC04614.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S22_HN1XyDI/AAAAAAAAAFU/R1pMVoXEw7o/s400/DSC04614.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435210455999563826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Olá, people! =) (roubei essa do meu fofíssimo primo/cunhadinho querido)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaguari, cá estamos. Acordei hoje as 3 horas da tarde, na hora em que a Elis e o Thiaguinho saíram para comprar ingredientes para lasanha e brigadeiro e deixaram o computador ligado. Vim aqui invadir e encontrei meu blog. Tcharãn! Lembrei que o coitadinho está abandonando,  com teias de aranha e tudo. É o seguinte, mil coisas aconteceram desde o fim da Confecom, como o Thiaguinho e a Elis (pseudo) namorando e depois nós todos caindo de pára-quedas no Fórum Social Mundial e em seguida aqui, na casa da minha vó, em Jaguari (Jaguar + Ih em tupi quer dizer rio do jaguar). Comecemos pelo Fórum, foram dias inesquecíveis. Desde a marcha de abertura do evento, em que andávamos em milhares pelas ruas de Porto Alegre (não lembro o número exato de pessoas e tô com preguicinha de entrar no e-mail do Thiaguinho para ver) pedindo por um mundo melhor. É simplesmente mágico reunir pessoas que querem fazer diferença e que saíram do querer e foram para o lutar. Tinha gente de todas as idades (desde criancinhas até velhinhos), de todas as culturas, de todo o mundo, com as idéias e ideologias mais distintas. Só que isso tudo reunido por uma única causa: mudar o mundo. A UNE tentava recriar toda aquela força, apesar da atual descentralização do movimento. Fomos em algumas palestras pela educação. Vimos coisas incríveis. O pôr-do-sol na beira do Guaíba indescritivelmente bonito, acompanhado pela Saudação aos Sete Lados do Sol (acho que era isso). Foi nesse dia que descobri  a Aldeia da Paz e também a Ale. Ale é uma menina que se perdia o tempo todo da galera do Rio (com quem ela foi pra lá), o Thiago e ela se conheceram no ônibus e ela era piradinha, nesse dia ela resolveu se enfiar no meio dos hippies, porém, ela não estava muito certa se era realmente isso que ela queria e por isso ela acabou realizando os movimentos da saudação timidamente e fugindo (quase) discretamente para trás da rodinha (era uma roda. as fotos são super engraçadas, a parte da Ale). A Aldeia da Paz, por sua vez, é uma comunidade de hippies, sem dúvidas o que eu mais gostei e achei admirável no Fórum. A organização deles é exemplar, eles fizeram plantações, cozinhavam e distribuiam comidas naturais para todos (na seguinte ordem: primeiro as crianças e mulheres grávidas, depois os trabalhadores, depois os demais membros da aldeia e, por fim, os visitantes), ensinavam a quem quisesse saber como funciona uma agricultura familiar com objetivos a serem conciliados como a saúde e a economia de espaço... Vimos outros pontos interessantíssimos também, como a busca de uma sociedade melhor através da música, das artes, ouvímos várias posições políticas diferentes, muitas eram extremamente radicais, mas todas eram tocantes, pela convicção que cada um naqueles debates tinha (ainda tem) de que é possível melhorar todas as coisas. Claro que nem tudo foi um mar de rosas, o acampamento era uma confusão, ainda mais com a chuva enlouquecida que caia diariamente. Nós estávamos instalados na Cidade do Hip-hop. Observação importante: nenhum de nós três curte esse estilo musical. Era trágico acordarmos ilhados e ainda por cima escutando os manos cantarem aquelas músicas que eu não sei nem descrever.  Mesmo assim  é importante que eu coloque que ocorriam discussões muito interessantes na cidade do Hip-hop, eu mesma presenciei uma muito boa sobre o Haiti. Mundando de ponto: o banheiro então... Ai! Água gelada, uma sujeira só e filas que contornavam a casinha dos chuveiros. Havia a opção "chuveiro coletivo fechado", eu e a Elis tentamos e até ficamos felizes no primeiro banho, mas no segundo vimos coisinhas desagradáveis e desnecessárias. Resultado: desistimos e voltamos para o velho método de outrora (já descrito). Existiam também os "chuveiros coletivos abertos", mas esses ninguém teve coragem de usar. haha. E o calor! aaah, o calor de Porto Alegre no verão. Mal imaginavam meus amiguinhos que eu conseguiria lhes apresentar um calor ainda mais infernal na semana seguinte (Jaguari, a cidade das belezas naturais, é um buraco, literalmente). Tínhamos que ficar horas e horas no trem e no ônibus, mas era o momento ideal para fazer novas amizades. Eu que o diga! Conhecemos pessoas incríveis durante estes cinco dias. Como a Fabíola, nossa louca amiga que surgia em uma fumacinha de maconha fazendo "puff", o cartomante (ou tarólogo, como a Elis prefere dizer) que nos disse que o Matheus (irmão do Thiago) vai arrumar uma namoradinha na UnB, o negão (que eu prefiro não comentar: vejam as fotos. haha) e o Márcio, um cara super simpático que nos disponibilizou sua casa numa noite quente em que fomos animados em busca do show no Gasômetro que perdemos e, consequentemente, isso nos fez perder o trem. Apesar da crise dos 26 anos, ele nos recebeu muito bem e naquela noite eu dormi sem escutar nada (nem mesmo a madrugada picante dos bróders). Fechamos nossa viagem com chave de ouro com a Festa na Floresta. Uma super festa com amigos que nos buscaram no acampamento de carro e nos levaram até a chacára mais bonita que eu já vi, numa belíssima noite de lua cheia. O fato é que era para a festa lotar, mas só nós três aparecemos. E quando eu digo só nós três não é exagero, acreditem! Tiveram até que cancelar o ônibus que tinham alugado para levar o pessoal para a festa porque saia mais barato levar nós três de carro. huauhahua. De qualquer maneira, o dono da casa e sua amiga eram muito simpáticos e nós nos divertimos bastante. Meu amigo de ônibus, o Igor, fez sérias críticas quanto a descentralização dos eventos e palestras do Fórum, fato que foi a novidade desse ano. Acredito que isso realmente tenha piorado as coisas, porque nós mesmos, pela confusão de ter que ir de um lado para o outro, perdemos muitas das programações que queríamos ver. Mas sobre isso não posso opinar, foi o primeiro Fórum que eu fui. Só sei que adorei e pretendo ir nos próximos. Só não sei onde ele vai ser, vai ter um em junho nos Estados Unidos, mas nessa época pretendo estar indo para Salvador. Só que isso fica para um próximo post. Falando nisso, o que fica para "O" próximo post são as novidades das nossas férias no interior do Rio Grande do Sul. Porque agora vou ali comer brigadeiro, eu já recusei algumas vezes e os bróders estão achando que eu estou doente. As fotos são da Aldeia da Paz . Divirtam-se =) beijos e queijos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-5352121860325572861?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/5352121860325572861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=5352121860325572861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5352121860325572861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5352121860325572861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2010/02/qualquer-outro-lugar-ao-sol-outro-lugar.html' title='Qualquer outro lugar ao sol, outro lugar ao sul =)'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/S23AmvSM07I/AAAAAAAAAFc/azeo01mjQGc/s72-c/DSC04645.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1792434224494784014</id><published>2009-12-17T19:32:00.000-08:00</published><updated>2009-12-17T19:34:47.995-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://confecom.wordpress.com/2009/12/18/e-termina-a-confecom/"&gt;E termina a Confecom!&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;    &lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Por Mariana Fagundes e Thiago Vilela&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A redução da participação do capital estrangeiro nas empresas de comunicação de 30% para 10%; a proibição de dispositivo técnico, sinal codificado ou outra medida de proteção tecnológica pelo serviço de radiodifusão (DRM); a anistia das rádios comunitárias flagrada sem autorização; uma política de massificação de TV por assinatura. Essas foram algumas das propostas aprovadas na 1 Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), encerrada hoje, em Brasília.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Durante o evento, os 1.684 delegados, entre sociedade civil, sociedade civil empresarial e poder público, foram divididos em quinze Grupos de Trabalho, de acordo com os três eixos centrais delimitados na Plenária Inicial: Produção de Conteúdo, Meios de Distribuição e Cidadania: Direitos e Deveres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O objetivo dos Grupos de Trabalho (GTs) era formular propostas orientadoras de uma Política Nacional de Comunicação, e para garantir o debate todas  foram votadas na Plenária Final. Cada GT teve, conforme foi decidido no primeiro dia, quatro propostas do empresariado, quatro propostas da sociedade civil e duas do poder público. Para ser escolhida, a proposta deveria ter maioria simples – e, em caso de aprovação superior a 80% ainda no GT, ela já seria sancionada automaticamente, sem precisar passar pela Plenária. Como relata Cristina Charão, do &lt;a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/" target="_blank"&gt;Observatório do Direito à Comunicação&lt;/a&gt;, algumas destas aprovações ‘por consenso’ chegam a surpreender, por serem pautas tradicionalmente rechaçadas pelo empresariado e mesmo por órgãos governamentais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Por exemplo, foi aprovada a criação de um Conselho Nacional de Comunicação com funções de monitoramento e também de deliberação acerca das políticas públicas do setor. Também passou por consenso nos grupos uma proposta de divisão do espectro radioelétrico entre os sistemas público, privado e estatal numa proporção de 40-40-20.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Veja algumas das propostas aprovadas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Reconhecimento do direito humano à comunicação como direito fundamental na Constituição Federal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Criação do Conselho Nacional de Comunicação, bem como dos conselhos estaduais, distrital e municipais, que funcionem com instâncias de formulação, deliberação e monitoramento de políticas de comunicações no país. Conselhos serão formados com garantia de ampla participação de todos os setores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Instalação de ouvidorias e serviços de atendimento ao cidadão por todos os concessionários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Incentivo à criação e manutenção de observatórios de mídia dentro das universidades públicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Criação de fundo público para financiamento da produção independente, educacional e cultural.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Para continuar lendo &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16289" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Dessa forma, apesar de todos os esforços de setores menos progressistas em impedir a aprovação das propostas da sociedade civil e do poder público,  e do boicote promovido pelos grandes meios de comunicação, no final das contas a Conferência foi realmente um passo importantíssimo para o Brasil. A tarefa, agora, é continuar as discussões e lutar para que as propostas aprovadas se efetivem de fato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Até lá!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;obs.: matéria produzida sob a belíssima luz da árvore de Natal da Esplanada. HAHA. amo você, (Tia)Guinho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1792434224494784014?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1792434224494784014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1792434224494784014' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1792434224494784014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1792434224494784014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/12/e-termina-confecom-por-mariana-fagundes.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1377307906565262710</id><published>2009-12-17T05:55:00.002-08:00</published><updated>2009-12-17T06:23:03.856-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9nJ0Wq5I/AAAAAAAAAFM/1FyO918e6jA/s1600-h/elqui+4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9nJ0Wq5I/AAAAAAAAAFM/1FyO918e6jA/s400/elqui+4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416209244726143890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9iwqm9RI/AAAAAAAAAFE/bOr676yOpYQ/s1600-h/elqui+3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9iwqm9RI/AAAAAAAAAFE/bOr676yOpYQ/s400/elqui+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416209169254905106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9a_BdGWI/AAAAAAAAAE8/wcniUB_usuY/s1600-h/elqui+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9a_BdGWI/AAAAAAAAAE8/wcniUB_usuY/s400/elqui+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416209035669870946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9TlagrGI/AAAAAAAAAE0/lIFpdRDnw6M/s1600-h/elqui+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 273px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9TlagrGI/AAAAAAAAAE0/lIFpdRDnw6M/s400/elqui+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416208908536556642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"[...] Certa vez ouvi uma célebre escritora afro-americana dizer que desde menina tinha sida uma estranha diante de sua família e da gente de seu lugar; este, ela acrescentou, é um sentimento comum a quase todos os escritores, mesmo os que nunca saíram de sua cidade natal. Aliás, assegurou, essa é uma condição inerente ao trabalho do escritor: sem o desassossego de sentir-se diferente, não haveria necessidade de escrever. No final das contas, o ato de escrever é uma tentativa de compreender as próprias circunstâncias e esclarecer a confusão da existência, inquietações que não atormentam as pessoas normais, mas somente os inconformistas crônicos, muitos dos quais se transformam em escritores depois de terem fracassado em outros ofícios. Essa teoria tirou um peso de minhas costas: não sou um monstro, há outros iguais a mim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou lendo Isabel Allende. Começando a aproveitar as férias =) esse é um trecho bem do comecinho do livro em que ela ainda está fazendo uma auto descrição. Depois ela passa a falar do Chile de forma a deixar qualquer um morrendo de vontade de voar para lá hoje mesmo. Ler Isabel Allende é sempre um exercício encantador. Ela escreve maravilhosamente bem, as vezes extrapola na dramaticidade e no romantismo, confesso, mas consegue ser engraçada, crítica, saudosista e apenas descritiva em uma mesma página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu crescer vou ser como ela (depois de ser como meu primo Guilherme e de desenvolver meu próprio processo cornual, claro). Acho que não tenho mais o que crescer. Droga. Quando vi a Sininho voando (pendurada em uma corda) até o castelo da Cinderela, lá na Disney, achei que fosse uma esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS.:  as imagens são do Valle del Elqui na próspera região do "norte pequeno" no Chile. É, segundo Isabel Allende, um dos centros espirituais da Terra, repleto de esoterismo e de magia. Lindo, não?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1377307906565262710?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1377307906565262710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1377307906565262710' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1377307906565262710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1377307906565262710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Syo9nJ0Wq5I/AAAAAAAAAFM/1FyO918e6jA/s72-c/elqui+4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-4090699529082127004</id><published>2009-12-16T14:01:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T14:11:35.486-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SylZidbnr7I/AAAAAAAAAEs/IJ1n58xOxbA/s1600-h/los+abrazos+rotos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SylZidbnr7I/AAAAAAAAAEs/IJ1n58xOxbA/s400/los+abrazos+rotos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415958475440631730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Genial! Não me canso de falar isso. Assisti ao filme na segunda-feira de noite e ele me tirou o sono. Ando pensando em fazer uma continuação de "Chicas e Maletas" ou então um filme com o roteiro de vampiros do Diego e do Mateo. Assistam, galere. É ótimo. Só não se esqueçam: filmes devem ser continuados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;:*&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-4090699529082127004?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/4090699529082127004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=4090699529082127004' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4090699529082127004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4090699529082127004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/12/genial-nao-me-canso-de-falar-isso.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SylZidbnr7I/AAAAAAAAAEs/IJ1n58xOxbA/s72-c/los+abrazos+rotos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-7710166324845610165</id><published>2009-12-06T15:50:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T14:14:49.788-08:00</updated><title type='text'>PIMENTA ROSA - O drama mexicano [4]</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;QUARTO EPISÓDIO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, lá fora, longe da pensão, Maria Mariana caminhava a passos largos para a Pimenta Rosa. Nascida e criada na cidade, era uma moça linda, de cabelos negros como carvão e olhos castanhos escuros como a noite mais bela. Temida e amada por todos os jovens da cidade, Maria Mariana não sabia se corria, para chegar em casa antes da chuva, ou entregava-se ao vento que soprava-lhe os cabelos velozmente e, por mais excêntrico que possa parecer, causava-lhe um agradável frio na espinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emancipada há algum tempo, está anciosa para conhecer sua nova colega de quarto. Seu último camarada pensioneiro, Marcos Fernando, rapaz alto e magro, acabara de deixar a cidade para tentar a vida nos states. Melhor pra ele. Era uma pessoa solitária, de pouquíssimos amigos, ninguém entendia como conseguira passar tanto tempo com Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando à pensão, Thiago Theodoro já está terminando de arrumar as coisas em seu novo quarto. Não é um cômodo muito espaçoso, há apenas a cama, um pequeno armário e um criado-mudo. "Mas é melhor do que dividir um quarto maior com mais alguém" - pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto decidia se colava os cartazes do Che Guevara ou da União Soviética (ou ambos, mas para isso precisaria mover o armário!), ele escutou os trovões ficando cada vez mais fortes. Uma garoa pesada estava lavando a cidade. Decide, então, deixar a arrumação para depois e tomar um banho de chuva para começar de fato sua vida nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura, Maria Mariana já está mais do que arrependida de ter escolhido demorar-se no trajeto - a tempestade estava muito forte e ela mal conseguia equilibrar-se de pé. As árvores sacudiam, os mendigos praguejavam sem piedade a fúria de São Pedro e os cachorros, como se pressentissem que algo estava por vir, não parávam de latir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menos de uma quadra do pensionato, ela não percebeu um paralelepípedo solto na calçada e tropeçou. Pronto. Com a visão embaçada, a cabeça girando como um redemoinho e o pé machucado, Mariana começa a ver a vida passar diante de seus olhos. Sua infância alegre, a bagunça que aprontava no colégio, os amores da adolescência... Vê, então, um vulto se aproximando e desmaia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontecerá com Maria Mariana? Onde estará Thiago Theodoro? O que estará fazendo Elis Regina?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não percam essas e outras respostas no próximo capítulo de Pimenta Rosa. Até lá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-7710166324845610165?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/7710166324845610165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=7710166324845610165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/7710166324845610165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/7710166324845610165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/12/pimenta-rosa-o-drama-mexicano-4.html' title='PIMENTA ROSA - O drama mexicano [4]'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-778512781761103098</id><published>2009-12-05T14:27:00.000-08:00</published><updated>2009-12-06T16:26:13.787-08:00</updated><title type='text'>PIMENTA ROSA - O drama mexicano [3]</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;TERCEIRO EPISÓDIO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;O caminho para o pensionato nunca lhe pareceu tão pequeno, pensou Elis Regina quando eles rapidamente chegaram ao Pimenta Rosa, um velho casarão rosa com janelas brancas, já não tão brancas assim. Alguns galhos de árvore mal-podados e um pouco de mato cobriam a entrada do lugar, e a pintura já descascando das paredes fazia aos que não conheciam o vilarejo pensar que o casarão estava abandonado. Corujas colocavam-se a posto, nas grades desregulares do enorme portão de ferro que anunciava aos visitantes o nome do lugar, aguardando para atacar o primeiro cachorrinho desavisado que aparecesse. Em letras douradas e em uma grande placa de bronze envelhecida, reluziam, esbeltas, as palavras “Pimenta Rosa”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No quintal da casa prevalecia o cinza das estranhas estátuas de filósofos que eram mantidas ali há mais de século. Ao longe, havia um projeto de capela. Projeto por causa do tamanho, porque era realmente minúscula. Também porque diziam que de santo ou divino aquele espaço não tinha nada. Havia quem jurasse que vira almas de outro mundo dentro da capelinha. Só que isso fica para outro capítulo da nossa história. As luzes que começavam a se acender com o fim da tarde denunciavam a presença de vida lá dentro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Apesar do aspecto misterioso e tenebroso que a luz fraca do anoitecer deixava no Pimenta Rosa, Thiago Teodoro se animou com a perspectiva de ter achado um lugar para ficar - aquela simpática desconhecida tinha aparecido em uma ótima hora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Dona Amilanar era a dona do pensionato. Uma velha senhora, alta, pálida e extremamente magra, com um constante mau-humor e tendências para se meter, a todo custo, na vida de seus pensionistas e criticá-los sempre que surgisse qualquer oportunidade. Apesar de sua obsessão por incomodar seus hóspedes, ela era incrivelmente calada e nada se sabia sobre sua vida. Reza a lenda que quando moça ela apaixonara-se perdidamente por um viajante hippie que acampara na cidade por um período, dera-lhe esperanças, arrancara-lhe sua inocência e depois partiu, deixando em seu ventre o fruto desse amor de verão. Ninguém sabia, entretanto, o que tinha acontecido com o filho do casal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Naquele entardecer, ao ouvir tocar o sino da campainha, Dona Amilanar desceu suavemente as escadarias negras que desembocavam na sala de estar da mansão e, em sua postura cuidadosamente ereta, abriu a porta para os visitantes. Elis Regina e Thiago Theodoro entraram, apressados e amedrontados com os trovões que indicavam que as nuvens, finalmente, tinham decidido desabar sobre San Diego.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Os vinte e um gatos espalhados pelo pensionato (Dona Amilanar era obcecada por gatos) apressavam-se em acomodar-se nos cantos estrategicamente mais quentes e confortáveis. Os relâmpagos iluminavam a cidade e acendiam diversos sentimentos no peito de cada morador do lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Elis Regina achava que a chuva vinha para simbolizar a entrada em uma nova era de sua vida, ela acreditava piamente que tudo podia melhorar. Thiago Theodoro matutava sobre a natureza que, de forma peculiar, dava-lhe boas vindas e com os trovões indicava o ruído das mudanças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Será?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-778512781761103098?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/778512781761103098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=778512781761103098' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/778512781761103098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/778512781761103098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/12/pimenta-rosa-o-drama-mexicano-3.html' title='PIMENTA ROSA - O drama mexicano [3]'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-5395203704905806651</id><published>2009-12-04T05:36:00.000-08:00</published><updated>2009-12-04T05:41:35.576-08:00</updated><title type='text'>PIMENTA ROSA - O drama mexicano [2]</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;SEGUNDO EPISÓDIO: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt; Havia calças, camisas, meias, cuecas, um livro de Marx, uma tese sobre Engels, uma revista de História com o título (em negrito e itálico) “Socialismo Utópico”, além de uma caneca de alumínio, &lt;/span&gt;&lt;span style="display: block;font-size:130%;" id="formatbar_Buttons" &gt;&lt;span class="" style="display: block;" id="formatbar_JustifyFull" title="Justificar" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 13);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;img src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" alt="Justificar" class="gl_align_full" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;um canivete e dois discos de vinil (um do A-ha e outro do Menudo). Tudo se encontrava, agora, espalhado na rua. Desajeitado, ele juntava as coisas, com pressa, mas sem perder a compostura. Ele nunca perdia a compostura. Seu ego era pura vaidade. Vazio nele só mesmo o coração. Não que ele não quisesse se apaixonar, ele só não conseguia achar a pessoa certa. A mulher perfeita.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt; Falando em mulher e em perfeição, do outro lado da rua, por entre os camelôs e as bancas dos hippies, uma moça tímida hesitava em decidir se ia ou não ia ajudá-lo. Elis Regina é seu nome. Seus olhos negros escondem-se por detrás dos seus óculos de lentes de garrafa, sua face esconde-se por detrás de seus longos cabelos encaracolados e sua beleza esconde-se por detrás de seu rosto sempre cabisbaixo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt; Ela não acreditava em seus próprios instintos de sedução, desconfiava de que era rejeitada por todos os homens e tinha certeza de que era quase um patinho feio. A perfeição fica por minha conta, porque, apesar dela nem imaginar, quando ela resolvesse prender o cabelo em um coque bem no alto da cabeça, subir em um salto alto, ousar com um decote bem justinho e olhar para frente mostrando seu sorriso meigo e ao mesmo tempo divertido, as coisas iriam mudar. Obviamente, naquela ocasião ela nem imaginava que isso era concebível, muito menos que seria real em tão pouco tempo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt; Inspirou com força, só para ter certeza de que tinha mesmo tomado coragem, e dirigiu-se ao lugar onde Thiago Theodoro estava estendido, na tentativa de recolher a caneca de alumínio que fora parar um pouco mais longe.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Você precisa de ajuda? – Indagou Elis Regina, com uma voz quase inaudível e já se ajoelhando para catar três ou quatro pares de meias que estavam jogados aos seus pés.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Thiago Theodoro ergueu de leve a cabeça para encarar a companheira que surgira para demonstrar solidariedade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Claro! – Respondeu ele, meio atordoado. - Obrigada.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Os dois terminaram o serviço rapidamente, mas em silêncio. Ao final, Thiago Theodoro a agradeceu e estendeu-lhe a mão:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Thiago Theodoro. Muito prazer! – sorriu animadamente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Elis Regina. – ela retribuiu o sorriso – Você não é daqui, é?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Não, não. Acabei de chegar na cidade. Vim da capital, vou fazer Ciências Sociais na UniSDM (a título de esclarecimento: Univerdade de San Diego do México). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Parabéns! Eu leciono lá perto. Na Escola Primária São José, dou aula para as crianças do quinto ano. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Ah! Deve ser bom. E você mora perto do centro?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Não, moro em um Pensionato. Fica um pouco longe, seis ou sete quadras da Praça da Igreja. É um pouco rígido, mas veio a calhar para mim. Mudei-me há pouco tempo, minha profissão não paga tão bem assim...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- Entendo. – ele pareceu apreensivo, mas, logo, demonstrou outra vez sua animação – Preciso arrumar um lugar para morar. Será que tem lugar para um jovem universitário desabrigado no seu pensionato?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;- É provável. Se quiser me acompanhar até lá, fique a vontade. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Ela conversava com ele e refletia, paralelamente, que nunca tinha falado tanto e tão espontaneamente com alguém. Sentia-se feliz. Seria bom um novo amigo, ainda mais se fosse por perto.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;E agora? O que será que vai acontecer com Elis Regina e Thiago Theodoro? Será que eles se tornarão grandes amigos? Será que pintará um clima de romance? Thiago Theodoro conseguirá um espaço na Pimenta Rosa? Não percam o próximo episódio do nosso &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;drama mexicano&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haha. Pitéis. Está só no começo, ein?!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-5395203704905806651?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/5395203704905806651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=5395203704905806651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5395203704905806651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5395203704905806651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/12/pimenta-rosa-o-drama-mexicano-2.html' title='PIMENTA ROSA - O drama mexicano [2]'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-4314357742234303152</id><published>2009-12-02T18:44:00.001-08:00</published><updated>2009-12-02T18:54:54.822-08:00</updated><title type='text'>PIMENTA ROSA - O drama mexicano</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%; font-family: georgia;" align="center"&gt;PIMENTA ROSA&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%; font-family: georgia;" align="center"&gt;- O drama mexicano&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;PRIMEIRO EPISÓDIO:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nossa história começa em um dia nublado, as nuvens no céu uniam-se ruidosamente anunciando o temporal que viria. A pequena cidade de San Diego do México é modesta, suas enormes montanhas cobrem-na e a escondem, fazendo dela uma espécie de buraco, esquecida em meio a todo aquele verde exótico, misturado a sua luz tênue, quase sempre azulada, sugerindo uma sensação desconfortável de nostalgia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Colocar os pés pela primeira vez naquele lugarzinho desvinculado do restante do mundo causava-lhe, talvez, medo, mas creio que, antes de tudo, uma explosão de alegria. Era a liberdade. E a liberdade é mesmo essa linha irregular e quase invisível entre o temor e a felicidade. Thiago Theodoro era um rapaz robusto, de cabelos louros, seus cachinhos rebeldes caiam-lhe pela testa, seus olhos verdes (quase amarelados) lembravam o olhar ameaçador de um gato selvagem, mas de selvagem ou de ameaçador ele não tinha nada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Era dócil, extrovertido e sempre amigável com todos. Os vizinhos o adoravam, os amigos sentiam sua falta, as namoradas choravam pelos cantos com a sua partida. Mas agora era tarde, tudo ficará no passado, ele acabara de entrar (com o pé direito, é claro) &lt;st1:personname productid="em San Diego." st="on"&gt;em San Diego.&lt;/st1:personname&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Passara no vestibular como quinto colocado para Ciências Sociais. Era seu sonho, era um caminho para mudar o mundo, acabar com a pobreza, desbancar as sanguessugas capitalistas, derrubar o sistema, quem sabe até implantar o comunismo. Uma nova sociedade à vista. Só que ninguém sabia dos seus planos. Ainda não. Aquele era o seu momento de mostrar aos companheiros interessados em fazer a diferença, em revolucionar, que já era hora, que ele chegara para coordenar o caminho em direção as mudanças.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Foi sonhando com o novo mundo que, depois de por o pé direito na cidade, ele pôs o esquerdo exatamente em um buraco, bem no meio da rua. Thiago Theodoro tropeçou, desfez-se, sentiu a face enrubescer enquanto ouvia as gargalhadas do outro lado da rua. Sua enorme mochila de viajante abriu-se, deixando seus pertences caírem no chão de paralelepípedos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;have fun, galera! Novela mexicana que eu, a Elis e o Thiaguinho estamos fazendo =) haha&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-4314357742234303152?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/4314357742234303152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=4314357742234303152' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4314357742234303152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4314357742234303152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/12/pimenta-rosa-o-drama-mexicano.html' title='PIMENTA ROSA - O drama mexicano'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-8686410806687637618</id><published>2009-11-28T06:41:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T08:37:16.826-08:00</updated><title type='text'>A árvore</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Achei que deveria escrever uma crônica da inspiração divina dos meus amigos de querer me ajudar com um problema técnico que eu tenho desde os 15 anos e meu pai nunca quis me socorrer: dirigir. Sim! A Elisabethy (haha) e o Thiaguinho se dispuseram a me ensinar. Fiz a Elis passar sufoco. Mas o Thiago não, claro. Ele manteve-se sempre plácido, como se não fosse com ele, muito menos com o carro dele. Vamos então, à história. Tudo começou na terça-feira, depois da aula de História da Filosofia Antiga (porque ela não poderia faltar aqui, né?). A professora aderiu à greve.  Portanto, eu não teria o que fazer naquela tarde. Decidi chamar os outros integrantes do trio para assistir Lua Nova no cinema. Como de costume, nos perdemos e demos mil voltas e resolvemos fazer vinte coisas diferentes antes de chegarmos ao Park Shopping para ver o filme. Lá no Park tudo se deu exatamente da mesma maneira, fizemos vários outros programas antes do cinema em si. Uma delas foi ir à Hot Zone. A Elis, sem infância, queria brincar em tudo. Até que, sem querer, ela descobriu a brincadeira mais divertida de todas: me ensinar a dirigir. Sentei em uma Ferrari (porque, segundo o Thiaguinho, sou muito metida e aprendo a dirigir só em Ferrari) e, tcharãn, eles me mostraram como passar as marchas e como usar os pedais. Tá, a dificuldade inicial foi conciliar o que a Elis falava com o que o Thiaguinho se desesperava, se é que vocês me entendem, só sei que achei legal. No dia seguinte fui na auto escola, eles marcaram meu psicotécnico para a sexta-feira de manhã. Só que eu nem podia ficar esperando à toa, parada. Convoquei a galere e lá fomos nós, na quase trágica noite de quinta-feira, para o estacionamento do Mané Garrincha. Acho que todas as pessoas em Brasília começam a aprender por lá. O que é tenso. Existem ônibus e caminhões saindo e entrando o tempo inteiro. Fora os guardinhas que ficam se divertindo as nossas custas. Passam também umas pessoas assim, bem do além. Com essa pequena declaração já deu para perceber o quanto eu devia estar apavorada, não? O problema comigo é que eu nunca sou tão previsível. Por isso, não, eu não estava assustada. Minha mãe diz que eu não tenho medo do perigo, além disso, ela tem acrescentado nos últimos dias que acha ótimo o Thiaguinho ter juízo suficiente para não me emprestar o carro. Mas no estacionamento ele empresta. E confia completamente em mim (nem coloca o cinto!). Voltemos ao momento em que trocamos de lugar, eu e o Thiago, a Elis estava tremendo há horas no banco de trás. Sentei, demorei um instante para colocar o cinto (sei lá,  às vezes até parece que o cinto do motorista tem que ser puxado do lado contrário. Só que nem é, eu é que mudei de lado mesmo). Eles me ensinaram os procedimentos, pacientemente. Na verdade a parte da paciência fica com a Elis, porque o Thiago só concorda. Não que ele não seja paciente, ele só é estranho, nunca sabe ensinar. Pena que ele não acredita em mim quando eu falo isso. Eu entendo, também nunca soube ensinar as coisas. Fica a dica. Por precaução, eles baixaram a música. Pus o pé no freio, torci a chave ruidosamente (nessa hora o Thiago falou "ai! minha gasolina"), puxei o freio de mão... Ok, ok, aí nos deparamos com o primeiro problema: o freio de mão. Ele é pesado, ainda mais quando é o Thiago quem puxa. Preciso, normalmente, usar as duas mãos e puxar com toda a força que eu nem se quer tenho. Logo depois disso, aperto a embreagem e coloco na primeira marcha. Foram umas quatro vezes nesse processo. Até que consegui sair. Ai minha gasolina [2], porque eu fui de primeira mesmo. Segundo problema: como fazer o carro andar reto? Nunca fui uma pessoa descoordenada, no prézinho, uma vez, a professora me elogiou porque eu cortei os pés de um boneco que eu mesma desenhei bem na linha, certinho. Não sei onde foi parar a coordenação, só sei que o carro realmente não queria andar do lado da linha branca. Eu ia quase ziguezagueando. E a Elis lá atrás, sacudindo de um lado para outro e, provavelmente, pensando "Eu não devia ter ficado com o Renato no Luálcool. Por causa dele conheci esses loucos..." (haha. tá, talvez ela não tenha ido tão longe no pensamento, mas arrependida com certeza ela estava). Nada que não possamos arrumar com o tempo, no meu caso preciso de um pouco mais de tempo, só que isso nem vem ao caso. Quase consegui. Estava aliviando refletindo que ao menos não tinha atropelado nenhum meio-fio (estilo Alexandre) ou saído louca e bruscamente (estilo Moema). Quer dizer, para ser sincera, chegamos ao terceiro problema. Eu não sei ser sutil, definitivamente. "Pronto, agora para passar a terceira você acelera um pouquinho, Mari", então a Mariana enfia o pé com tudo no acelerador e faz o maior barulho da vida. Até atrair policiais, caras fazendo pega ou pessoas estranhas que tentam subir no carro do Thiago enquanto eu estou dirigindo. Ah, ou ainda um ser que surge a pé e vem pedir uma informação no meio do nada. Obviamente, essas coisas são banais demais diante da árvore. Concentremo-nos nela. Minha inabilidade com a atitude de ser delicada deixa a Tanajura um pouco desesperada (entendam por bastante), o que mais se escuta durante as pseudo-aulas de direção são frases do tipo "Mari, você não sabe o que é de leve, menina?", "Aperta, mas aperta um POUCO". O quarto problema foi, creio eu, o freio. A falta de sutileza não me permitia parar com cuidado. E nessas de ser uma moça agressiva vamos todos mandando beijos à gasolina do Thiaguinho (prometo que quando nós passarmos no estágio, sim, nós três passaremos, guardarei parte do salário para a sua gasolina, Pitel). A boa notícia é que sou muito esperta (não vale rir, Pablocito. huahuahua), logo vi que apertando a embreagem e depois o freio, com muita leveza, o carro para feito uma pena. Tá, foram eles que me disseram isso, claro. Houve uma pequena dificuldade com a meia embreagem também. Porém, isso não chegou a ser um problema. Reservei o sétimo problema para, finalmente, contar o episódio da árvore. Já que o sete é um número que se encaixa perfeitamente com a situação (isso ficou ao meu critério e nem mesmo faz sentido para os bróders, talvez para o Thiago), gosto dele. Eu estava dirigindo até com certa destreza, guiei o carro, concentradamente, para a pequena subida no final do estacionamento. Mas eu não sabia como voltar, pedi uma luz para o Thiago, claro, porque já estava na hora de virar, eu tinha medo de bater em tudo (parece que quando o carro está nas nossas mãos todos os caminhos ficam pequenos e estreitos). Ao que o Thiaguinho respondeu "vira o volante todo para a esquerda". Virei o volante. Entretanto, na emoção e nervosismo, também apertei o acelerador. Foi nessa hora que tudo pareceu mais claro, agora fazia sentido o Thiago correr ao ritmo da música. Ou melhor, fazia sentido ele correr. Antes era meio inconcebível. Mas, sério, é real e estranhamento bom apertar com tudo o acelerador. Não, não serei uma motorista irresponsável. Não pensem assim. Foi só, como eu disse, a emoção do momento. O detalhe é que não era simplesmente acelerar o carro, isso não é tão bom assim, mas era acelerar o carro em uma curva e do lado de uma árvore enorme! Lembro como se tivesse acabado de acontecer. Ele foi girando, girando rápido, eu caindo por cima do Thiago e a Elis gritando para eu parar e o Thiago respondendo "não assusta ela, não é nada demais". Contudo, refletindo, conclui que foi um pouco demais sim. Passamos bem perto da árvore mesmo! Isso não tornou as coisas menos divertidas. Apenas a Elis, pobre Tanajura, ficou branca, pálida. Eis a cena impagável daquela noite da minha estréia da direção: a Elis com cara de quem viu a vida passando na cabeça em um segundo. Eu ria, o Thiago também (fácil de imaginar). O restante do tempo foi sem maiores transtornos. A Elis também dirigiu. Quem não ficou tão feliz assim no final da história foi o Pitel. Porque, né, era a gasolina dele, o carro dele e a vida dele. Huahuauhahua. Quem disse que o Thiago sabe o que é perigo? Eu não sei. Por isso foi tão engraçado. Ontem eles me deram a terceira aula. Segunda na prática de verdade. Morri o carro mais vezes. Só que também dirigi mais e melhor. Meus pais falaram que essas coisas a gente vai aperfeiçoando a cada dia e que depois vai ser como digitar para mim. De qualquer forma, minha mãe fez uma de suas típicas observações, apenas para constar (e para me tirar!): "É, vai ser bem difícil para você se você não consegue nem mesmo segurar o volante reto...". &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;As aulas teóricas começam na terça, galere =) me desejem boa sorte. haha. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;beijos e queijos :*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-8686410806687637618?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/8686410806687637618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=8686410806687637618' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8686410806687637618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8686410806687637618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/achei-que-deveria-escrever-uma-cronica.html' title='A árvore'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-3493471017958342124</id><published>2009-11-23T19:40:00.000-08:00</published><updated>2009-11-23T20:04:13.470-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Pois é, o Dia Mundial de Combate Contra a AIDS está chegando, vai ser na próxima terça-feira. Não sei se vocês ficaram sabendo, mas bem no comecinho de setembro desse ano (no dia 6) foram divulgados os produtos de uma campanha publicitária alemã que viria a ser veiculada na ocasião do dia 1 de dezembro (o já mencionado dia da luta contra a AIDS). Só que, antes do final do ano chegar, essa peça deu muito o que falar. Vejam vocês mesmos =] Leiam o artigo que escrevi com um colega (o Paulo Victor) e reflitam.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwtZ8EXOJ1I/AAAAAAAAAEk/v_knrTUnX2g/s1600/aidsmasshtiler.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwtZ8EXOJ1I/AAAAAAAAAEk/v_knrTUnX2g/s400/aidsmasshtiler.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407514666086573906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No início de setembro deste ano, a agência publicitária “Das Comitee” (Hamburgo, Alemanha) lançou uma campanha contra a AIDS, a fim de ser veiculada nas TVs e cinemas alemães. Contratada pelo órgão humanitário “Regenboden”, a propaganda, de nome “AIDS, um assassino em massa”, chocou os críticos da área pelo caráter apelativo que deu ao problema endêmico provocado pelo vírus HIV, associando-o à figura do ditador Adolf Hitler. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O assunto Hitler ainda é bastante delicado na Alemanha e a situação agrava-se mais com o fato de a propaganda mostrar cenas de sexo explícito entre um casal (outro assunto delicado, dessa vez na sociedade ocidental contemporânea como um todo). A face do homem no vídeo só é descoberta ao final desse: é o rosto de Adolf Hitler. Para causar efeito, seguida da revelação, surge na tela a seguinte frase: “AIDS, um assassino &lt;st1:personname productid="em massa. Proteja-se" st="on"&gt;em massa. Proteja-se&lt;/st1:personname&gt;!”.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A campanha foi feita para ser promovida em toda a Alemanha, pretendendo conscientizar os cidadãos, principalmente os jovens, sobre a importância do sexo seguro. Foi levado em conta também que o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS se aproxima, será em 01 de dezembro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Mas, como já foi mencionado, o nazismo continua sendo uma espécie de tabu na sociedade alemã e, de maneira menos intensa, no restante dos países. Criou-se uma espécie de mito diante da figura de Hitler. A comunidade judaica, que detém grande parcela da mídia mundial, expõe para a população a imagem do ditador como uma personificação do demônio. Não estamos dizendo com isso que as atitudes de Hitler não causaram efeitos bastante graves e impositivos para a humanidade, ele, de fato, foi cruel e déspota ao extremo ao defender suas ideologias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foi exatamente por esse motivo que a Agência Publicitária Das Comitte decidiu usar sua imagem (assim como as de outras figuras políticas que ficaram marcadas na história por seu modo desumano de agir: também foram feitos pôsteres de Saddam Hussein e de Josef Stálin) para causar impacto. Os criadores da peça, ao defenderem sua proposta, alegaram que pretendiam caracterizar o vírus como um elemento maligno. Seu objetivo era sacudir as pessoas e uma forma chocante de fazê-lo era dando à doença um rosto que “certamente não poderia ser bonito”, reproduzindo aqui as palavras de Dirl Silz, diretor de criação da campanha.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O outro diretor de criação da empresa completa: “Muita gente não está consciente de que a AIDS mata todos os dias muitas pessoas. Eles (a ONG Regenbogen) queriam uma campanha que dissesse aos jovens que ela continua a ser uma ameaça”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Já a ONG (Organização Não Governamental) responsável pela concepção da idéia, a Regenbogen, justificou-se utilizando números: “No mundo, morreram mais de 28 milhões de pessoas. E a cada dia surgem 5.000 novas vítimas. Com isso, a AIDS é um dos maiores assassinos de massas que já existiram até hoje”. O site da campanha também possui informações sobre o contágio e a proliferação da moléstia (por exemplo, a cada 15 segundos uma pessoa morre de AIDS no mundo). A campanha, portanto, apesar de abrir vertentes para um sem fim de críticas e polêmicas, as quais serão expostas em seguida, é, por outro lado, inegavelmente, memorável e, objetivamente, eficaz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Antepondo-se ao ponto de vista no qual se baseia a publicidade, cidadãos, entidades e noticiários de toda a parte expuseram sua opinião, muitos acusando a propaganda de agressiva e preconceituosa. Segundo uma reportagem feita pelo portal G1 (da Rede Globo de Televisão), ONG's inglesas classificaram a peça como sendo um fator de estigmatização dos soropositivos, ou seja, colocando os aidéticos como "nazistas" e "assassinos" ou como pessoas do mal de quem se deve tomar distância. Algumas entidades européias apontaram para o caráter insensível da agência para com os portadores do vírus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A Associação Alemã de Ajuda contra a AIDS (DAH), por sua vez, observou o aspecto contraditório da campanha que, de acordo com sua análise, viria a prejudicar o combate à doença. Além disso, ela provavelmente ofende, de modo generalizado, a todas as vítimas do nazismo. Carsten Schatz, integrante da direção da DAH, lembra, em comunicado oficial, que a publicidade “não tem nenhuma mensagem sobre como se proteger do HIV e de outras doenças sexualmente transmissíveis”. Ele finaliza sua manifestação dizendo, ainda, que a proposta publicitária serviria somente para gerar pânico.&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O repórter Adriano Nobre, do &lt;i style=""&gt;site&lt;/i&gt; português “i Informação”, em sua coluna sobre o fato, fala das opiniões de publicitários portugueses sobre o ocorrido. Criticando a ética da campanha, o diretor de criação da agência “Excentric” Jorge Teixeira, diz: “Geralmente o limite da publicidade é o bom senso de quem passa o cheque”. O &lt;i style=""&gt;site&lt;/i&gt; ainda cita a declaração de Luís Mendão, um dos diretores do “Grupo Português de Ativistas sobre Tratamentos de Aids”: “A Aids é um problema sério e as pessoas devem ser alertadas usando todos os mecanismos possíveis. Mas parece-me incorreto usar a imagem de Hitler desta forma, diabolizando o soropositivo. Até porque o foco destes alertas deve estar na necessidade de proteção”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;De acordo com dados do blog Do Entrelinhas (confira no endereço: http://doentrelinhas.blogspot.com), a emissora alemã RTL recusou-se a veicular a propaganda, alegando que, não apenas o rosto de Adolf Hitler, como também as cenas de nudez e sexo parcial no vídeo são inadequadas. O site Youtube, igualmente, decidiu deletar o vídeo de sua página eletrônica, afirmando que seu conteúdo atenta contra o regulamento do site.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Quando as peças com as figuras de Adolf Hitler, Saddam Hussein e Josef Stálin foram divulgadas e a intenção era veiculá-las só no fim do ano, não se imaginava que elas gerariam tamanho desconforto. Isso torna o futuro dessa publicidade incerto. A DAH exigiu a suspensão da campanha. A Das Comitte, em contrapartida, tem em mãos a publicidade completa, composta por diferentes trabalhos (há pôsteres, vídeo e música). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Agora, quem deve decidir o que é melhor para seu público e para a sua população, são a mídia alemã e o seu Governo, entrando &lt;st1:personname productid="em consenso. Apesar" st="on"&gt;em  consenso. Apesar&lt;/st1:personname&gt; da grande carga negativa detectada na campanha, ela foi feita, sem dúvidas, com a melhor das intenções: combater essa doença que tem se infiltrado no nosso cotidiano tão rapidamente nas últimas décadas e que vitima tantas pessoas de maneira arrebatadora. Independentemente de mostrar-se relacionada com fatores bons ou ruins, o que importa é sua mensagem central e objetiva: a AIDS está aí e está matando muita gente. Então, proteja-se!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: georgia;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-3493471017958342124?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/3493471017958342124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=3493471017958342124' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3493471017958342124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3493471017958342124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/normal-0-21-false-false-false.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwtZ8EXOJ1I/AAAAAAAAAEk/v_knrTUnX2g/s72-c/aidsmasshtiler.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-276896962306490960</id><published>2009-11-22T16:32:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T17:14:55.905-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwncWFa4DAI/AAAAAAAAAEU/qDIu9kasKoM/s1600/wwf+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 205px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwncWFa4DAI/AAAAAAAAAEU/qDIu9kasKoM/s400/wwf+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407095099605126146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwncKOhQssI/AAAAAAAAAEM/nAT2XHlyeN8/s1600/papel.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwncKOhQssI/AAAAAAAAAEM/nAT2XHlyeN8/s400/papel.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407094895889396418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swnb-Y5tshI/AAAAAAAAAEE/WblsNfiiCCg/s1600/read+more.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swnb-Y5tshI/AAAAAAAAAEE/WblsNfiiCCg/s400/read+more.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407094692517884434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwnbwtuSHxI/AAAAAAAAAD8/4ONwTu-yBkk/s1600/nothing+can+replace+a+tree.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 362px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwnbwtuSHxI/AAAAAAAAAD8/4ONwTu-yBkk/s400/nothing+can+replace+a+tree.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407094457588915986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwnbnCMkkGI/AAAAAAAAAD0/WKnd0yFr9Fk/s1600/drunk+drivers.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwnbnCMkkGI/AAAAAAAAAD0/WKnd0yFr9Fk/s400/drunk+drivers.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407094291285971042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Eu tava aqui vendo o Obvious (o blog) e encontrei umas publicidades super criativas e (a melhor parte) que não foram feitas só para estimular o consumo louco, obsessivo e compulsivo, mas contém idéias positivas. Just take a look (=&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwncelgQleI/AAAAAAAAAEc/pPYjSA6GMUo/s1600/wwf+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwncelgQleI/AAAAAAAAAEc/pPYjSA6GMUo/s400/wwf+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407095245656593890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-276896962306490960?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/276896962306490960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=276896962306490960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/276896962306490960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/276896962306490960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/eu-tava-aqui-vendo-o-obvious-o-blog-e.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SwncWFa4DAI/AAAAAAAAAEU/qDIu9kasKoM/s72-c/wwf+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-4921816851959874031</id><published>2009-11-22T14:25:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T14:39:23.652-08:00</updated><title type='text'>Orelha Quente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Acho que não comentei aqui ainda (ou talvez tenha comentado, minha memória é traiçoeira comigo), mas estou fazendo uma revista pra Planejamento Gráfico sobre superstições, crenças e afins. Resolvi divulgar um pouquinho do nosso trabalho aqui. Foi super interessante ir fazer essa entrevista. Mas acho que nesse dia descobri que não levo jeito pra coisa. Quer dizer, que eu me identifico bem com as câmeras e com o ambiente televisivo eu já sabia. Só não sabia que era tão ruim fazendo entrevistas. huahuahua. Tudo bem, não desisti dos jornais/revistas. Sempre aprendemos com o tempo =)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swm8nrgi_VI/AAAAAAAAADs/fN8nXdjl4cc/s1600/DSC04271.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swm8nrgi_VI/AAAAAAAAADs/fN8nXdjl4cc/s400/DSC04271.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407060217515146578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Cafeomancia é uma prática usada para adivinhar o futuro através da leitura da borra de café que aparece na parede e no fundo de uma xícara, depois de bebê-lo. Ela tem origem árabe, sendo, inclusive, muito difundida nesses países, tornando-se uma de suas mais ricas tradições, principalmente no Irã, na Turquia e no Sul da Rússia, onde era praticada pelas cortes dos grandes czares. Ler a borra de café é um exercício que exige muita concentração e sensibilidade, necessárias para que se perceba com clareza a figura que surge, decifrando-a. Para a realização da leitura, utilizam-se os seguintes componentes: o pó de café, açúcar, uma xícara e um pires branco. Acredita-se, ainda, que o café seja um excelente elemento para atrair a prosperidade. A fim de saber um pouco mais sobre a tradição tão inserida em muitas culturas mundo a fora, a Orelha Quente foi atrás de alguém reconhecido na área e que pudesse nos falar com maior clareza sobre o assunto. Conseguimos contato, então, com Lidija Milovic, exotérica iugoslava que imigrou para o Brasil há muito tempo e hoje, aos 55 anos de idade, tem seu próprio negócio para tratar de temas referentes à Cafeomancia e ao Tarô. Acompanhe a entrevista feita com Lidija:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Orelha Quente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - A senhora pode nos explicar como decorrem as consultas?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Lidija&lt;/b&gt; - Bom, eu não faço consultas. Eu só estou olhando o que a xícara fala. Não sou eu quem fala, é a xícara quem fala. Ela tem energia. E abrindo a xícara você vê as coisas. Você sente, você cheira, você percebe e depois fala o que vê.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Orelha Quente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - O que exatamente você vê na xícara?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Lidija&lt;/b&gt; - Um momento. O momento da pessoa e os sentimentos do momento dela. Geralmente, a energia sentimental é mais forte. Ela aponta para os medos, doenças e ansiedades das pessoas. A energia referente aos sentimentos do momento atual prevalece e o passo seguinte liga-se a situação do momento que a xícara mostrou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Orelha Quente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - Com quem ou como você aprendeu a ler a borra de café?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Lidija&lt;/b&gt; - Boa pergunta. Mas eu acho que isso não dá para aprender. Isso é uma coisa que muito tempo eu neguei, eu fugia desse dom. Minha mãe era muito boa em ver borra de café. Ao ter contato com o mundo árabe ela entrou em contato também com as xícaras. Lá ela, apesar de não saber explicar como, começou a olhar para as manchas e ela via as coisas, via as figuras, via as cores e essa é a energia. Quando eu nasci, junto dela, eu comecei a olhar para aquilo e via essa figura, via aquela outra. Foi assim que começou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Orelha Quente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - Qual é o público que procura os seus serviços?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Lidija&lt;/b&gt; - De jovens até velhos, todo mundo procura. Homens, mulheres, casados, desesperados, políticos, psiquiatras, todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Orelha Quente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - Qual é o público predominante?&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Lidija&lt;/b&gt; - Predominam as mulheres entre 25 e 35 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Orelha Quente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - Como você acha que a sociedade recebe e encara o seu trabalho?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Lidija&lt;/b&gt; - Ela é vista como uma profissão exotérica. Algo totalmente atraente e que funciona, que dá certo e consegue atingir o objetivo de matar a ansiedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-4921816851959874031?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/4921816851959874031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=4921816851959874031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4921816851959874031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4921816851959874031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/orelha-quente.html' title='Orelha Quente'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swm8nrgi_VI/AAAAAAAAADs/fN8nXdjl4cc/s72-c/DSC04271.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-5478173424783378332</id><published>2009-11-22T14:09:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T14:37:39.318-08:00</updated><title type='text'>DISK HORSES: 3331-1179</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fui à Pirenópolis, pequena cidade turística do Estado de Goiás, apenas para passar o feriado, eu e mais dois amigos. Em uma das tardes do passeio, após aproveitarmos as cachoeiras e a lindíssima paisagem do lugar, decidimos descer dos morros a pé. Uma idéia divertida para uma viagem ainda mais divertida. Como bons jornalistas que somos (ou seremos), a câmera fotográfica era parte tão essencial das nossas jornadas quanto uma garrafa de água. Tirávamos fotos de tudo e de todos, aproveitamos para fazer nossos trabalhos das disciplinas da faculdade que envolvem fotografia e, claro, também registrávamos nossas próprias imagens, assim como algumas situações e momentos marcantes. E eles não foram poucos! Os três dias e duas noites de viagem resultaram em mais de duzentas fotos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Mas a mais distinta delas, sem dúvidas, foi uma que tiramos naquela situação mesmo, enquanto descíamos das cachoeiras, pouco antes do pôr-do-sol. A princípio, a cena passou despercebida por nossos olhos. Foi quando, desatento, meu amigo olhou para o lado e viu. Era uma placa com os seguintes dizeres: “DISK HORSES”. Ficamos todos admirados e ao mesmo tempo achando a idéia bastante cômica. Todavia, analisando posteriormente, notei que era algo criativo e, ao ter essa percepção, tive vontade de ampliá-la e aperfeiçoá-la.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Meu projeto, primeiramente, era expandir o Disk Horses para outras regiões e cidades onde fosse possível sustentá-lo. Em municípios que possuem grande potencial turístico e belezas naturais exuberantes, com espaço para os cavalos e com uma pré-disposição das pessoas para experimentar novidades (turistas adoram o novo), a empresa funcionaria de maneira positiva. Preferi, então, criar não só um novo serviço para a comunidade, mas também um “auto-desafio”: trazer o Disk Horses para Brasília.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Os animais seriam colocados em uma fazenda não muito distante do Plano Piloto. Seria preciso comprar entre cinco e dez pequenos caminhões para o transporte. Em uma capital desse tamanho é bem plausível que indivíduos alternativos e que gostam de inovar se interessem por alugar cavalos. Existem também as pessoas que fazem equitação ou andam a cavalo por prazer. Porém, é evidente que, para um investimento tão grande, o público tem de ser consideravelmente maior, pois, como toda empresa, o Disk Horses visa o lucro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Por isso, para atrair mais gente (e é nesse ponto que entra a minha própria criatividade), pensei em diversificar a proposta, aumentando os tipos de animais que podem ser emprestados. É possível usar (além dos cavalos) pôneis, ovelhas, burros, mulas e veados. Para tanto, teríamos que impor regras e restrições para a contratação de cada diferente bichinho. Mas as utilizações primeiras seguiriam, teoricamente, as instruções abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cavalo - Será usado para aluguel no dia-a-dia por qualquer cliente a partir de determinada faixa etária (maiores de 16 anos, por exemplo). Alugaremos eqüinos para passeios, para corridas e para eventos. Veja as possibilidades:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cavalo Simples – É o cavalo usado para passeio e para atividades ordinárias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cavalo de Corrida – É o animal treinado pela nossa equipe e capacitado para corridas profissionais e especializadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cavalo de Festa – Será emprestado para casamentos, formaturas, aniversários e situações afins, nas quais o dono da comemoração deseje apresentar-se causando surpresa ou com elegância. (Ex.: a noiva chega montada em um cavalo para a cerimônia de casamento).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cavalo Especial – Eqüino devidamente preparado para desfiles e eventos oficiais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cavalo Beto Carrero – Para ocasiões em que se deseje fazer alguma encenação, como a simulação do herói salvando a mocinha ou cenas referentes à mitologia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cavalo Príncipe Encantado – É a mais romântica e apaixonada de todas as nossas propostas. O cavalo Príncipe Encantado será útil para homens e mulheres que estiverem interessados em fazer seu próprio conto de fadas. Os pombinhos terão à disposição cavalos brancos e pretos (os mais bem escovados e de pêlos reluzentes da fazenda) e com a sela vermelha e as rédeas douradas. O objetivo é que as pessoas os aluguem para fazerem declarações de amor na casa, trabalho, academia, escola ou qualquer outro ambiente da metrópole para seus cônjuges ou pretendentes. É um jeito criativo e inesquecível de abrir o coração ou buscar a reconciliação. Apenas para complementar essa homenagem tão especial, o Disk Horses oferecerá, como brinde, um buquê de flores para o cliente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pôneis e Ovelhas – Serão destinados, exclusivamente, ao uso por crianças até 10 anos. As ovelhas, na época de Natal, poderão ser alugadas para Presépios Vivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Burros – Serão alugados para situações cotidianas (dependerá de regras determinadas pela empresa, com relação às condições físicas do animal e do cliente, para que se avalie se eles são compatíveis no que diz respeito à saúde do burro).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Burro Simples – Empréstimo comum (para montaria). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Burro Ió – Burrinhos pequenos que serão destinados a animação de festas infantis (para fotografias, para as crianças brincarem, para complementar a decoração).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Burro Shrek – Utilizado para festas, tanto para a decoração ou animação, quanto como acompanhante em festas à fantasia ou situações similares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mula – Tem a pretensão de serem alugadas no dia-a-dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Mula Especial de Halloween – Para quem tiver uma festa de Halloween à vista e quiser arrasar com sua fantasia, fizemos um especial de Halloween: a Mula sem Cabeça. Vestiremos na cabeça da mula uma máscara especial com brilho de fogo, para simular que o animal está sem cabeça e, depois disso, é só o cliente se divertir e divertir também a todos os amigos que achavam que mula sem cabeça não existia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Veados – É uma seção especial de Natal, os veados do Disk Horses serão alugados em um conjunto de, no mínimo, quatro para carregar o trenó do Papai Noel &lt;st1:personname productid="em shoppings. J￡" st="on"&gt;em shoppings. Já&lt;/st1:personname&gt; na rua, o número mínimo serão seis veados. Nossa empresa possuíra trenós para empréstimo e distribuíra os sininhos dourados e as coleiras vermelhas para os animais, para que o clima natalino fique completo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Obs.: (1) Não será permitido usar qualquer um de nossos animais como meio de carregar qualquer tipo de produto ou clientes, pois, conforme a ética do Disk Horses, essa seria uma forma de maltrato aos bichinhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(2) O Cavalo Beto Carrero não fará representações relacionadas à guerra ou lutas, de acordo com o código de ética do Disk Horses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(3) O aluguel do Burro Ió deverá considerar a quantidade de crianças na festa e também a forma como os serviços do animal serão aplicados, com o intuito de evitar que este fique estressado e prejudicado fisicamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Apresentada a idéia, basta, agora, conseguir financiamento para colocá-la &lt;st1:personname productid="em pr￡tica. De" st="on"&gt;em prática. De&lt;/st1:personname&gt; qualquer forma, fica a dica. Afinal, quem não ia se divertir se visse ovelhas nos gramados dos condomínios do Sudoeste, se desse de cara com um trenó de Natal levado por seis veados &lt;st1:personname productid="em plena W" st="on"&gt;em  plena W&lt;/st1:personname&gt;3, se fosse a uma festa de criança e as encontrasse acariciando um burro ou se recebesse um pedido de casamento do namorado (a) que chega para abordá-la (o) montado em um cavalo? Enquanto não temos o Disk Horses em Brasília, fica a foto do serviço lá &lt;st1:personname productid="em Piren￳polis. Se" st="on"&gt;em Pirenópolis. Se&lt;/st1:personname&gt; quiser experimentar, ligue e aproveite!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swm3VWL5ptI/AAAAAAAAADk/FOIDsxkgC14/s1600/DSC04153.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swm3VWL5ptI/AAAAAAAAADk/FOIDsxkgC14/s400/DSC04153.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407054404995622610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-5478173424783378332?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/5478173424783378332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=5478173424783378332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5478173424783378332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5478173424783378332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/disk-horses-3331-1179.html' title='DISK HORSES: 3331-1179'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Swm3VWL5ptI/AAAAAAAAADk/FOIDsxkgC14/s72-c/DSC04153.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-4103667021155337974</id><published>2009-11-19T19:27:00.001-08:00</published><updated>2009-11-19T19:27:33.071-08:00</updated><title type='text'>Acertar de primeira</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nem era assim tão óbvio que ele queria deixar transparecer e pronto; sem vergonha, sem angústias, sem qualquer intimidação. Afinal, ele a tinha. Não fora nada fácil conseguir, foram vários estágios, todos incansáveis. Mas agora ele a tinha. Dizem que nada é para sempre, mas a sua conquista era eterna e inigualável. Ele podia fazer inveja em todos, bastava colocar as mãos para cima, segurá-la firme e gritar “eu consegui!”. Sim, era para o mundo inteiro enxergar. Pena que não era claro. Pena ainda maior que era desinteressante para as outras pessoas. Apenas ele (e mais ninguém) conseguia medir a transparência daquele momento: ele tinha para si o conteúdo do cartão de aniversário que Ana enviará para Augusto, no verão de 1967. Era preciso explicar a fuga, era preciso entender os motivos e era mais preciso ainda esclarecer a história de Lucas. Ana era sua irmã, que fugira para a Bolívia deixando casa, cachorro, pai, irmão e namorado. Augusto era o namorado (naqueles tempos). E Lucas continua sendo o irmão. Quando ela foi embora, Lucas deixou com ela, por precaução, sua própria loucura. Mas quem pode viver sem loucura? Por isso ele queria com toda a força que se pode querer o cartão, só para ver se era possível resgatar a loucura. O cartão tinha uma frase e a frase, loucamente, dizia tudo: "A certeza foi acertar de primeira, o medo agora é não acertar nunca mais". Aí, então, Lucas enlouqueceu, recuperando seu antigo e agradável estado de espírito. Ele conseguira, por fim. Dera-se conta de que, outrora, havia certezas para Ana. Ela sabia que amava Augusto, acreditava que precisava do pai e afirmava ter que tomar conta de Lucas. Certo dia, porém, ela acordou meio zonza e, como se fosse mágica ou então como se fosse lógico, viu que era tudo remoto e frágil. Por não querer quebrar os sentimentos dos seus e por ter consciência de que já estava bem longe, Ana, simplesmente, se foi. Sua única bagagem era a loucura de Lucas. A mesma que ele tinha acabado de reencontrar. Foi aí que ele percebeu que para Augusto estava tudo tentando se equilibrar em uma espécie de corda bamba, em um fio quase invisível que tinha como responsabilidade ser forte o suficiente para segurar um mundo inteiro em seus nós. Ou, quem sabe, não estivesse. Poderia ser que Ausgusto fosse, hoje, indiferente. Contudo, para Lucas sim, o medo era, sem dúvidas, não acertar nunca mais. Pelo menos ele estava arriscando. Sua reação aos fatos era a estagnação. O que importava mesmo é que ele, por fim, conseguira: a loucura era, mais uma vez, toda sua. Ele só ficava ali, imóvel, comemorando. Apesar de não ser assim tão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;óbvio que ele queria deixar transparecer e pronto; sem vergonha, sem angústias, sem qualquer intimidação. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Afinal, ele a tinha. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-4103667021155337974?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/4103667021155337974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=4103667021155337974' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4103667021155337974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4103667021155337974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/acertar-de-primeira.html' title='Acertar de primeira'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1428949306980714072</id><published>2009-11-17T19:46:00.000-08:00</published><updated>2009-11-17T19:53:32.520-08:00</updated><title type='text'>A Garota das Laranjas</title><content type='html'>"Quem não vive agora não vive nunca. O que você está fazendo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Piet Hein, poeta dinamarquês&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1428949306980714072?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1428949306980714072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1428949306980714072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1428949306980714072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1428949306980714072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/garota-das-laranjas.html' title='A Garota das Laranjas'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-6065364759326857152</id><published>2009-11-10T17:00:00.001-08:00</published><updated>2009-11-10T19:13:15.166-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ele entrou, ela não estava ali. Não era de hoje que ela não estava mais ali. Já devia fazer uns 5 ou 6 meses, talvez 4. Tanto faz.  Um dia ele disse a ela que o tempo passava rápido ali. Não era verdade, desde que ela não estava mais ali o tempo passava bem devagar. Nem um pouco apressado. Mas completamente irritado. Desde o momento do "adeus". Nada estava claro na cabeça dele, foram dias loucos aqueles. De repente, tudo estava despedaçado, de repente, tudo estava refeito e, no instante seguinte, quebrou-se pela última vez. Será que era a última vez? O amor deles era tão novo. Um velho amor ainda e sempre. O problema é que o amor dele não era mais dela. E o amor dela continuava sem nenhum destino ou intenção. Voltemos então a ele entrando ali. Era uma terça-feira qualquer, o diferente foi lembrar assim, sem nem querer, do que tinha acontecido há um tempo já e que também já parecia apagado na memória. Ou pelo menos assim deveria-se fingir. Ele fingia. Ela também. Um dia desses ela tinha ligado pra ele, perguntando porque ele a odiava tanto. Ódio, odiar... Ele falava, angustiado, eu não te odeio, eu não te odeio, fulana. Ela não estava convencida. Pudera, né?! Fora tudo tão estranho. Ela viajou, ele ficou, ela o esqueceu, ele lembrava dela todos os dias, cada vez mais. Ela voltou, ele foi atrás. Mas quem disse que ela seria previsível? Ela nunca fora. E o que ela queria dele, meu Deus? O que? "O que será que ela quer de mim, afinal?" - ele vivia se questionando. Acho que nunca tinha lhe ocorrido que não era preciso querer, querer é demais quando já sentimos e o nosso sentimento é tamanho que não temos idéia, ele só transborda. Amor, amar... Quando o amor dela percebeu que queria ser amado pelo amor dele que agora já amava o amor de outra pessoa, ela se desesperou. Ela, ou talvez o amor próprio dela. Pena que ele não sabia disso. Se sabia, ele não queria ver. Não, não é que ele não quisesse ver, era mais cômodo, nessas alturas, deixar as coisas bem assim, como as coisas estavam. Por pior que elas estivessem. Daí ele entrou, sentou-se na carteira, perplexo, refletindo sobre a possibilidade de ela gostar dele e não ter dito logo a verdade e esse ser o motivo por ela ter perdido a cabeça e a amizade. É ruim quando é tarde demais para as coisas na vida. Ela se sentia tão só. Ele se sentia tão e cada vez mais dela. Não havia, porém, o que fazer com relação aos sentimentos. Ela passou, cabeça erguida, coluna ereta, carregando dois livros apertados contra o peito. Ele pensou em levantar, ir atrás e confessar que ele precisava dela, desse jeito mesmo, bem clichê. Ela, por sua vez, pensou em dar meia volta, entrar correndo na sala e dizer que ela iria ficar, ficar longe, ficar perto, ficar toda para ele. É, pode parecer mentira, pode parecer que não, mas o fim da história (que ainda não acabou) é que, depois de toda a confusão, ele continuava tendo ela bem na mira. E ela continua tendo ele na mão. O problema é que tinha ficado para trás o que os havia juntado. Só que eles ainda lembram...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-6065364759326857152?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/6065364759326857152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=6065364759326857152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6065364759326857152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6065364759326857152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/ele-entrou-ela-nao-estava-ali.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-5767730371751542195</id><published>2009-11-06T16:47:00.001-08:00</published><updated>2009-11-06T17:40:16.128-08:00</updated><title type='text'>Saudades do tempo perdido</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SvTPHxPiW0I/AAAAAAAAADc/gqvu-Ldjt_w/s1600-h/irina+6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SvTPHxPiW0I/AAAAAAAAADc/gqvu-Ldjt_w/s400/irina+6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401169585508604738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nossa! Eu realmente não estou mais conseguindo produzir. Sim, estou fazendo as reportagens da revista de PG. Mas só penso no semestre acabando, nas férias, no verão, na vida longe desse segundo semestre que insiste em me perseguir. Ah, as festas foram ótimas, festas são sempre boas. Aliás, quase sempre, exceto aquelas em que o Thiago e a Elis estão. huahuahua. O problema foi o conteúdo mesmo. Que conteúdo? Hoje minha reflexão foi em cima de um cena bonita que ficou na minha memória sábado passado, na festa de aniversário da amiga da minha prima, a Irina. Não sei se cheguei a comentar. Essa cena me lembrou outra cena também bem massa que rolou no dia do Peru de Natal, lá em Jaguari, no Natal do ano passado. Todas as cenas inesquecíveis da vida tem que ter música tema, né? Chama-se Tempo Perdido, Legião Urbana. Na terça-feira o Thiago passou na UnB pra me buscar, eu tava saindo super deprimida da aula de História da Filosofia Antiga e quando entrei no carro tava tocando a dita cuja. Ela é de arrepiar quando nós paramos pra pensar no "somos tão jovens". Foi esse momento que ficou marcado na minha memória no sábado. Estávamos dançando, todos felizes e animados, na Gates, e aí Tempo Perdido começou a tocar (só para constar, tô ouvindo Eduardo e Mônica agora. haha). O fato é que nos unimos numa rodinha, um grupo de umas 15 pessoas eu acho, ocupamos um espaço enorme do ambiente e girávamos enlouquecidos gritando a letra da música. Eu encarava cada um deles e pensava "somos tão jovens", e dizia "somos tão jovens" e respirava aquela sensação de "somos tão jovens". Voltando alguns meses nesta juventude, desembocamos na trágica noite em que eu e a Camilla quase viramos comida na mesa de Natal. É claro que essa história fica pra uma outra ocasião. O que importa é que deviam ser umas 3 horas da manhã. Estávamos sentados na área da frente do Pseudo-Shopping de Jaguari. Se não me falha a memória (e ela provavelmente me falha, porque não é das melhores)  nossa disposição era a seguinte: a Camilla encostada de um lado de uma das pilastras da entrada, o Chico escorado do lado oposto, em frente, eu, do lado de um grande vaso de flores, do meu lado o Saco, apoiando-se na vitrine de uma loja, do seu lado o Pedro e logo depois a Mari. Talvez o Pedro e o Chico estivessem em posições invertidas. Isso não vem ao caso. Sei que haviam coleguinhas na escada lateral com um ou dois violões cantando todo tipo de música e nós ríamos deles e também de nós mesmos. Até que eles cantaram, ironicamente, Tempo Perdido. Isso é tão sugestivo, não é? Cantamos, o Chico cantava em alto e bom som, o Pedro com ar nostálgico, a Mari com certa tristeza na voz, o Saco com convicção, a Milla sem muita certeza e eu como alguém que estivesse tentando guardar aquela cena pro resto da vida. É que foi lindo! Chovia, chovia uma daquelas chuvas de verão que deixão saudade. Em julho, houve um dia em que estávamos todos reunidos bebendo vinho e o Pedro cobrou que o Saco devolvesse o copo de vinho porque ele o estava segurando por tempo demais. Ao que o Saco respondeu: "Não, cara! Deixa eu segurar mais um pouco. Porque eu sei que essa é uma daquelas cenas que eu vou querer lembrar quando estiver lá no Rio, é uma das cenas que eu vou sentir saudades". Já não é mais verão de 2008, não é mais julho de 2009, não é mais sábado passado. Só que nós continuamos sendo tão jovens. O que será que estamos fazendo com nosso tempo perdido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obs.: exceto o momento melodrama, aqueles lá de cima somos nós na festa da Irina. Dá-lhe Bono ;D&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-5767730371751542195?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/5767730371751542195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=5767730371751542195' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5767730371751542195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5767730371751542195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/saudades-do-tempo-perdido.html' title='Saudades do tempo perdido'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SvTPHxPiW0I/AAAAAAAAADc/gqvu-Ldjt_w/s72-c/irina+6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1927231949688686149</id><published>2009-11-03T18:30:00.000-08:00</published><updated>2009-11-03T20:10:07.160-08:00</updated><title type='text'>Crônica-mente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pensando bem acho que esse negócio de paixão é quase uma doença crônica. Sim! Daquelas que não são resolvidas em um curto espaço de tempo, não são emergências, mas podem se tornar bastante graves. A vida curta que lhe acusam de possuir fica por parte do pequena espaço de tempo que ela dura e porque, depois que passa, leva consigo para o outro mundo aquela conhecida projeção da pessoa amada. Acredito que a morte seja dupla. Pois morre também o   apaixonado. Já a minha sugestão dela ser crônica é pura e simplesmente porque as paixões sempre deixam lembranças, traumas ou indiferenças por grandes períodos de tempo. Doenças crônicas, segundo a Wikipédia, são assintomáticas ou quase assintomáticas, entretanto, caracterizam-se por episódios agudos perigosos e/ou muito incomodativos. Isso não lembra o começo daquela tão cotidiana sensação na história do mundo (como disse Vinicius de Moraes, a história do amor nada mais é que a história do mundo) das borboletas na barriga? Primeiro parece que não é conosco, que nem estamos sentindo o coração bater mais forte, os sinas indiscretos que todos os outros conseguem captar mas nos quais nós mesmos hesitamos em acreditar, as indiretas, as provocações e toda a sequência de babaquices que é constante no currículo dos pré-apaixonados. Em seguida, ao admitirmos que algo está, de fato, diferente, há o período de adaptação, nele ficamos apenas curtindo os sintomas. Essa fase tem durabilidade variável de pessoa para pessoa. É certo, porém, que uma hora ou outra atingem-se os já cogitados episódios agudos perigosos e/ou incomodativos. A partir daí as reações são as mais variadas. Tem quem pire por dentro, tem quem pire por fora. Tem quem enlouqueça quem está ao seu redor, outros enlouquecem sozinhos. Os fatores de risco são sabidos, ocorrem implicações como tensão arterial, problemas de frequência cardíaca,  obesidade ou falta de fome, consumo de álcool ou tabaco acelerado ou retardado e uma série de consequências que estão estritamente vinculadas com a correspondência da paixão e com adaptações psíquicas do indivíduo. Surgem então idéias completamente loucas que jamais viríamos em outro estado de inspiração que não o amor: Shah Jahan mandou construir o Taj Mahal num acesso de ousadia e nostalgia, Cazuza quis presenter a amada com mil rosas roubadas, Nietzsche (em Quando Nietzsche chorou) deixava que Lou segurasse as rédeas, Lispector se debatia entre as contradições de amar ou não amar (em "Eu te amo") e entre tantas outras pequeníces ou extravagâncias, as pessoas vão demonstrando o que sentem. É um perigo um apaixonado. Eles conseguem mover montanhas, assim, de verdade mesmo, não só metaforicamente. Os apaixonados movem o que quiserem, céu, terra, mar, mudam o mundo e mudam as vidas uns dos outros. O problema mesmo é que as paixões acabam. Talvez esse seja o resquício mais drástico da doença crônica: a paixão chega ao ponto de virar um mal. Ou, talvez (quem sabe?), o mal seja mesmo se deixar apaixonar. Porque apaixonados perdemos a noção do tempo, das atitudes, das coisas e as vezes até de nós mesmos. No final das contas é só  se precaver e a prevenção é cuidar bem da saúde. Porque (não tem como fugir) tem uma noção com a qual nem podemos ficar sem: as paixões crônicas de causa infecciosa são causadas por indivíduos invasores com os quais é atingido um equilíbrio. Dica: A OMS sugere muito CUIDADO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É que eu acho que nos (pseudo) apaixonamos várias vezes ao dia, simplesmente porque é divertido. Hoje eu disse pra minha mãe que achava que tinha me apaixonado, depois fui parar pra refletir. Não é a primeira vez que acho isso, não é a primeira vez também que me engano, me confundo, mas me divirto. Feelings and more feelings! Creio que  devemos simplesmente tentar =) todas essas vezes!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1927231949688686149?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1927231949688686149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1927231949688686149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1927231949688686149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1927231949688686149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/cronica-mente.html' title='Crônica-mente'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-3745206988305065077</id><published>2009-11-02T19:53:00.000-08:00</published><updated>2009-11-02T20:18:26.079-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Well, well. Final de feriado e resolvi ressurgir aqui, depois de todo tanto tempo de abandono. Foram tantas emoções depois de um pseudo-Halloween fracassado. risos. Pobre Thiago, sem saber comoproceder com uma Mariana arrependida, alterada e sonolenta no carro, uma Elis apaixonada pelo Pedro-Paulo e preocupada em saber se ele ia ou não ligar pra ela no futuro e uma Dani histérica. É divertido recordar. O bom mesmo foi penetrar no aniversário da bróder da minha prima e me divertir a noite inteira com música BOA e gente pirada. Nada como chegar em casa na hora do café da manhã sempre =) faz bem pra alma, acreditem! Ontem, entretanto, foi a noite de parar e refletir sobre os últimos momentos. Assisti um filme suscetível de análises intensas (haha): Foi apenas um sonho. Já viram? Vejam. É chocante e triste. Mas não triste de forma arrebatedora. Simplesmente triste, com tudo que a palavra "simplesmente" tem que banal e usual. Depois de assistirem, caso alguém resolva assistir, reflitam sobre quem é realmente louco, sobre o quanto nos acomodamos e se nossos sonhos tem mesmo algum valor (para alguém e, principalmente, para nós mesmos). Eu refleti. Só que nem conclui nada. É difícil tirar conclusões sobre assuntos tão óbvios mas que nos assombram diariamente. Há uma cena em que o cara com problemas psíquicos é super inconveniente e joga na cara do casal todos os seus "patos selvagens" (sim! eu faço Oficina de Interpretação), quer dizer, seus medos, falhas, erros, tudo aquilo que é 'sujo' e estava escondido no armário, jogado embaixo do tapete. É sempre ruim e (mais uma vez) inconveniente escutar a verdade. Tá, só resolvi falar disso tudo porque estava aqui lembrando de Beleza Americana. No final das contas todas, existe mesmo muita beleza no mundo e isso nos invade, nos infla, nos enche. O que vocês pensariam naqueles infinitos segundos antes de morrer? Acho que iria pensar no céu azul de um dia em que eu brincava no quintal da casa da minha avó com minha prima mais velha. E numa menininha comendo melância que eu vi, uma vez, há muito tempo atrás, enquanto passeava de ônibus lááá em Panambi. Talvez eu só pensasse em pessoas. Mas pode ser também que só visse tudo branco. Ou, então, tudo escuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-3745206988305065077?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/3745206988305065077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=3745206988305065077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3745206988305065077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3745206988305065077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/11/well-well.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-6818418118599373796</id><published>2009-10-19T15:07:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T16:22:40.855-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Da janela lateral do quarto de dormir&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn-gZrzxI/AAAAAAAAABU/-5pXW5HYo_0/s1600-h/DSC04055.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn-gZrzxI/AAAAAAAAABU/-5pXW5HYo_0/s400/DSC04055.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394441514718580498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vejo uma igreja, um sinal de glória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzoAmIHluI/AAAAAAAAABs/oXDXHQBufjY/s1600-h/DSC04191.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzoAmIHluI/AAAAAAAAABs/oXDXHQBufjY/s400/DSC04191.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394441550615254754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo um muro branco e um vôo, pássaro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn-E0E_QI/AAAAAAAAABM/IPdhfKKu2mM/s1600-h/DSC04009.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn-E0E_QI/AAAAAAAAABM/IPdhfKKu2mM/s400/DSC04009.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394441507313089794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo uma grade, um velho sinal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn_0mdSQI/AAAAAAAAABk/BZKom4aY33A/s1600-h/DSC04153.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn_0mdSQI/AAAAAAAAABk/BZKom4aY33A/s400/DSC04153.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394441537320732930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensageiro natural de coisas naturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt_aauatI/AAAAAAAAACE/zEyCeZgyUh0/s1600-h/DSC04113.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt_aauatI/AAAAAAAAACE/zEyCeZgyUh0/s400/DSC04113.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394448127361968850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quando eu falava dessas cores mórbidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn_UoGqMI/AAAAAAAAABc/hH9ZsrVxSqI/s1600-h/DSC04079.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn_UoGqMI/AAAAAAAAABc/hH9ZsrVxSqI/s400/DSC04079.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394441528737704130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quando eu falava desse homens sórdidos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt_xcKdZI/AAAAAAAAACM/RyswnsGn43Y/s1600-h/DSC04104.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt_xcKdZI/AAAAAAAAACM/RyswnsGn43Y/s400/DSC04104.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394448133542016402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quando eu falava desse temporal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt-AQo0KI/AAAAAAAAAB0/sp3Pzjc5jDY/s1600-h/DSC04082.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt-AQo0KI/AAAAAAAAAB0/sp3Pzjc5jDY/s400/DSC04082.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394448103160467618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Você não escutou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzuAfKGClI/AAAAAAAAACU/7ur4GcY65LM/s1600-h/DSC04189.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzuAfKGClI/AAAAAAAAACU/7ur4GcY65LM/s400/DSC04189.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394448145814260306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Você não quer acreditar&lt;br /&gt;Mas isso é tão normal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt-oshLDI/AAAAAAAAAB8/z8Mj7CkI1nQ/s1600-h/DSC04157.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzt-oshLDI/AAAAAAAAAB8/z8Mj7CkI1nQ/s400/DSC04157.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394448114014825522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conhecia as torres e os cemitérios&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzCq95XBI/AAAAAAAAACs/7jcK9FmQNmM/s1600-h/DSC04192.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzCq95XBI/AAAAAAAAACs/7jcK9FmQNmM/s400/DSC04192.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394453680902200338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conhecia os homens e os seus velórios&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzDDH2YBI/AAAAAAAAAC0/-FR0EPXKaDg/s1600-h/DSC04237.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzDDH2YBI/AAAAAAAAAC0/-FR0EPXKaDg/s400/DSC04237.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394453687386398738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quando olhava da janela lateral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzB7neTvI/AAAAAAAAACk/GjN7ELXW90E/s1600-h/DSC04048.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzB7neTvI/AAAAAAAAACk/GjN7ELXW90E/s400/DSC04048.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394453668191686386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Do quarto de dormir&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzBIoD0-I/AAAAAAAAACc/Uz9nJ8h10PY/s1600-h/DSC04109.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StzzBIoD0-I/AAAAAAAAACc/Uz9nJ8h10PY/s400/DSC04109.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394453654503936994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-6818418118599373796?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/6818418118599373796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=6818418118599373796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6818418118599373796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/6818418118599373796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/da-janela-lateral-do-quarto-de-dormir.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Stzn-gZrzxI/AAAAAAAAABU/-5pXW5HYo_0/s72-c/DSC04055.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-5506507602043640029</id><published>2009-10-19T14:07:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T14:57:41.406-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quase abandonei meu pobre blog, não foi?! Coisas da vida, estamos nos encaminhando para o fim de outubro e já existem Papais Noéis na rua. Hoje andei fazendo as contas e, se tudo der certo (tudo vai dar certo!), faltam apenas nove aulas do Martino até o dia 23/11 (acho que é esse o dia da entrega do último fichamento). Estava na aula de Planejamento Gráfico e a professora falou, por algum motivo que já nem me lembro mais, de sequências. Observação importante: está sem trema não porque já me adequei às novas regras gramaticais mas sim pela falta de habilidade pra descobrir como se digita o símbolo em questão neste teclado. Pois é, parei um momento para refletir, é tudo uma questão de sequências. Questão, como diria um experiente e abstracionista professor meu. As sequências de dias, as sequências de horários, as sequências de matérias na faculdade ou as sequências de afazeres do indivíduo. A sequência que nos leva ao resultado que queríamos obter. Mas, como li no livro da resenha de Criatividade (i-nerd level 2), o pensamento é ramificado, ele se divide entre pensamento vertical e pensamento lateral. O pensamento vertical diz respeito a tudo que baseia-se na lógica e nas estratégias pré-estipuladas para serem resolvidas. Opostamente, o pensamento lateral é o estalo, a idéia que vem por acaso, desapercebida, fruto da criatividade e semente da criação. Isso só é relevante porque, fazendo um  paralelo, as sequências podem seguir as mesmas vertentes. Quero dizer que a sequência não tem de ser precisa, não tem de ser óbvia e não tem de ter regras. Essa coisa de vida regrada demais desanima. É muito mais excitante conviver constantemente com o inesperado, não? Não que as coisas precisem ser bagunçadas. Não mesmo, gosto de organização, afinal, por mais que o Thiago não acredite na força do nosso signo, a chatice dos virginianos é bem poderosa. Minha irmã tem dois anos, ela tem uma sequência de atividades diárias. Ela acorda cedo, toma o leite dela, brinca na casinha de bonecas, vai para o parquinho, volta pra almoçar, dorme depois do almoça, acorda para brincar de novo, espera minha mãe chegar de tardezinha e depois jogo os joguinhos que ela adora ou assiste os DVDs dela. É fixo demais e poderia ser monótono. Só que não é. Ela tem dois anos, inventa uma coisinha aqui e outra ali pra mudar a rotina. Gosta de perseguir o cachorro, esses dias ela inventou de começar a virar cambalhota. Ah, agora, há pouco tempo, ela resolveu pegar várias toalhas no armário dos meus pais e arrumá-las todas no chão da sala para pular sobre elas e então ela soltava uma daquelas gargalhadas impagáveis que só os bebês sabem fazer. Crianças criam. É uma sequência de sensações. Um amigo me disse que quanto mais fazemos, mais fazemos. Seria válido fazermos um esforço pra sequencializsar todo dia de forma diferente. Quando escolhi fazer jornalismo, pensei na possibilidade de viver novas experiências e entrar em contato com idéias e concepções diferentes. Devia ser por isso que eu queria ser atriz quando era criança. Ser várias pessoas, incorporar diversas personalidades, vivenciar as mais variadas almas. Pode parecer insatisfação, mas acho que não é bem isso, é uma necessidade de mudar, de experimentar. Dizem que respirar novos ares faz bem. Tá, meu texto tá ficando super chato e confuso, daqui a pouco vai parecer um McLuhan no fichamento final do Martino. Bom, tem uma música do Skank que diz assim: "na confusão do dia-a-dia, no sufoco de uma dúvida, na dor de qualquer coisa é só tocar essa balada de swing inabalável que é o oásis do amor. Eu vou dizendo na sequência bem clichê, eu preciso de você...". Se, na sequência, as coisas tivessem seguido o rumo previsto, qual seria o final da história? Aliás, não se a história já acabou. Os finais nunca são previsíveis, nem necessariamente infelizes. No final de Grande Menina, Pequena Mulher, Ray fala que toda história tem um fim, mas na vida cada final é um novo começo. Então, reflitam...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-5506507602043640029?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/5506507602043640029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=5506507602043640029' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5506507602043640029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/5506507602043640029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/quase-abandonei-meu-pobre-blog-nao-foi.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-2199086239605192094</id><published>2009-10-13T19:37:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T14:58:50.372-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StU9SEz5rBI/AAAAAAAAABE/isqGlKHkhCk/s1600-h/DSC04091.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StU9SEz5rBI/AAAAAAAAABE/isqGlKHkhCk/s400/DSC04091.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392283509584407570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Oi, bróthers =) Terça-feira 13. A viagem pra Pirenópolis foi muito boa! No próximo feriado, partiu?! Essa foto eu tirei com meu "bff" mais chato de todos, Thiago, ele ajustou o iso e os detalhes do tipo e eu fiz o trabalho mecânico, ou pelo menos foi assim que ele definiu. Ficou boa, né? Na próxima vez acho que eu não volto, vou ficar por lá pra virar hippie de vez. É brinks mas é verdade =x huahuauhahua. Acabei não escrevendo nada pra colocar aqui, a última coisa que escrevi foi "paranoá" brincando de forca no ônibus. Acho que foi. Vários textos estão na fila, mas nada de postar pq eles precisam ser digitados por completo. ah, enfim, aula do Martino cedinho e muito o que ler sobre Classificação Indicativa ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: se alguém for visitar Pirenópolis, não deixe de passar no PiriPub pra escutar um bom Rebolation e ver os manos dançando loucamente. Nenhuma Blue supera. Sérião!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-2199086239605192094?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/2199086239605192094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=2199086239605192094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2199086239605192094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/2199086239605192094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/oi-brothers-terca-feira-13.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/StU9SEz5rBI/AAAAAAAAABE/isqGlKHkhCk/s72-c/DSC04091.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-4686005402077224953</id><published>2009-10-08T19:51:00.000-07:00</published><updated>2009-10-08T22:39:25.401-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ss7Bsu9Bb7I/AAAAAAAAAA8/ter-K88tcuE/s1600-h/flor+e+c%C3%A9u.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ss7Bsu9Bb7I/AAAAAAAAAA8/ter-K88tcuE/s400/flor+e+c%C3%A9u.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390458778271444914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Por que não roubar fotos do flickr? É que eu me lembro todos os dias que é primavera e isso me deixa feliz. Achei que seria legal mostrar um pedacinho dela pra todos lembrarem também. Sensação super Érico Veríssimo em Clarissa e companhia essa da primavera, né? risos. É que esses tapetes de flores que surgem nas ruas fazem bem. Hoje até choveu desvairadamente. Tá que a chuva gerou alguns contratempos no meu dia, mas nada demais, foi até divertido. O ruim de hoje é que fui excluída da aula de TECA e ainda nem sei comoproceder. Daremos um jeito, sempre se dá um jeito. Ah, o aniversário do Worms foi hoje e rimos litros pq, né, rapadura feelings e 8-8-8,5 diz tudo! Fora essas coisinhas, partiu Piri =D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só mais uma coisa, como eu quase não sou apaixonada pelo Mário Quintana e hoje, enquanto estava à toa, resolvi reler poemas dele e lembrei que este é dele, fiquei super animada. huahuahuahua. Olhem, eu adoro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;DO AMOROSO ESQUECIMENTO&lt;br /&gt;Eu, agora - que desfecho!&lt;br /&gt;Já nem penso mais em ti...&lt;br /&gt;Mas será que nunca deixo&lt;br /&gt;De lembrar que te esqueci?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que eu digo, os desfechos da vida são os mais surpreendentes!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-4686005402077224953?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/4686005402077224953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=4686005402077224953' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4686005402077224953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4686005402077224953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/por-que-nao-roubar-fotos-do-flickr-e.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ss7Bsu9Bb7I/AAAAAAAAAA8/ter-K88tcuE/s72-c/flor+e+c%C3%A9u.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-3285607902145309457</id><published>2009-10-07T12:03:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T13:57:43.065-07:00</updated><title type='text'>Strawberry. Why not?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ssz3OS3_7MI/AAAAAAAAAA0/pGc0pUVveEI/s1600-h/DSC03977.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ssz3OS3_7MI/AAAAAAAAAA0/pGc0pUVveEI/s320/DSC03977.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389954679012584642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ssz3N7rseEI/AAAAAAAAAAs/T-2Ep9NwiuY/s1600-h/DSC03972.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ssz3N7rseEI/AAAAAAAAAAs/T-2Ep9NwiuY/s320/DSC03972.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389954672786962498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ssz3NqQJOvI/AAAAAAAAAAk/JxkcksV9zp8/s1600-h/DSC03969.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ssz3NqQJOvI/AAAAAAAAAAk/JxkcksV9zp8/s320/DSC03969.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389954668108004082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Morangos são uma delícia, né? Eu tava aqui sem muito o que fazer e resolvi comer morangos, depois resolvi tirar fotos deles. Observem, a quantidade vai diminuindo. risos. Fora isso não há muito o que dizer. Aula de tecom, aula de o.i., aula de francês, prova de francês. E inúmeros planos pro feriado. Estamos partindo Piri =D e hoje, finalmente, fiquei em casa numa quarta-feira de tarde sem fazer nada e sem dormir também. Foi bom. Ah, tá, hoje no francês, por causa do Je suis desolé, eu lembrei de uma poesia meiga que eu adoro. Vou postar à toa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Desalento!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Sim, vai e diz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Diz assim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Que eu rodei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Que eu bebi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Que eu caí&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Que eu não sei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Que eu só sei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Que cansei, enfim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Dos meus desencontros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Corre e diz a ela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Que eu entrego os pontos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-3285607902145309457?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/3285607902145309457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=3285607902145309457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3285607902145309457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3285607902145309457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/morangos-sao-uma-delicia-ne-eu-tava.html' title='Strawberry. Why not?'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/Ssz3OS3_7MI/AAAAAAAAAA0/pGc0pUVveEI/s72-c/DSC03977.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-3390934484753747082</id><published>2009-10-05T21:03:00.001-07:00</published><updated>2009-10-05T21:04:17.687-07:00</updated><title type='text'>Rato.</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link style="font-family: georgia;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMariana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype style="font-family: georgia;" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Os dias de Paola são sempre iguais. Acorda as 5:30, ou pelo menos programa o despertador para acordar as 5:30, mas ela sempre acaba por abrir os olhos dois ou três minutos antes da hora. Então fica olhando para o relógio e esperando os ponteiros se mexerem até o momento em que o barulho repetitivo e irritante começa a soar exaustivamente, arriscando acordar a irmã que dorme no quarto ao lado. Nesse ponto, Paola levanta da cama, abre o armário, pensa por um instante na roupa que vai colocar, querendo inovar, querendo inventar moda, querendo ousar, só que Paola, no final das contas, sempre abre a gaveta da direita, bem embaixo do espelho e pega uma camiseta larga, vai até a porta esquerda do armário e apanha uma calça jeans e amarra o cabelo com um prendedor preto. Tudo cotidianamente da mesma maneira desleixada que no dia anterior. Ela serve café numa xícara amarela, sempre 2/3 da xícara com café e o restante com leite. Paola não gosta de assistir televisão na hora do café. Está sozinha sempre e adora sua própria companhia, ainda preguiçosa tão cedo da manhã. Ela acaricia seu gato, ouve os passarinhos cantarem e vê pela janela o poste aceso e o vizinho da casa azul com uma estradinha de terra passando em seu caminhar desengonçado (digo da casa azul com uma estradinha de terra porque há também a casa azul sem nenhuma estrada). Logo em seguida, Paola sai, procurando pisar dentro dos quadradinhos da calçada e não nas linhas. Seu ônibus passa as 6:15, ou pelo menos era pra passar, mas, na verdade, ele costuma aparecer só uns oito ou dez minutos depois do previsto. Enquanto isso, Paola, rói as unhas, rói as unhas compulsivamente, e quando não há mais unhas para se roer ela rói os dedos. Não gosta de unhas compridas, também não gosta daquelas pelezinhas chatas que estão sempre incomodando, soltas, próximas às unhas. É claro que quanto mais ela rói, mais surgem as tais pelezinhas. Só que Paola não se importa. O ônibus passa, o seu ônibus é um da linha verde, as cadeiras não são confortáveis, mas pelo menos ela consegue ir sentada. A garota dos cílios postiços está sempre lá, sentada bem na frente, encarando o restante dos passageiros com seus olhos pintados e seu meio sorriso. Assim como o menino tímido do segundo ano, ele está sempre lá, só que ele nunca encara as pessoas, contenta-se em baixar os olhos e fixá-los no livro que, por vezes é um livro de cálculo e, por outras vezes, é uma apostila de geografia. A escola está quase vazia quando Paola chega. Aos poucos ela vai enchendo, chegam alunos, pais, professores, coordenadores, empregados, estagiários e quem mais se quisesse ver naquele circo. Sim, Paola costumava pensar, lá com seus botões, que a escola era um circo. Os alunos eram os palhaços; os professores, os animais em exposição, mostrando sua inteligência "quase-humana", sua obediência inegável e seu adestramento exemplar. Depois vinham os pais, eles eram os malabaristas, a mulher barbada, o faquir, o adestrador, o equilibrista, tudo em um só, dependendo do contexto, do humor, da vocação e da boa vontade. O mágico e o ilusionista ganhavam destaque no circo de Paola, porque eram identidades únicas e personalíssimas. O mágico era o professor Rodrigo, de história. Inteligente, divertido, sabe ensinar como ninguém e ainda por cima é super bonito. Um pitel! Era mágica ele fazer Paola aprender história. O ilusionista, por sua vez, era o carinha da sala do fim do corredor. Sobre esse ela preferia não entrar &lt;st1:personname productid="em detalhes. Afinal" st="on"&gt;em detalhes. Afinal&lt;/st1:personname&gt;, precisa falar mais? As aulas eram, da mesma maneira que todo o restante, invariavelmente iguais. Caneta, lápis, quadro, carteira, sono, olhares, desesperos, o dia lá fora, a exponencial, a ditadura, o teatro grego, os bacanais, please, try it again. Até que, exatamente às 12 horas e 50 minutos, soava o sinal e Paola retornava para a parada de ônibus. Pegava dessa vez, um veículo da linha vermelha. Lotado, era preciso ir em pé, ou então se descabelar na luta por um banco. As tardes resumiam-se aos livros de português e história, aos exercícios de química e matemática e aos romances que Paola assistia dia sim, dia não. Ah, e havia as aulas de violão, nesses dias ela gastava um bom tempo das tardes afinando as cordas e tentando tocar Blink 182. Ela suspirava com saudades da voz do Tom e das palhaçadas do Mark. Foi, inclusive, um suspiro daqueles que fez com que o dia de Paola, naquele dia, fosse diferente. O suspiro não foi, exatamente, por causa do Tom e do Mark e nem mesmo por causa do Travis. O suspiro foi por causa do rato. Vamos esclarecer as coisas. O fato é que as noites de Paola também eram monótonas e repetitivas, pouco emocionantes. Ela colocava sua calça rosa de ginástica (isso quando a laranja estava para lavar, porque ela preferia a laranja) e saia correr. Corria sempre o resto de quadra que faltava correr na sua rua e depois ia para as duas ruas de baixo. Corria, sentia o vento bater, suave, em seu rosto. Era bom. Mas era sempre igual. Naquele dia, porém, não foi igual. Naquele dia não, naquela noite. Tudo começou com a calça rosa e a calça laranja, nenhuma das duas estava limpa para a corrida. Paola teve que procurar, durante dezesseis longos minutos, a calça preta. A calça preta era a mais desconfortável, só que era o único jeito. Então ela saiu, abriu a porta, evitou olhar para o chão (não pisar nas linhas é um exercício que vicia) e observou, admirada, que a lua estava cheia. Cheia e alaranjada. Cheia, enorme e alaranjada. Paola calçava 35. Olhar para seus próprios pés, tão pequenos e delicados, a fez pensar na imensidão de todo o mundo. Aqueles pés correndo em um compasso singular, tentando vencer seu objetivo de quatro quadras e mais duas meias quadras, sempre simultâneos e sempre obedientes. Podia ser efeito da lua assim tão cheia ou então dos seus pés assim tão pequenos, mas, naquele instante, Paola decidiu que precisava fazer o caminho inverso, o caminho contrário, o caminho diferente. E não podia ser como a vontade de mudar de roupa, de mudar de estilo; tinha que ser uma vontade realizada, já que era mais que vontade, era um desejo incontrolável de mudar de ares. Por isso ela correu, correu até o cais, correu na beira do rio, correu e viu o rato. O rato era mais ou menos do tamanho de um de seus pés e ele também corria na beira do rio. O rato e Paola eram parecidos, acordavam e dormiam todos os dias de maneiras religiosamente iguais. Cada um tinha sua maneira particular, é claro. O que quero dizer é que Paola percebeu que o rato acordava, que o rato buscava comida, que o rato fugia do que tinha medo, que o rato respirava, caminhava, corria, tropeçava, olhava, observava, temia, sentia, queria. E ela achou que o rato podia querer mais que ela, ou que, quem sabe, ele quisesse com mais força que ela. Naquele momento, por exemplo, ela achava que o rato queria ser indiferente, e ele estava sendo indiferente a ela. O contraste marcante entre ela e o rato era que o rato, além de fugir do que tinha medo, também era capaz de ir atrás do que queria e tinha vontade. E por que Paola não abria os olhos depois do despertador tocar? Por que Paola não vestia uma blusa justa com uma saia ao invés da camiseta e da calça jeans? Por que Paola não deixava de pensar tanto na história pra pensar no presente? Por que Paola queria mudar o mundo e não mudava? Por que Paola não tinha coragem de levantar a voz? Por que não tinha coragem de levantar as mãos, as pernas, os braços, o corpo inteiro? Por que não ia? Por que não fazia? Por que não agia? Por que não vivia? Quero dizer, viver intensamente, viver porque a vida está aí para ser vivida e não para escapar por entre nossos dedos e desfilar em frente aos nossos olhos, exibida, descarada, dizendo sarcasticamente que está fugindo de nós. Suspiro. Outro suspiro, ainda mais alto, mais forte. Mais um terceiro suspiro. Aí ela viu o menino da sala do fim do corredor, sentado em um banquinho, bem perto dali. E Paola correu, corajosa, ousada, atrevida. O menino a encarava, perplexo, mas isso foi só durante um ou dois segundos, porque no próximo segundo ela, sem hesitar, ordenou para si mesma que seus pés número 35 dessem um passo à frente, para que sua cabeça mediana e de longos cabelos encaracolados pudesse se abaixar perto da mesa do menino da sala do fim do corredor e para que sua boca grande e de lábios bastante rosados pudesse beijar, apaixonadamente, a boca dele. Suspiro. Ela ficou olhando para o menino da sala do fim do corredor, desiludida. O ilusionista. Ilusão era, na verdade, querer e não ter ânimo para fazer. Dando meia volta e mais um suspiro, ela retornou para casa, para a vida. A lua iluminava o caminho para que seus pés não se sentissem tão insignificantes. O rato, por sua vez, ficou para trás, pensando em que buraco podia se enfiar para dormir. Já Paola pensava em que buraco podia se enfiar para sobreviver.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-3390934484753747082?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/3390934484753747082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=3390934484753747082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3390934484753747082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/3390934484753747082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/rato.html' title='Rato.'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-1601734301823923957</id><published>2009-10-05T09:34:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T09:49:32.716-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="316" height="262" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6b6bc02f8d4c8c2" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v2.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D06b6bc02f8d4c8c2%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331187037%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D83723599728C2246347E306DE648F3A0DF8E4AEE.15AAF7687E135023A04721102B88286A18661800%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6b6bc02f8d4c8c2%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D75W5fUYUTCML9UfEEOioWrAbNpA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="316" height="262" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v2.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D06b6bc02f8d4c8c2%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331187037%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D83723599728C2246347E306DE648F3A0DF8E4AEE.15AAF7687E135023A04721102B88286A18661800%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6b6bc02f8d4c8c2%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D75W5fUYUTCML9UfEEOioWrAbNpA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E ao invés de ficar dizendo todos os seus adeus, deixe que eles saibam que a vida passa rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: Esse clipe é uma graça. hahauhahua. Mas a música é perfeita!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-1601734301823923957?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/1601734301823923957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=1601734301823923957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1601734301823923957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/1601734301823923957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/e-ao-inves-de-ficar-dizendo-todos-os.html' title=''/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-4785367384088293569</id><published>2009-10-05T07:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T07:44:17.759-07:00</updated><title type='text'>O mundo bem diante do nariz (=</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SsoDUmjXypI/AAAAAAAAAAU/SCMahf9PZ6A/s1600-h/DSC03453.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SsoDUmjXypI/AAAAAAAAAAU/SCMahf9PZ6A/s400/DSC03453.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389123556583393938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Laura mandando um beijinho, galera. Hoje eu acordei cedo pra ir pra aula, mas acabei ficando em casa e lendo A Máquina. Por que as pessoas precisam ser previsíveis, né?! Tantas coisas melhores do que a correção de uma prova. Agora estou tomando coragem pra voltar a fazer o fichamento, tô escutando strokes e refletindo. Um pouco sobre o que já foi e outro pouco sobre o que será. É claro que só o que importa agora é o futuro imediato: o fichamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se fosse pessoa organizada, teria ido logo pra casa começar seu trabalho, mas sua teimosia obrigou-o a passar antes na rua de baixo, só pra dar um beijo em Karina. Nem bem dobrou a esquina e já viu logo que ela tinha estado todos esses dias no portão, esperando por ele, com os olhos apertados até menos que a metade, pra poder enxergar mais longe. Fingiu que acreditou que ela só foi lá fora refrescar um pouco e fez que não reparou que seu coração estava batendo muito apressado. E quem disse que ela queria deixar ele ir embora mais nunca?"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-4785367384088293569?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/4785367384088293569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=4785367384088293569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4785367384088293569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/4785367384088293569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/o-mundo-bem-diante-do-nariz.html' title='O mundo bem diante do nariz (='/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SsoDUmjXypI/AAAAAAAAAAU/SCMahf9PZ6A/s72-c/DSC03453.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3690522147877901800.post-8798588673570264636</id><published>2009-10-04T18:07:00.000-07:00</published><updated>2009-10-04T19:01:49.508-07:00</updated><title type='text'>Tão simples!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a style="font-family: georgia;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SslOUNX05oI/AAAAAAAAAAM/-4SxJLAMSKY/s1600-h/DSC02739.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SslOUNX05oI/AAAAAAAAAAM/-4SxJLAMSKY/s400/DSC02739.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388924538219456130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Dia seguinte ao show da Elza Soares (que por sinal foi ótimo, claro! quem sabe cantar todas as músicas sempre se diverte) e eu tenho um fichamento gigante do Martino pra fazer. Por que as pessoas não escutam seus primos?! A notícia boa é que choveu. Choveu bastante. É, estamos agora no começo de outubro. O tempo é inacreditável, acho que não é nem porque ele passa voando, mas porque ele nos despista, nos engana. Lembro que nessa época do ano passado tudo era completamente incerto, quer dizer, não dava pra saber se eu estaria na faculdade, se estaria em Brasília, o que seria de mim (e da Luana, que compartilhava da mesma angústia =p). Em compensação, no mesmo período de 2007 eu tinha certeza de que estaria na UnB. E fim. Vamos fazendo com que tudo se complique conforme envelhecemos. Que tal tentar simplificar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Desculpa Worms e coleguinhas que não gostam de músicas, mas essa é especial. huahuauhahua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Pretinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; Faço tudo pelo nosso amor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Faço tudo pelo bem de nosso bem (meu bem)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;A saudade é minha dor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Que anda arrasando com meu coração&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Não Duvide que um dia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Eu te darei o céu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Meu amor junto com um anel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Pra gente se casar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;No cartório ou na igreja&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Se você quiser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Se não quiser, tudo bem (meu bem)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Mas tente compreender&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Morando em São Gonçalo você sabe como é&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Hoje a tarde a ponte engarrafou&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;E eu fiquei a pé&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Tentei ligar pra você&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;O orelhão da minha rua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Estava escangalhado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Meu cartão tava zerado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Mas você crê se quiser...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Momento nostalgia. Saudades de dez anos atrás, de cinco, de três, do ano passado, do começo do ano, das últimas férias, de ontem. Continuo achando que deveríamos simplificar as coisas =)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3690522147877901800-8798588673570264636?l=mariana-fagundes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/feeds/8798588673570264636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3690522147877901800&amp;postID=8798588673570264636' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8798588673570264636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3690522147877901800/posts/default/8798588673570264636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariana-fagundes.blogspot.com/2009/10/tao-simples.html' title='Tão simples!'/><author><name>Mariana Fagundes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XeuGIyQiRbw/SslOUNX05oI/AAAAAAAAAAM/-4SxJLAMSKY/s72-c/DSC02739.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
